O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Assunção, Paraíba, devido à estiagem, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. A cidade se junta a 116 reconhecimentos na Paraíba, a maioria por seca.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) reconheceu, no dia trinta de junho, a situação de emergência na cidade de Assunção, na Paraíba, devido à estiagem. A portaria que formaliza essa decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Com esse reconhecimento, a prefeitura poderá solicitar recursos federais para implementar ações de defesa civil.
Os recursos disponíveis incluem a compra de cestas básicas, água mineral, refeições para trabalhadores e voluntários, além de kits de limpeza e higiene pessoal. Essa medida é crucial, considerando que a Paraíba já possui cento e dezesseis reconhecimentos de emergência, sendo a maioria relacionada à seca.
Atualmente, dos reconhecimentos vigentes, cento e onze são por seca, dois por enxurradas, um por inundações, um por colapso de edificações e um por chuvas intensas. A situação hídrica no estado exige ações imediatas para minimizar os impactos sobre a população afetada.
Cidades que recebem o reconhecimento federal de situação de emergência ou calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR. A solicitação deve ser feita através do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), onde a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as propostas e libera os valores necessários.
A Defesa Civil Nacional também oferece cursos a distância para capacitar agentes de proteção e defesa civil, visando melhorar a gestão de desastres nas esferas municipal e estadual. Essas capacitações são fundamentais para que os municípios possam responder de forma eficaz a situações de emergência.
Neste contexto, a união da sociedade civil é essencial para apoiar as vítimas da estiagem e fortalecer as iniciativas de ajuda. Projetos que visam arrecadar fundos para a compra de alimentos e itens de primeira necessidade podem fazer uma grande diferença na vida das pessoas afetadas por essa crise. A solidariedade pode ser um caminho para amenizar os efeitos da seca na Paraíba.

Entre 1985 e 2024, 24% do Brasil queimou, totalizando 206 milhões de hectares. Em 2024, os incêndios aumentaram 62%, com destaque para o Pantanal e mudanças na vegetação afetada.

Onças-pardas enfrentam alta mortalidade em São Paulo, com 47 atropelamentos anuais. Avistamentos recentes em Mairiporã e resgates em Assis destacam a urgência de medidas de conservação.

Cientistas do MIT desenvolveram um dispositivo inovador que transforma ar do deserto em água potável, utilizando hidrogel e sais de lítio. O equipamento, testado no Vale da Morte, gera 160 ml de água por dia, oferecendo esperança a bilhões sem acesso à água.

Empresas brasileiras, como Ambipar e Solar Coca-Cola, estão inovando ao transformar resíduos em combustíveis, promovendo sustentabilidade e reduzindo custos operacionais. Essa prática gera impactos positivos na economia e no meio ambiente.

A COP30 se aproxima, mas apenas 25 países apresentaram planos climáticos, representando 20% das emissões globais. O aquecimento já atinge 1,36°C, e a janela para limitar a 1,5°C está se fechando.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou 63 dispositivos do projeto de lei que flexibiliza o licenciamento ambiental, priorizando a proteção ambiental e os direitos indígenas. O governo enviou um novo projeto ao Congresso para corrigir lacunas.