Dois funcionários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) faleceram ao combater um incêndio em Brasília. O órgão decretou luto de três dias e oferece apoio às famílias das vítimas.

Dois funcionários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) faleceram nesta terça-feira, 29 de julho, enquanto tentavam combater um incêndio em Brasília. As vítimas, Manoel José de Souza Neto e Valmir de Souza e Silva, ambos com 65 anos, faziam parte da brigada de incêndio do órgão e atuavam na proteção da reserva ecológica do IBGE, localizada na Área de Proteção Ambiental Gama-Cabeça de Veado.
Os servidores estavam em ação para evitar que as chamas atingissem a reserva quando, infelizmente, foram encontrados carbonizados pelo Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. O incêndio teve início por volta das 13h e os corpos foram localizados por volta das 16h. O IBGE decretou luto de três dias em homenagem aos seus colaboradores.
A direção do IBGE, por meio da Superintendência no Distrito Federal, está oferecendo suporte às famílias das vítimas e tomando as medidas necessárias para lidar com a situação. Ambos os funcionários eram técnicos em planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas, com longos anos de serviço ao órgão.
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, expressou sua tristeza em relação ao ocorrido durante um evento que celebrava um ano da lei de manejo integrado do fogo. Ela pediu um minuto de silêncio em homenagem aos brigadistas, ressaltando os riscos que esses profissionais enfrentam em suas atividades.
O incêndio em Brasília destaca a crescente preocupação com a preservação do cerrado e a biodiversidade local. A área de proteção ambiental conta com a colaboração da Fazenda Água Limpa, do IBGE e do Jardim Botânico de Brasília, que trabalham em conjunto para garantir a conservação do ecossistema.
Neste momento difícil, é fundamental que a sociedade se una para apoiar as famílias afetadas e promover iniciativas que ajudem na recuperação e proteção do meio ambiente. A mobilização da comunidade pode fazer a diferença na vida daqueles que se dedicam à preservação da natureza e na assistência às vítimas desse trágico incidente.

A Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro lança um edital de R$ 1,3 milhão para Rodas Culturais e de Rima, com a presença de autoridades, visando apoiar 32 projetos de hip-hop. O edital contempla categorias de manutenção, circulação e um festival, promovendo a cultura urbana e fortalecendo identidades das juventudes periféricas.

Seis estados da Amazônia Legal estão entre os dez com mais casos de violência sexual contra crianças e adolescentes em 2023, com Rondônia liderando. O Unicef aponta um aumento alarmante de 26,4% nos casos de estupro na região.

A deputada federal Célia Xakriabá (PSOL-MG) propôs uma PEC para renomear a Câmara dos Deputados para "Câmara dos Deputados e das Deputadas", visando combater a invisibilidade feminina na política. A mudança, que reflete séculos de exclusão, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça antes de votação.

O youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, denuncia a exploração sexual de crianças nas redes sociais, enquanto a delegada Lisandréa Salvariego alerta sobre a adultização infantil e investigações em curso.

Marcella Eni Garcia Corrêa, empresária de 29 anos, superou a leucemia após transfusões de sangue e agora conscientiza sobre a importância da doação. Sua história destaca como um gesto anônimo pode salvar vidas.

O podcast "Dois Mundos" investiga a morte de Tadeo Kulina, indígena madiha kulina, revelando falhas na assistência à saúde e preconceitos enfrentados pela comunidade em Manaus. A série busca respostas para um caso trágico e negligenciado.