Relatório da ONU alerta que a temperatura global pode ultrapassar 1,5°C em cinco anos, com riscos severos à saúde e economia, exigindo ações urgentes para reduzir emissões de gases de efeito estufa.

Um novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) destaca a urgência de ações globais para enfrentar o aumento das temperaturas. A previsão da Organização Meteorológica Mundial (OMM) indica que a média global pode ultrapassar 1,5°C nos próximos cinco anos, um limite crítico estabelecido no Acordo de Paris. O documento alerta que essa elevação pode chegar a 1,9°C, resultando em riscos climáticos severos e imprevisíveis.
A escalada das temperaturas impacta diretamente a saúde pública e as economias locais, tornando as populações mais vulneráveis a eventos climáticos extremos, como incêndios, secas e inundações. O relatório ressalta que o ano anterior já foi o mais quente registrado, reforçando a necessidade de uma resposta rápida e eficaz para mitigar esses efeitos.
Os cientistas concordam que cada fração de dióxido de carbono (CO₂) evitada ou removida da atmosfera é crucial. A ONU propõe medidas imediatas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e implementar estratégias de adaptação. Essas ações são essenciais para proteger a saúde das pessoas e garantir a estabilidade econômica das regiões afetadas.
As consequências das mudanças climáticas não afetam apenas o meio ambiente, mas também a vida cotidiana das pessoas. A intensificação de desastres naturais pode levar a perdas significativas em infraestrutura e recursos, exigindo um esforço conjunto para enfrentar esses desafios.
Além disso, o relatório da OMM enfatiza que a implementação de políticas eficazes é fundamental para reverter essa tendência alarmante. A colaboração entre governos, empresas e a sociedade civil é vital para promover soluções sustentáveis e garantir um futuro mais seguro.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam ajudar comunidades afetadas por desastres climáticos e promover iniciativas sustentáveis devem ser incentivados. Cada ação conta e pode transformar a realidade de muitos, contribuindo para um mundo mais resiliente e justo.

A Global Footprint Network alerta que a humanidade esgotou os recursos naturais de 2025 em 24 de julho, uma semana antes do ano anterior, exigindo 1,8 planetas para sustentar o consumo atual. A crise ecológica é impulsionada pelos padrões de consumo dos países mais ricos, que devem repensar suas práticas para evitar um colapso ambiental.

O Zoológico de Brasília permanece fechado sem previsão de reabertura, conforme anunciado pelo secretário de Agricultura, Rafael Bueno, devido à migração de aves silvestres. Além disso, ele destacou uma safra recorde de grãos no DF e novos projetos de proteção ambiental.

São Paulo abriga mais de 200 rios e córregos, a maioria encoberta por urbanização. O projeto Rios e Ruas busca conscientizar sobre a importância da água na cidade, promovendo eventos educativos.

Representantes do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) visitaram empreendimentos na Itália para aprender sobre gestão de resíduos sólidos, buscando soluções adaptadas ao Brasil. A troca de experiências é crucial para enfrentar os mais de 3 mil lixões ativos no país e desenvolver parcerias locais.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou um decreto que isenta de IPI carros sustentáveis a partir de 11 de novembro, visando descarbonização e acessibilidade. A medida faz parte do programa Mobilidade Verde e Inovação, que também ajusta alíquotas para veículos poluentes.

Vereadores do Rio de Janeiro derrubam veto do prefeito Eduardo Paes e declaram Padre José de Anchieta Patrono Municipal da Educação, enquanto mantêm veto ao "Dia da Cegonha Reborn". Iniciativas de sustentabilidade também avançam.