Especialistas alertam sobre os riscos do uso inadequado de antibióticos em idosos, enfatizando a necessidade de ajustes nas doses e cuidados com interações medicamentosas. A Sociedade Brasileira de Infectologia destaca que a sensibilidade aumentada e doenças preexistentes tornam a prescrição crítica.

O envelhecimento do corpo humano traz mudanças significativas, especialmente no que diz respeito à sensibilidade a medicamentos e à necessidade de cuidados médicos. Recentemente, especialistas alertaram sobre os riscos do uso inadequado de antibióticos em idosos, enfatizando a importância de ajustes nas doses e a necessidade de evitar interações medicamentosas. A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) destaca que os médicos devem ser criteriosos ao prescrever esses medicamentos para essa faixa etária.
Os idosos são mais suscetíveis a infecções, como as do trato respiratório e infecções urinárias, o que aumenta a necessidade de antibióticos. Contudo, o uso excessivo e desnecessário pode trazer riscos. O infectologista Alexandre Cunha ressalta que muitas vezes antibióticos são prescritos sem necessidade, o que pode levar a problemas de saúde. O uso prolongado ou inadequado pode resultar em efeitos colaterais graves, como resistência bacteriana e danos aos órgãos.
Além disso, a função renal e hepática dos idosos pode estar comprometida, o que aumenta a sensibilidade aos efeitos colaterais dos medicamentos. Mesmo idosos saudáveis podem apresentar um declínio natural da função renal, dificultando a eliminação de antibióticos do organismo. Isso pode resultar em acúmulo de substâncias e toxicidade, conforme explica Cunha.
Outro ponto a ser considerado é a dificuldade que alguns idosos têm para engolir comprimidos. O geriatra Marco Túlio Cintra alerta que triturar antibióticos pode comprometer sua eficácia e causar efeitos adversos. É fundamental que a bula do medicamento seja lida atentamente, pois nem todos os antibióticos podem ser manipulados.
Com o envelhecimento, a composição corporal muda, diminuindo a quantidade de água e aumentando a gordura. Isso afeta a distribuição dos medicamentos no organismo. Medicamentos lipossolúveis podem se acumular, enquanto os hidrossolúveis podem ter sua concentração aumentada no sangue, intensificando os efeitos colaterais. Alterações no trato gastrointestinal também podem interferir na absorção dos medicamentos, conforme aponta Sérgio Colenci, geriatra do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
Os idosos frequentemente lidam com doenças crônicas e tomam múltiplos medicamentos, aumentando o risco de interações medicamentosas. Embora os antibióticos não sejam considerados medicamentos potencialmente inapropriados, seu uso indiscriminado pode levar a complicações sérias. A SBI recomenda que os médicos ajustem as doses e considerem a substituição de medicamentos quando necessário. A união da sociedade pode ser crucial para apoiar iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar dos idosos, garantindo que recebam o cuidado adequado.

Estudos recentes mostram que o exercício físico é crucial não apenas na prevenção, mas também no tratamento do câncer, embora menos de 10% dos médicos prescrevam essa prática. O oncologista Paulo Bergerot destaca a necessidade de sensibilização e formação na área.
O Ministério da Saúde anunciou a inclusão do transplante de membrana amniótica no tratamento de queimaduras pelo SUS, visando acelerar a cicatrização e aliviar dores. A medida, que representa um avanço significativo, deve ser implementada em até 180 dias.

Nando enfrenta risco de morte devido a problemas no fígado causados por anabolizantes. Jão, seu irmão, busca informações sobre transplante de fígado com doador vivo, mantendo o assunto em sigilo para não alarmar a família, especialmente a irmã grávida.

Mudanças simples no cotidiano podem prevenir até 45% dos casos de demência, afirmam neurologistas. Dicas incluem uso de capacetes, protetores auriculares e cuidados com a saúde.

A doença de Parkinson, que afeta milhões globalmente, tem visto um aumento alarmante de diagnósticos em pessoas abaixo dos 60 anos. A prática de atividades físicas pode desacelerar sua progressão.

Pesquisadores do IFSC da USP desenvolvem nanovacinas que utilizam nanotecnologia para ativar o sistema imunológico contra o câncer, superando desafios como a baixa imunogenicidade e a personalização do tratamento. Essa abordagem inovadora promete revolucionar a terapia oncológica, adaptando-se a diferentes tipos e estágios da doença.