A edição de 2025 do WSL Layback Pro Prainha, de 9 a 13 de julho, terá status QS 4000, atraindo surfistas e famílias com atividades diversas e premiação de US$ 60 mil. O evento promove também a preservação ambiental.

A edição de 2025 do WSL Layback Pro Prainha, que ocorrerá entre os dias 9 e 13 de julho, na Prainha, Rio de Janeiro, traz novidades significativas. O evento, que anteriormente tinha status QS 1000, agora é QS 4000, oferecendo quatro mil pontos no ranking regional da World Surf League (WSL). Essa mudança aumenta as chances de classificação dos surfistas para o Challenger Series, o circuito que dá acesso à elite do surfe mundial.
Além das competições, o evento promete uma programação diversificada para toda a família. Durante os cinco dias, haverá workshops de jiu-jítsu, sessões de ioga, aulas de skate para iniciantes em uma minirrampa e uma feira com produtos de empreendedores locais. A proposta é garantir que todos, mesmo aqueles que não praticam surfe, possam se divertir e participar das atividades.
A preservação ambiental também será um foco importante do evento. Estão programadas caminhadas em trilhas na Prainha para promover a sensibilização ambiental e atividades de limpeza de praia e costão rochoso, que visam estimular a reflexão sobre o descarte de resíduos. Além disso, oficinas artísticas em contato com a natureza e estandes com exposições sobre temas variados, incluindo a coruja suindara, estarão disponíveis para os visitantes.
O acesso ao evento será facilitado com vans gratuitas que circularão entre a Prainha e o Longboard Paradise Surf Club, na Praia da Macumba, já que o estacionamento da Prainha ficará fechado durante o campeonato. As competições terão transmissão ao vivo pelo site da WSL, permitindo que os fãs acompanhem as disputas de qualquer lugar.
Entre os atletas confirmados estão o cearense Cauã Costa, atual campeão masculino, e as surfistas Tainá Hinkel e Daniella Rosas, que estão entre as melhores do ranking da WSL. O evento é realizado pela Layback e conta com o apoio da Lei de Incentivo ao Esporte do Ministério do Esporte, da Associação dos Surfistas e Amigos da Prainha (Asap) e da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (Feserj).
Bill Tassinari, diretor de marketing da Layback, destacou a importância do evento para a cultura do surfe e do jiu-jítsu no Rio de Janeiro. Com uma premiação total de US$ 60 mil, os campeões das categorias masculina e feminina receberão US$ 8 mil cada um. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois promovem não apenas o esporte, mas também a conscientização ambiental e a valorização da cultura local.

Em 2024, o Brasil registrou queimadas em 30 milhões de hectares, com a Amazônia sendo a mais afetada, totalizando 15,6 milhões de hectares queimados, um aumento alarmante de 117% em relação à média histórica. O Relatório Anual do Fogo (RAF) do MapBiomas revela que a degradação florestal, impulsionada por ações humanas e secas severas, pode levar à savanização da região.

O Buraco das Araras, uma dolina no Mato Grosso do Sul, agora conta com turismo regulamentado, com passeios guiados que variam de R$ 117,00 a R$ 385,00, visando a conservação da biodiversidade local. A interação com os animais é proibida e a entrada na dolina é restrita a pesquisas científicas.

Uma pesquisa revelou a presença de enterobactérias resistentes, como a Citrobacter telavivensis, em ostras de São Paulo, evidenciando a necessidade urgente de monitoramento ambiental e revisão das normas de controle de qualidade. As ostras, consideradas seguras para consumo, podem abrigar superbactérias, refletindo a poluição e a contaminação por metais pesados.

Uma onça-pintada foi avistada em um condomínio de luxo em Ji-Paraná, levando autoridades a mobilizarem uma força-tarefa para proteger o animal e a população local. O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) está atuando para monitorar a situação e resgatar filhotes em cativeiro.

A Fórmula 1 projeta um crescimento contínuo, com receitas de US$ 3,65 bilhões em 2024 e a meta de neutralidade de carbono até 2030, reduzindo 26% das emissões até 2024. A estratégia inclui combustíveis sustentáveis e otimização de calendários.

Um bicho-preguiça ferido foi resgatado no Parque Estadual da Pedra Branca, possivelmente vítima de descarga elétrica. O animal está sob cuidados veterinários e será reabilitado para a natureza.