O Ibama investirá R$ 178 mil na aquisição de novos fuzis para intensificar o combate ao crime organizado na Amazônia, após receber R$ 825 milhões do Fundo Amazônia, o maior aporte da história do fundo. Essa ação visa fortalecer a fiscalização ambiental e o controle do desmatamento ilegal, em resposta ao desmonte sofrido durante a gestão de Jair Bolsonaro.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) anunciou um investimento de R$ 178 mil na aquisição de novos fuzis. O objetivo é fortalecer o combate ao crime organizado na Amazônia. Essa decisão ocorre após o órgão receber R$ 825 milhões do Fundo Amazônia, o maior aporte da história do fundo, destinado a melhorar a fiscalização ambiental e o controle do desmatamento ilegal na região.
O diretor de Fiscalização Ambiental do Ibama, Jair Schmitt, destacou que, com os recursos do Fundo Amazônia, o órgão poderá intensificar suas ações contra os ilícitos ambientais, contando com mais recursos humanos e materiais. Essa medida é uma resposta ao desmonte significativo que o Ibama sofreu durante a gestão de Jair Bolsonaro, quando perdeu verbas e capacidade de fiscalização.
O desmonte histórico resultou em um aumento das atividades ilegais na Amazônia, como o garimpo ilegal, a grilagem de terras e a exploração madeireira. A nova aquisição de fuzis é uma tentativa de reverter essa situação, proporcionando ao Ibama ferramentas adequadas para enfrentar o crime organizado na região.
A compra dos fuzis é parte de uma estratégia mais ampla para restaurar a capacidade de fiscalização do Ibama, que foi severamente comprometida nos últimos anos. A expectativa é que, com os novos recursos, o órgão consiga realizar operações mais eficazes e abrangentes, contribuindo para a proteção da Amazônia.
Além disso, o fortalecimento do Ibama é crucial para a preservação do meio ambiente e para o combate ao desmatamento, que tem impactos diretos na biodiversidade e nas comunidades locais. A atuação efetiva do órgão é fundamental para garantir a sustentabilidade da região amazônica.
Nessa situação, a união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar iniciativas que visem a proteção ambiental e o fortalecimento de órgãos como o Ibama. Projetos que promovam a conscientização e a mobilização em torno da preservação da Amazônia são essenciais para garantir um futuro mais sustentável.

A meta global de proteger 30% dos oceanos até 2030 enfrenta sérias dificuldades, com menos de 10% das áreas marinhas protegidas efetivamente resguardadas. A pesca comercial foi autorizada em uma área marinha protegida do Pacífico, e apenas 2,04% dos mares da União Europeia têm planos de gestão adequados, evidenciando a ineficácia das AMPs.

Pesquisadores da USP identificaram um novo gênero de sapinhos, Dryadobates, revelando ao menos 12 novas espécies, com três possivelmente extintas, destacando a urgência em sua conservação.

Estudo revela que modelos de IA emitem até 50 vezes mais CO2 em respostas complexas. Pesquisadores alertam para o impacto ambiental e sugerem uso consciente da tecnologia para mitigar emissões.

O BNDES liberou R$ 1 bilhão para o Complexo Solar Draco, em Minas Gerais, que contará com 11 usinas fotovoltaicas e capacidade de 505 MW, prevendo operação em 2026. O projeto visa fortalecer a matriz solar brasileira.

A Hunter Douglas lançou o Toldo Green, um toldo purificador de ar que reduz poluentes em até 55%, desenvolvido em parceria com a Nasa e ativado pela luz solar. Essa inovação destaca-se no mercado têxtil.

Duas exposições em São Paulo e no Rio de Janeiro abordam a conexão entre arte e meio ambiente, enquanto a Câmara dos Deputados aprova projeto que compromete a proteção ambiental, gerando críticas.