Cerca de 340 mil imóveis em São Paulo e Rio Grande do Sul enfrentaram falta de energia devido a ventos fortes e ciclones. Estragos foram registrados, e alerta de queda de temperatura foi emitido.

Cerca de quarenta mil imóveis em São Paulo e na Região Metropolitana amanheceram sem luz na segunda-feira (28) devido a um vendaval. A Enel informou que a falta de energia afetou a capital e cidades como São Bernardo do Campo, Diadema e Cotia. A ventania causou também a queda de árvores, atrasos em voos e danos significativos no Litoral e no Vale do Paraíba.
No Rio Grande do Sul, mais de trezentos mil clientes enfrentaram falta de energia em decorrência de um ciclone extratropical que gerou ventos superiores a 100 quilômetros por hora. Em Xangri-Lá, um dos principais destinos turísticos do Litoral Norte, a Plataforma Marítima da Atlântida sofreu danos severos, com parte de sua estrutura destruída durante a passagem do ciclone.
Desde o início de 2023, a plataforma estava interditada após danos anteriores causados pela maré. A situação atual levanta preocupações sobre a segurança e a recuperação da área, que é um ponto de atração para turistas e moradores locais.
Além dos danos materiais, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta para a queda de temperatura prevista para esta terça-feira (29). A população deve se preparar para as mudanças climáticas e as consequências que elas podem trazer.
Esses eventos climáticos extremos têm se tornado mais frequentes, exigindo uma resposta rápida e eficaz das autoridades e da sociedade. A necessidade de infraestrutura resiliente e de um planejamento urbano que considere as mudanças climáticas é mais evidente do que nunca.
Vítimas do vendaval e do ciclone podem precisar de apoio para se recuperar desses incidentes. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de quem foi afetado, promovendo iniciativas que ajudem a reconstruir lares e a revitalizar comunidades impactadas.

Pesquisadores do Barcelona Supercomputing Center e do Banco Central Europeu revelam que eventos climáticos extremos entre 2022 e 2024 causaram aumentos de até 300% nos preços de alimentos, impactando consumidores globalmente.

Estudo da USP revela que 54,1% das cidades brasileiras têm baixa capacidade de adaptação às mudanças climáticas, com apenas 36,9% possuindo planos de habitação e 13% de redução de riscos. A pesquisa destaca a urgência de políticas públicas eficazes para enfrentar eventos extremos.

Cientistas reviveram o verme Panagrolaimus kolymaensis, congelado por 46 mil anos no permafrost siberiano, revelando novas possibilidades para criopreservação e conservação de espécies. Essa descoberta pode revolucionar a biomedicina e a preservação da vida em condições extremas.

O Prêmio Recicla 2025, lançado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), destina R$ 200 mil para projetos de reciclagem e economia circular. As inscrições vão até 17 de outubro de 2025, visando transformar propostas em ações concretas e combater os baixos índices de reciclagem no Brasil, que são de apenas 4%, e na Amazônia, que chega a 1%.

A Unilever implementou o uso de biometano na fábrica de Vinhedo, eliminando três mil toneladas de CO2 anualmente. A Ultragaz fornece o biometano, oriundo de resíduos orgânicos, contribuindo para a descarbonização.

Pesquisadores da Coreia do Sul desenvolveram uma tecnologia que converte resíduos plásticos em hidrogênio limpo utilizando luz solar e água, prometendo reduzir a poluição e gerar energia renovável. O sistema fotocatalítico inovador, criado pelo Instituto de Ciências Básicas e pela Universidade Nacional de Seul, se destaca por sua estabilidade em diversas condições ambientais.