Pesquisadores do Biobanco da USP analisam cérebros de boxeadores Éder Jofre e Maguila, revelando que Jofre apresentou sintomas de doenças neurológicas 20 anos após Maguila, sugerindo fatores protetivos.

O Biobanco da Universidade de São Paulo (USP) é o maior da América Latina, com mais de quatro mil cérebros, e se destaca em estudos sobre envelhecimento e doenças neurológicas. Recentemente, pesquisadores analisaram os cérebros dos boxeadores Éder Jofre e Maguila, ambos afetados por patologias neurológicas decorrentes de suas carreiras no boxe. As doações dos cérebros ocorreram em 2022 e 2024, respectivamente, e os estudos revelaram diferenças significativas no desenvolvimento de doenças entre os dois atletas.
A equipe de pesquisa identificou sinais de Parkinson e Encefalopatia Traumática Crônica (ETC) em ambos os cérebros. No entanto, uma descoberta intrigante foi que Maguila começou a apresentar sintomas de ETC cerca de 20 anos antes de Jofre, apesar de terem histórico de lutas e idades semelhantes. Essa diferença levanta a hipótese de que Jofre pode ter algum fator protetivo que retardou o aparecimento das doenças.
Os pesquisadores estão em busca de características e hábitos que possam ter contribuído para essa proteção em Jofre. Roberta Diehl Rodrigues, responsável pelo estudo, destacou a importância de entender esses fatores, enfatizando que o objetivo é desenvolver medidas de prevenção para ajudar os boxeadores. A pesquisa também visa evitar interpretações errôneas que possam prejudicar o esporte.
Além da análise dos cérebros, foram coletadas informações das famílias sobre os históricos de vida dos boxeadores, o que é crucial para a precisão dos dados. A pesquisa com atletas famosos é valiosa, pois seus históricos são bem documentados, ao contrário de atletas amadores, cujas informações podem ser imprecisas.
Os cérebros de Jofre e Maguila apresentaram alterações significativas. No cérebro de Jofre, foram encontradas características do Parkinson e depósitos de proteína TDP-43, enquanto Maguila apresentou proteína sinucleína e alterações vasculares. Essas descobertas são comuns em cérebros de boxeadores devido a traumas repetitivos, e a pesquisa continua a investigar as causas dessas diferenças.
O estudo dos cérebros de boxeadores como Jofre e Maguila pode abrir novas possibilidades na pesquisa sobre doenças neurológicas. A identificação de fatores protetivos pode ser um passo importante para o desenvolvimento de estratégias que ajudem a retardar os sintomas dessas doenças. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que apoiem a saúde e o bem-estar dos atletas.

O Ministério da Saúde revisa a Portaria GM/MS nº 4.641, reunindo especialistas para aprimorar a Rede CIEVS, visando fortalecer a vigilância em saúde pública e a resposta a emergências. A proposta busca integrar ações em diferentes níveis de governo.

O Museu Nacional reabre após sete anos do incêndio de 2018, apresentando a exposição "Entre Gigantes", que inclui o meteorito Bendegó. A reabertura é um marco, mas ainda requer R$ 170 milhões para a restauração completa.

O projeto "Te Vejo no Palco" do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira selecionou seis artistas para gravações audiovisuais de suas performances, promovendo visibilidade e qualidade na música nacional. Artistas como Chico César, Johnny Hooker e MC Soffia foram escolhidos entre mais de 600 inscrições, destacando a diversidade e a excelência da música brasileira. As gravações visam ampliar o alcance e a memória musical do país.

O governo de São Paulo planeja transferir sua sede administrativa para o centro da cidade, visando revitalização e atração de investimentos. O secretário Marcelo Cardinale Branco destacou a criação de moradias e a reabilitação de áreas críticas, como a Cracolândia, com a expectativa de trazer de 10 mil a 15 mil novos trabalhadores diários, estimulando a economia local e promovendo a recuperação social da região.

Em 2025, Vania Galha destaca a urgência de discutir a sexualidade de pessoas autistas, enfatizando a educação sexual desde a infância para promover autonomia e dignidade. A invisibilidade da sexualidade aumenta a vulnerabilidade a abusos.

A presidente da Anadep, Fernanda Fernandes, alertou sobre a baixa cobertura da Defensoria Pública no Brasil e lançou a campanha Justiça Climática, focando na desigualdade ambiental e seus efeitos nas populações vulneráveis.