Cerca de 340 mil imóveis em São Paulo e Rio Grande do Sul enfrentaram falta de energia devido a ventos fortes e ciclones. Estragos foram registrados, e alerta de queda de temperatura foi emitido.

Cerca de quarenta mil imóveis em São Paulo e na Região Metropolitana amanheceram sem luz na segunda-feira (28) devido a um vendaval. A Enel informou que a falta de energia afetou a capital e cidades como São Bernardo do Campo, Diadema e Cotia. A ventania causou também a queda de árvores, atrasos em voos e danos significativos no Litoral e no Vale do Paraíba.
No Rio Grande do Sul, mais de trezentos mil clientes enfrentaram falta de energia em decorrência de um ciclone extratropical que gerou ventos superiores a 100 quilômetros por hora. Em Xangri-Lá, um dos principais destinos turísticos do Litoral Norte, a Plataforma Marítima da Atlântida sofreu danos severos, com parte de sua estrutura destruída durante a passagem do ciclone.
Desde o início de 2023, a plataforma estava interditada após danos anteriores causados pela maré. A situação atual levanta preocupações sobre a segurança e a recuperação da área, que é um ponto de atração para turistas e moradores locais.
Além dos danos materiais, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta para a queda de temperatura prevista para esta terça-feira (29). A população deve se preparar para as mudanças climáticas e as consequências que elas podem trazer.
Esses eventos climáticos extremos têm se tornado mais frequentes, exigindo uma resposta rápida e eficaz das autoridades e da sociedade. A necessidade de infraestrutura resiliente e de um planejamento urbano que considere as mudanças climáticas é mais evidente do que nunca.
Vítimas do vendaval e do ciclone podem precisar de apoio para se recuperar desses incidentes. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de quem foi afetado, promovendo iniciativas que ajudem a reconstruir lares e a revitalizar comunidades impactadas.

Estudo revela que 96% dos bancos de rodolitos em Abrolhos estão desprotegidos, ameaçando a biodiversidade marinha. O Brasil precisa avançar na proteção de áreas marinhas, com apenas 26% de seu território protegido.

Niterói se destaca na observação de baleias jubarte, com expedições promovidas pelo Projeto Amigos da Jubarte, ressaltando a importância do turismo sustentável para a conservação ambiental. A cidade, agora um potencial berçário, une preservação e desenvolvimento econômico, atraindo visitantes e gerando emprego.

Estudo da Esalq revela que o fungo Metarhizium robertsii pode induzir defesas na cana-de-açúcar, reduzindo o uso de inseticidas e promovendo um controle biológico mais eficiente e sustentável. A pesquisa, liderada por Marvin Mateo Pec Hernández, destaca a capacidade do fungo em alterar compostos voláteis e fitormônios, atraindo inimigos naturais das pragas.

A Prefeitura de São Paulo reestrutura seu programa de arborização, priorizando áreas áridas como Sapopemba, em resposta a críticas de ambientalistas e visando mitigar o calor urbano. O projeto "Futuro Mais Verde" busca reverter a escassez de árvores no Centro e na Zona Leste, com plantios de espécies nativas e melhorias em calçadas. A meta é aumentar de 10 para 50 bosques até 2028.

Novo Acordo de Reparação destina R$ 11 bilhões para universalizar o saneamento na bacia do Rio Doce até 2033, com foco em água potável e esgoto tratado. Governos e empresas se unem para reverter danos históricos.

O cultivo comercial de algas marinhas pode aliviar a pressão sobre a agricultura e melhorar a saúde intestinal, com empresas como a Oceanium desenvolvendo produtos inovadores para a saúde humana.