O projeto Dominó do Bem, em colaboração com a Cryptum, busca desburocratizar doações para ONGs brasileiras, promovendo transparência e auditabilidade. Com a adesão de 11 organizações, como a Educar+, a iniciativa visa facilitar a captação de recursos, especialmente para aquelas que nunca utilizaram tecnologia blockchain.

A tecnologia blockchain é considerada uma solução inovadora para os desafios enfrentados pelas finanças tradicionais, especialmente na captação de recursos para organizações não governamentais (ONGs). O projeto Dominó do Bem, em parceria com a Cryptum, busca desburocratizar as doações para ONGs brasileiras, promovendo maior transparência e auditabilidade. Até o momento, o projeto já conta com a adesão de onze organizações, incluindo a Educar+.
A Educar+ é uma ONG que oferece cursos focados em Web3, a nova fase da internet, para moradores do Complexo do Chapadão, no Rio de Janeiro. Luísa Calixto, pesquisadora da Broadminders, destacou que a captação de recursos é uma das principais dificuldades do terceiro setor. O projeto Dominó do Bem visa facilitar a doação de recursos por empresas estrangeiras, sem necessariamente vincular esses recursos ao universo cripto.
Desde o final de 2024, o Dominó do Bem tem trabalhado para integrar ONGs brasileiras ao projeto, muitas das quais não tinham experiência prévia com a tecnologia blockchain. Luísa Calixto explicou que a Web3 pode resolver problemas relacionados à alta taxa de transações e à complexidade das ferramentas utilizadas. A iniciativa também se preocupa com a confiabilidade e auditabilidade dos processos, oferecendo carteiras autocustodiadas para cada ONG.
O projeto já conta com a participação de ONGs que possuem alguma familiaridade com a tecnologia, como a Educar+ e a Play4change. Vladimir Oliveira, Coordenador Pedagógico da ONG Baixada_Lab, comentou sobre o impacto positivo do apoio recebido. Ele afirmou que o recurso semente proporcionado pelo Dominó do Bem fortaleceu a capacidade operacional da ONG e validou a importância de seu trabalho na promoção da equidade racial e no fomento ao empreendedorismo periférico.
Oliveira destacou que, com o investimento, a ONG avançou na execução de programas estruturantes, como o "Pega Visão", que empodera jovens negros e periféricos, e o "Como Nascem os Brabos e as Brabas", que promove a conscientização sobre justiça racial. Ele mencionou que já observaram resultados significativos, como o aumento do alcance das formações e depoimentos de jovens que enxergam novas possibilidades de futuro.
Iniciativas como o Dominó do Bem são fundamentais para apoiar ONGs que enfrentam dificuldades na captação de recursos. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para fortalecer projetos sociais e culturais, garantindo que mais pessoas tenham acesso a oportunidades transformadoras. Ao apoiar essas causas, todos podem contribuir para um futuro mais justo e igualitário.

O Lar dos Velhinhos Maria Madalena realizará sua 45ª Festa Junina nos dias 30 e 31 de maio, com atrações musicais e quadrilhas, visando arrecadar fundos para um novo espaço de atividades. Ingressos custam R$ 10 e R$ 20.

Saulo Arcoverde será Clinio de Freitas no filme sobre Lars Grael, que começará a ser filmado neste semestre sob a direção de Marcos Guttman. A produção é da Tambellini Filmes e contará com Caroline Abras no elenco.

O AfroFashion 2025, promovido pela ONG AfroTribo, será realizado em 31 de maio na Casa Firjan, no Rio, apresentando trinta looks de dez designers e um desfile intitulado "África em nós!". O evento visa destacar a moda afro-brasileira e revelar novos talentos.

A Campanha do Agasalho do Santuário Cristo Redentor agora aceita doações em três estações do metrô do Rio, com meta de dez toneladas. O Enel Festival de Inverno oferece desconto em ingressos para doadores.

Uma nova parceria entre o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) visa oferecer atendimentos oftalmológicos a pessoas em situação de rua. Com dez ações programadas, a iniciativa prevê a doação de até 1.400 óculos anuais e exames completos, promovendo acesso à saúde ocular e encaminhamentos para casos mais complexos.

A cooperativa Terra Livre, vinculada ao MST, busca R$ 2 milhões via Finapop para financiar a comercialização de alimentos orgânicos, já tendo arrecadado mais da metade até 7 de julho. Com 900 associados, a cooperativa visa fortalecer a produção de 1.500 famílias em cinco estados.