Ibama realiza operação em Parintins para combater uso ilegal de fauna silvestre em artesanatos durante festival folclórico, promovendo a conscientização e a preservação ambiental. A ação visa garantir um evento seguro e sustentável.
Manaus/AM (27 de junho de 2025) - O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizou, no dia 25, a operação “Não Tire as Penas da Vida” em Parintins, município localizado a cerca de 370 quilômetros de Manaus. O objetivo da ação é promover a conscientização e combater o uso ilegal da fauna silvestre na confecção de adereços e artesanatos durante o festival folclórico da cidade. A operação é parte da “Operação Parintins”, que conta com a parceria da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP).
Joel Araújo, superintendente do Ibama no Amazonas, destacou a importância da colaboração entre as instituições para garantir um festival seguro e sustentável. “É fundamental estarmos juntos para fortalecer as ações”, afirmou. A operação “Não Tire as Penas da Vida” visa educar tanto os artesãos que utilizam partes de animais quanto os consumidores desses produtos, promovendo a preservação da fauna silvestre.
Desde o início da campanha, o Ibama tem realizado atividades de Educação Ambiental em diversas instituições e escolas do Amazonas, não se limitando apenas aos festivais. As fiscalizações ocorrem antes, durante e após o evento, reforçando o compromisso da autarquia com a proteção dos ecossistemas brasileiros.
A operação é uma resposta à necessidade de conscientização sobre o impacto do uso ilegal da fauna silvestre, que pode levar à extinção de espécies e à degradação ambiental. O Ibama busca, assim, não apenas punir, mas também educar a população sobre a importância da preservação.
As ações do Ibama são essenciais para garantir que a cultura local não dependa da exploração ilegal da fauna. A conscientização é um passo crucial para a mudança de comportamento e para a construção de um futuro mais sustentável. O festival folclórico de Parintins, conhecido por sua riqueza cultural, pode se tornar um exemplo de respeito à natureza.
Nossa união pode fazer a diferença na preservação da fauna silvestre. Projetos que incentivem a educação ambiental e a conscientização sobre o uso responsável dos recursos naturais são fundamentais para garantir que as futuras gerações possam desfrutar da riqueza da biodiversidade brasileira.

A série Conferências FAPESP 2025 retoma com a temática "Transição Energética", liderada por Thelma Krug, visando contribuir para a COP30 em Belém. O evento ocorrerá em 30 de maio, das 10h às 12h.

O governo brasileiro apresenta o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), que visa mobilizar US$ 125 bilhões para preservar florestas tropicais, com pagamentos por hectare preservado. A iniciativa, a ser lançada na COP30, promete autossustentabilidade e flexibilidade no uso dos recursos, beneficiando mais de 70 países.

Ministério Público Federal solicita a suspensão da construção de uma casa na Joatinga, devido à falta de licença do Iphan e ao corte ilegal de 16 árvores em área tombada. Moradores denunciam desmatamento.

Um projeto de monitoramento na Reserva Ecológica Estadual da Juatinga, em Paraty (RJ), revelou filhotes de Trinta-réis-de-bando e Trinta-réis-de-bico-vermelho, destacando a importância da preservação ambiental para a avifauna local. A iniciativa, em colaboração com a Universidade de Cornell, mapeia comportamentos migratórios e reforça a necessidade de ambientes seguros para reprodução.

Um estudo recente alerta que, com um aquecimento de 1,2 °C, o nível do mar já está subindo, ameaçando comunidades costeiras e acelerando o derretimento das camadas de gelo na Groenlândia e Antártida. A pesquisa, publicada na revista Communications Earth & Environment, revela que a perda de gelo chega a 370 bilhões de toneladas métricas por ano, podendo elevar o nível do mar em vários metros nos próximos séculos. A COP30, que ocorrerá em Belém em 2025, será crucial para discutir a adaptação às mudanças climáticas e os compromissos de redução de emissões.

Especialistas reavaliam o experimento Biosfera 2, destacando suas lições sobre ecologia e a complexidade de recriar sistemas naturais, além de seu valor na pesquisa sobre mudanças climáticas. O projeto, que custou cerca de US$ 150 milhões, revelou a dificuldade de sustentar a vida humana fora da Terra e a importância de proteger nosso planeta.