Montadoras como GM, Renault e Volkswagen pedem credenciamento para o programa Carro Sustentável, que isenta IPI até 2026. Iniciativa visa descarbonizar a frota automotiva e prevê R$ 19,3 bilhões em créditos.

As montadoras General Motors (Chevrolet), Renault, Volkswagen, Hyundai e Stellantis (Fiat) solicitaram ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) o credenciamento de cinco modelos de veículos para o programa Carro Sustentável. Este programa oferece isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis que atendem a critérios de sustentabilidade até 2026. Os veículos devem emitir menos de 83 gramas de gás carbônico (CO₂) por quilômetro e conter mais de 80% de materiais recicláveis.
Os modelos propostos incluem o Chevrolet Onix, Renault Kwid, Volkswagen Polo, Hyundai HB20, Fiat Argo e Fiat Mobi. Para garantir a isenção do IPI, os veículos devem ser fabricados no Brasil, abrangendo etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem. A iniciativa foi lançada em uma cerimônia no Palácio do Planalto, com a presença do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, e outros representantes do setor automotivo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que redefine a tabela do IPI, que será válida até dezembro de 2026. O novo sistema foi projetado para não gerar déficit fiscal em relação ao total de carros vendidos no Brasil. Além da isenção do IPI para carros compactos, o IPI Verde estabelece uma alíquota base de 6,3% para veículos de passageiros e 3,9% para comerciais leves, ajustada conforme critérios de eficiência energética e reciclabilidade.
O governo estima que a nova tabela de IPI resultará em uma redução de impostos para sessenta por cento dos veículos vendidos no Brasil em 2024, sem impacto fiscal. O Carro Sustentável e o IPI Verde fazem parte do Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), que visa descarbonizar a frota automotiva do país por meio de incentivos fiscais. O programa prevê R$ 19,3 bilhões em créditos financeiros entre 2024 e 2028.
A previsão é que os investimentos associados ao Mover cheguem a até R$ 190 bilhões nos próximos anos, beneficiando a cadeia produtiva do setor automotivo, incluindo fabricantes, autopeças e concessionárias. A iniciativa não apenas promove a sustentabilidade, mas também pode impulsionar a economia local, gerando empregos e inovação no setor.
Em momentos como este, é fundamental que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que promovam a sustentabilidade e a inovação. Projetos que visam a descarbonização da frota automotiva podem se beneficiar de ações coletivas, contribuindo para um futuro mais verde e sustentável para todos.

O Programa BioRegio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) busca impulsionar a bioeconomia na Amazônia, promovendo inovação e sustentabilidade. O programa será destacado na COP30, em 2025, em Belém, visando atrair investimentos e gerar empregos.

Ibama finaliza vistorias na Ferrovia Centro Atlântica na Bahia, identificando falhas de segurança e conservação. Ações visam prevenir acidentes e mitigar riscos ambientais.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) promoveu um seminário em Porto Alegre para discutir a Agenda Referencial para o Ordenamento Territorial do Rio Grande do Sul, abordando desafios climáticos e desigualdades sociais. O evento, que contou com a participação de diversos setores, é o primeiro de três encontros programados, visando construir uma política pública que promova ações sustentáveis e integradas no estado.

A criação da Autoridade Climática, promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enfrenta impasses sobre sua estrutura e não deve ser implementada até a COP30. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destaca a complexidade da proposta e a necessidade de um novo marco regulatório para antecipar tragédias climáticas.

Câmara Municipal de Paulicéia pede fiscalização da Estação de Piscicultura da Cesp, desativada há mais de uma década, devido à escassez de peixes nativos e aumento de espécies invasoras, como a piranha-branca.

Campo Grande inicia plano de erradicação da leucena, planta exótica que ameaça a biodiversidade. A medida proíbe plantio e comércio, visando restaurar ecossistemas nativos e proteger a fauna local.