A Petrobras investe R$ 40 milhões no primeiro drone da América Latina para monitoramento marinho e emergências ambientais, em colaboração com uma fabricante brasileira. Essa inovação visa aumentar a segurança e a sustentabilidade no setor offshore.

A Petrobras anunciou um investimento de R$ 40 milhões para desenvolver o primeiro drone da América Latina destinado ao monitoramento marinho e à gestão de emergências ambientais. Este projeto inovador está sendo realizado em parceria com uma fabricante brasileira de drones, destacando a capacidade nacional em tecnologia de ponta.
O novo drone terá a função de aumentar a segurança e a sustentabilidade nas operações offshore da Petrobras, um setor em que a empresa atua há décadas. A iniciativa visa aprimorar a resposta a incidentes ambientais, proporcionando uma ferramenta eficaz para monitorar e proteger os ecossistemas marinhos.
Com a implementação dessa tecnologia, a Petrobras busca não apenas atender às suas necessidades operacionais, mas também contribuir para a preservação do meio ambiente. O uso de drones para monitoramento é uma tendência crescente no setor, permitindo uma vigilância mais eficiente e em tempo real.
A parceria com a fabricante brasileira reforça o compromisso da Petrobras com a inovação e o desenvolvimento tecnológico local. Essa colaboração pode estimular o crescimento de novas soluções no mercado nacional, promovendo a competitividade e a sustentabilidade.
Além de melhorar a segurança nas operações, o investimento em tecnologia de drones pode gerar novas oportunidades de emprego e capacitação na área de engenharia e tecnologia, beneficiando a economia local. A expectativa é que a iniciativa inspire outras empresas a adotarem práticas semelhantes.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode contribuir para o avanço de projetos que visam a proteção ambiental e a inovação tecnológica. A união em torno de causas como essa pode resultar em um impacto positivo significativo para o futuro do nosso planeta.

Cientistas alertam que a população de vaga-lumes no Brasil pode diminuir pela metade em 30 anos devido ao aquecimento global e poluição luminosa. Santuários para proteção ainda não existem no país.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, propôs um projeto de lei para punir o "ecocídio", com penas de cinco a quarenta anos de reclusão, visando proteger o meio ambiente e a saúde pública. O projeto surge em um contexto de aumento de queimadas e desmatamento no Brasil, refletindo a urgência de medidas contra crimes ambientais.

Registros inéditos do pica-pau-de-banda-branca (Dryocopus lineatus) foram feitos no Parque Nacional da Tijuca, revelando a importância da espécie para o ecossistema local. O professor Henrique Rajão documentou a presença da ave, que não constava no Plano de Manejo da área.

A onça-pintada Miranda, resgatada após incêndios no Pantanal, foi solta após 43 dias de tratamento e surpreendeu ao dar à luz um filhote, simbolizando a resiliência da fauna local. A equipe da ONG Onçafari celebra essa vitória na conservação.
Evento em março de 2025 revisou normas de proteção a cavidades subterrâneas no Brasil, destacando a necessidade de um modelo estatístico robusto e inclusão no Cadastro Nacional de Informações Espeleológicas. A discussão, promovida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), visa aprimorar a proteção e garantir a conservação desse patrimônio natural.

Após ser multada por despejo de esgoto na Represa de Guarapiranga, a Sabesp anunciou um investimento de R$ 2,57 bilhões para universalizar o saneamento na região até 2029, com 23 novas estações elevatórias e 650 km de redes.