Seis casos de sarampo foram confirmados em Campos Lindos, Tocantins, entre pacientes não vacinados que tiveram contato com viajantes. A vigilância em saúde atua em ações de contenção e vacinação.

A Secretaria de Saúde do Tocantins confirmou seis casos de sarampo em Campos Lindos, a 560 quilômetros de Palmas. Todos os pacientes não estavam vacinados e tiveram contato com viajantes de países onde o vírus ainda circula. Os casos foram identificados entre os dias 21 e 22 de julho, por meio de exames laboratoriais realizados no Laboratório de Saúde Pública do Tocantins (Lacen-TO). Os afetados têm entre 4 e 29 anos e apresentam sintomas típicos, como febre alta, manchas vermelhas, tosse, coriza e conjuntivite, permanecendo em cuidados domiciliares.
Para confirmação definitiva, amostras foram enviadas ao laboratório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, referência nacional no diagnóstico do sarampo. A Secretaria de Saúde do Tocantins ainda não possui um prazo para o resultado final. O Ministério da Saúde aguarda a análise da Fiocruz para confirmar os dois primeiros casos, enquanto não tem conhecimento sobre os outros quatro registros.
O Governo do Tocantins considera os casos como um surto, dado que o sarampo é uma doença em extinção no Brasil. Em 2025, o país registrou cinco casos confirmados, todos importados, o que não altera o status de país livre da circulação do sarampo, certificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em novembro de 2024. A vigilância em saúde já está realizando ações de contenção, incluindo isolamento domiciliar e vacinação dos contatos dos pacientes confirmados.
Desde a suspeita dos primeiros casos, equipes de vigilância foram deslocadas para o município. O diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Éder Gatti, destacou que ações de bloqueio vacinal e investigação epidemiológica foram rapidamente implementadas para evitar a disseminação do vírus. Ele também mencionou o aumento de casos de sarampo nas Américas, especialmente nos Estados Unidos, México, Canadá e Bolívia, alertando sobre a necessidade de vigilância constante.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida pelo ar, e pode causar complicações graves, como pneumonia e encefalite. A principal forma de prevenção é a vacinação, com a vacina tríplice viral disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O isolamento de casos suspeitos e a higiene frequente das mãos são essenciais para evitar a propagação do vírus.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na luta contra o sarampo. Projetos que visem a conscientização e a vacinação da população são fundamentais para garantir a saúde coletiva e prevenir surtos futuros. É essencial que todos se mobilizem em prol da saúde pública, ajudando a disseminar informações e promovendo ações de prevenção.

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, busca parcerias com o setor privado para acelerar o tratamento de câncer no SUS, visando reduzir filas e tempos de espera. A iniciativa surge após dificuldades na implementação do programa Mais Acesso à Especialistas.
O programa “O câncer não espera. O GDF também não” reduziu o tempo de espera para tratamento oncológico de 74 para 51 dias e para radioterapia de 54 para 30 dias, com investimento de R$ 14 milhões. A iniciativa visa oferecer atendimento ágil e humanizado, beneficiando milhares de pacientes no Distrito Federal.

Um novo consenso da Sociedade Europeia de Cardiologia destaca que vacinas não apenas previnem infecções, mas também protegem o coração, reduzindo riscos de infarto e AVC. A vacinação é crucial para idosos e pessoas com comorbidades.

No próximo sábado, Niterói promove o Dia D de vacinação, oferecendo imunização contra influenza e sarampo em diversos postos de saúde, das 8h às 17h. A ação visa atualizar a caderneta de vacinação e proteger grupos prioritários, como idosos e crianças.

Campanha "Dia de Combate à Celulite" da GoldIncision destaca histórias de mulheres que superaram a vergonha e recuperaram a autoestima após tratamento, promovendo um olhar acolhedor sobre a condição.
O Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão (Cedoh) promove um grupo de alimentação saudável, orientando pacientes sobre nutrição e controle do diabetes. A iniciativa visa conscientizar e apoiar mudanças de hábitos.