O BNDES destinou até R$ 150 milhões do Fundo Amazônia para o projeto Manejo Integrado do Fogo, focando na prevenção e combate a incêndios no Cerrado e Pantanal, expandindo sua atuação além da Amazônia.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou a aprovação da destinação de até R$ 150 milhões em recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Essa quantia será utilizada para ações de prevenção e combate a incêndios florestais nos biomas Cerrado e Pantanal. O projeto, denominado Manejo Integrado do Fogo, foi desenvolvido em colaboração entre diversos ministérios, sendo apresentado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Essa iniciativa marca um passo significativo, pois representa a primeira vez que o Fundo Amazônia destina recursos para enfrentar incêndios em biomas que não pertencem à Amazônia Legal. O foco do projeto é implementar estratégias eficazes para mitigar os impactos dos incêndios, que têm se tornado cada vez mais frequentes e devastadores nessas regiões.
O Fundo Amazônia, que é gerido pelo BNDES, tem como principal objetivo financiar projetos que promovam a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável. A coordenação do fundo está sob a responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, que busca garantir a eficácia das ações implementadas.
Os incêndios florestais, especialmente nos biomas Cerrado e Pantanal, têm causado danos irreparáveis ao meio ambiente, afetando a biodiversidade e contribuindo para a mudança climática. A aprovação deste projeto é um passo importante para enfrentar essa problemática, oferecendo recursos que podem ser utilizados em ações de prevenção e combate a incêndios.
Além de combater os incêndios, o Manejo Integrado do Fogo também visa promover a conscientização sobre a importância da preservação dos biomas. A participação da sociedade civil é fundamental para o sucesso dessas ações, que dependem do engajamento de todos para serem efetivas.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade, pois a união em torno de causas ambientais é essencial para garantir um futuro sustentável. Mobilizações em prol de projetos que visam a preservação do meio ambiente podem fazer a diferença na luta contra os incêndios e na proteção dos nossos biomas.

A fruticultura irrigada em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) se destaca pela crescente adoção de energia solar, com investimentos de R$ 30 bilhões desde 2021 e previsão de mais R$ 60 bilhões. A região se torna um polo de energia renovável, apesar dos desafios de infraestrutura e impactos ambientais.

Operação do Ibama, Polícia Federal e ICMBio apreende redes e petrechos de pesca ilegais entre Passo de Torres e Jaguaruna, destacando o compromisso com a conservação ambiental no litoral de Santa Catarina.

Humberto Campana dá continuidade ao sonho do Parque Campana, um espaço de arte e ecologia em Brotas, promovendo educação ambiental e regeneração da natureza após a morte de seu irmão Fernando.

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) critica projeto de lei que flexibiliza licenciamento ambiental, considerando-o um retrocesso e ameaça aos direitos constitucionais dos brasileiros. O texto fragiliza a proteção dos biomas e compromete os compromissos do Brasil no Acordo de Paris, alertam especialistas.

O Brasil perdeu 111,7 milhões de hectares de áreas naturais entre 1985 e 2024, com 62,8 milhões de hectares de florestas devastadas, segundo o relatório do Mapbiomas. A conversão acelerada para agropecuária e mineração agrava as emissões de carbono e as mudanças climáticas.

Embarcação que perseguiu baleias-francas em Florianópolis é apreendida pelo Ibama e Polícia Federal, resultando em multa de R$ 12,5 mil e suspensão do uso do barco até 15 de novembro. A ação visa proteger a espécie ameaçada de extinção.