Um estudo britânico revela que caminhar pelo menos sete mil passos diários reduz em 26% o risco de câncer, destacando a importância do volume de atividade física em vez da intensidade. A pesquisa, que acompanhou mais de 85 mil participantes, sugere que até mesmo atividades leves, como caminhadas casuais, contribuem para a prevenção da doença. A oncologista Ana Paula Garcia Cardoso enfatiza que hábitos simples podem ter um impacto significativo na saúde, combatendo o sedentarismo e a obesidade.

Um estudo recente conduzido por pesquisadores britânicos destaca a relação entre atividade física diária e a diminuição do risco de câncer. Publicada no British Journal of Sports Medicine, a pesquisa analisou dados de mais de oitenta e cinco mil participantes do UK Biobank, com idade média de sessenta e três anos. Os voluntários utilizaram acelerômetros para monitorar sua movimentação diária durante sete dias, e os resultados mostraram que o número total de passos diários é mais importante do que a intensidade do exercício.
Os pesquisadores descobriram que indivíduos que caminham mais de sete mil passos por dia apresentam um risco 26% menor de desenvolver câncer. A análise revelou que, ao atingir sete mil passos, já se observa uma redução de 11% na propensão ao câncer em comparação com aqueles que caminham cinco mil passos. Com nove mil passos, o risco diminui em 16%, e a partir de treze mil passos, os benefícios se estabilizam.
A intensidade da caminhada, seja rápida ou lenta, não teve impacto significativo no risco de câncer, uma vez que o número total de passos foi alcançado. Essa descoberta desafia a ideia de que apenas exercícios moderados ou vigorosos, como corrida ou musculação, são eficazes na prevenção da doença. Atividades leves, como caminhadas casuais e tarefas do dia a dia, também mostraram associação com menor incidência de câncer.
A oncologista Ana Paula Garcia Cardoso, do Einstein Hospital Israelita, ressalta que o estudo torna o objetivo de atividade física mais tangível. "Falar claramente sobre número de passos coloca essa atividade mais próxima das pessoas", afirma. Ela também lembra que a Organização Mundial da Saúde recomenda entre cento e cinquenta a trezentos minutos de atividade física moderada semanalmente.
Caminhar regularmente não apenas combate o sedentarismo, mas também ajuda a enfrentar a obesidade, um dos principais fatores de risco para o câncer. A oncologista explica que a inatividade física está ligada ao aumento do risco de diversos tipos de câncer, principalmente por favorecer o ganho de peso. Estimular hábitos simples, como caminhar, é uma maneira eficaz de promover a saúde e reduzir o risco de doenças.
Com a meta de sete mil passos equivalendo a cerca de cinco a seis quilômetros, essa recomendação é acessível e pode ser incorporada à rotina de pessoas de todas as idades. Pequenas mudanças, como substituir tempo sedentário por qualquer tipo de movimento, podem ter um impacto significativo na saúde. Nessa situação, nossa união pode ajudar a promover hábitos saudáveis e iniciativas que incentivem a atividade física na comunidade.

Djamila Ribeiro, filósofa e ativista, enfatizou a necessidade de reconhecer mulheres negras como protagonistas da história durante o Festival Pacto das Pretas em São Paulo. O evento, que reuniu mais de 700 pessoas, destacou a importância da diversidade e inclusão em ambientes corporativos, abordando também o racismo recreativo e a valorização das tradições afro-brasileiras.

A Leapy, edtech fundada em 2022, captou R$ 12 milhões para expandir seu modelo de formação de jovens aprendizes, alcançando uma taxa de efetivação de 48%. A meta é impactar 15 mil jovens até 2026.

O Hospital do Recanto das Emas, em construção, terá infraestrutura moderna e tecnologia BIM, beneficiando 150 mil moradores e buscando certificação ambiental LEED. A unidade promete aliviar a demanda nos hospitais vizinhos.

Sueli Carneiro, escritora e ativista, foi homenageada com o Prêmio Faz Diferença 2024 na categoria Diversidade, destacando sua luta por direitos historicamente negligenciados. O reconhecimento simboliza avanços na inclusão social no Brasil.

A Câmara Municipal do Rio manteve o veto do prefeito Eduardo Paes ao "Dia da Cegonha Reborn", que homenagearia artesãs de bonecos realistas, enquanto derrubou outro veto, criando o projeto "Praia limpa é lixo zero". A decisão gerou descontentamento entre as artesãs, que defendem a importância de seu trabalho para a saúde mental.

Sam Porto, primeiro homem trans a desfilar no São Paulo Fashion Week, expressa descontentamento com a estagnação da representação trans na moda e o aumento da violência contra homens trans. A luta por visibilidade e oportunidades continua.