O Centro de Exames da Mulher (CEM) Itaquera completa um ano com mais de 51 mil atendimentos, incluindo 7.887 mamografias e 19.726 ultrassonografias, destacando-se na saúde feminina na zona leste. A unidade, que oferece atendimento humanizado e múltiplos exames no mesmo dia, é referência na região e já inspirou a criação de novas unidades, como o CEM Capela do Socorro.

O Centro de Exames da Mulher (CEM) Itaquera, uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo, celebra um ano de funcionamento no dia 24 de junho, contabilizando mais de 51 mil atendimentos. Este espaço se destaca na zona leste da capital, oferecendo serviços de saúde feminina com foco em exames de média complexidade. Desde sua inauguração, foram realizados 7.887 exames de mamografia e 19.726 ultrassonografias, entre outros procedimentos.
Durante o último ano, o CEM Itaquera manteve uma média mensal de 5.357 exames, evidenciando sua relevância para a comunidade local. O atendimento humanizado da unidade permite que as pacientes realizem múltiplos exames no mesmo dia, incluindo aos sábados, o que proporciona maior conforto e agilidade. A infraestrutura do CEM é completa, com consultórios para diversos tipos de exames, como ultrassonografia geral, mamografia e biópsia percutânea.
O CEM Itaquera foi o primeiro a ser inaugurado dentro da estratégia da Prefeitura de São Paulo de criar unidades em cada Coordenadoria Regional de Saúde (CRS). Em abril de 2025, foi inaugurado o CEM Capela do Socorro, que já realizou mais de 1.200 exames em seu primeiro mês. A construção do CEM Norte está em andamento e visa ampliar ainda mais o acesso das mulheres aos cuidados essenciais.
A unidade se tornou referência no cuidado integral à saúde feminina, oferecendo agendamento facilitado e um ambiente acolhedor. Os dados mostram que, além das mamografias, foram realizadas 2.245 avaliações urodinâmicas completas e 8.901 ultrassonografias transvaginais, entre outros exames. Essa diversidade de serviços contribui para o aumento na realização de procedimentos diagnósticos na região.
O CEM Itaquera é um exemplo de como a saúde pública pode se organizar para atender às necessidades da população. Com um atendimento que prioriza a humanização, a unidade se destaca não apenas pelos números, mas pela qualidade do serviço prestado. A construção de novas unidades, como o CEM Norte, reforça o compromisso da Prefeitura em garantir acesso à saúde para todas as mulheres da cidade.
Nessa trajetória, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a saúde feminina. Projetos que visam melhorar o acesso a serviços de saúde e a realização de exames podem ser impulsionados por ações coletivas, beneficiando muitas mulheres que precisam de cuidados essenciais.

A ansiedade infantil cresce alarmantemente, com aumentos de 1.575% em atendimentos no SUS entre crianças e 4.423% entre adolescentes. Especialistas alertam sobre sinais como alterações no sono e medos excessivos.

Após ser diagnosticada com diabetes tipo 2, uma mulher transformou sua vida ao adotar hábitos saudáveis, resultando em perda de 25 quilos e controle da glicemia. Médicos destacam a importância da mudança.

A Internet das Coisas (IoT) promete transformar a saúde no Brasil, impulsionando a telemedicina. A previsão é de um crescimento de 17,9% na IoT até 2032, facilitando diagnósticos e acesso a especialistas. Equipamentos conectados permitem monitoramento remoto de pacientes, melhorando a precisão dos diagnósticos e tratamentos. A integração com Inteligência Artificial e 5G potencializa a eficiência do atendimento, enquanto a robótica avança nas cirurgias. Apesar dos desafios, como a proteção de dados, a IoT pode democratizar o acesso à saúde, tornando-a mais rápida e eficaz.

A febre do oropouche causou a quarta morte no Rio de Janeiro, uma mulher de 38 anos em Nilópolis. O estado já registrou 1.836 casos confirmados, com recomendações de prevenção contra o maruim.

Desde 2015, o Brasil enfrenta uma queda na vacinação infantil, com 18 milhões de crianças sem imunização, agravada pela pandemia de Covid-19. A desinformação e desigualdades sociais são fatores críticos.

A vacinação contra a gripe em São Paulo apresenta cobertura alarmante de 36,25% entre grupos de risco, com 359 mortes por influenza em 2025. A vacina está disponível para todos acima de seis meses.