A menos de 100 dias da COP30, o Carajás Roundtable reunirá líderes do setor público e privado para debater governança climática, com palestras de André Corrêa do Lago e Gustavo Pimenta.

A menos de cem dias para a COP30, lideranças empresariais, do setor público e da sociedade civil se reúnem de quarta a sexta-feira no Bioparque Vale Amazônia, localizado na Floresta Nacional de Carajás. O evento, conhecido como Carajás Roundtable, é promovido pela Vale, pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) e pela Global Foundation, e terá debates focados em governança climática e na atuação do setor privado.
O encontro, que é fechado para convidados, contará com a presença de importantes figuras do cenário nacional e internacional. Entre os palestrantes estão André Corrêa do Lago, presidente da COP30, e Gustavo Pimenta, presidente da Vale. As discussões visam fortalecer a colaboração entre os setores para enfrentar os desafios climáticos.
A governança climática é um tema central do evento, refletindo a necessidade de um esforço conjunto para mitigar os impactos das mudanças climáticas. O papel do setor privado é considerado crucial, uma vez que as empresas têm a capacidade de implementar práticas sustentáveis e inovadoras que podem contribuir significativamente para a preservação ambiental.
Além das palestras, o Carajás Roundtable promoverá debates interativos, permitindo que os participantes compartilhem experiências e estratégias. A troca de ideias entre líderes de diferentes setores é fundamental para a construção de soluções eficazes e integradas.
Com a proximidade da COP30, a expectativa é que o evento sirva como um catalisador para ações concretas e compromissos mais robustos em relação à sustentabilidade. A mobilização de recursos e a criação de parcerias são essenciais para garantir que as metas climáticas sejam alcançadas.
Neste contexto, a união de esforços pode fazer a diferença. Projetos que visam a sustentabilidade e a proteção ambiental devem ser incentivados pela sociedade civil, pois cada contribuição pode impactar positivamente a luta contra as mudanças climáticas e promover um futuro mais sustentável.
O Comitê Gestor da CPR Furnas liberou R$ 147,7 milhões para ampliar o canal de navegação de Nova Avanhandava, essencial para o escoamento agrícola e operação das hidrelétricas. A obra, com investimento total de R$ 293 milhões, visa melhorar o transporte fluvial e reduzir emissões de CO₂.

A Unilever inicia a operação com biometano em sua fábrica de Vinhedo (SP), eliminando as emissões de carbono de suas caldeiras e reduzindo em três mil toneladas a emissão de CO2 anualmente. A parceria com a Ultragaz viabiliza essa transição energética, contribuindo para a sustentabilidade e a descarbonização da indústria brasileira.

A casca do abacate, frequentemente descartada, pode ser reutilizada como fertilizante, esfoliante e tratamento capilar, promovendo sustentabilidade e autocuidado. Essa prática simples e econômica transforma resíduos em aliados para a beleza e o cultivo.

Fãs brasileiros de artistas internacionais e nacionais se mobilizaram em um protesto virtual, elevando a hashtag “#RespeitemAAmazônia” em apoio a um abaixo-assinado contra o PL da Devastação. A ação, que coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente, visa pressionar contra o projeto de lei que facilita atividades em áreas ambientalmente sensíveis. Celebridades como Taylor Swift, Beyoncé e BTS participaram da mobilização, destacando a importância da preservação da Amazônia.

A COP30, em Belém, Brasil, enfrenta desafios com apenas 20% dos países signatários do Acordo de Paris apresentando novas NDCs. O embaixador André Correa do Lago pede maior comprometimento para combater as mudanças climáticas.

O inverno de 2025 traz temperaturas de 3 °C a 5 °C mais baixas em São Paulo, aumentando a demanda por energia e medicamentos, e impactando saúde, agronegócio e turismo. O meteorologista Guilherme Martins, da Nottus, destaca que a mudança climática gera consequências econômicas, com um aumento de 107% nos casos de gripe em 2024. O setor de saúde enfrenta pressão, enquanto a demanda por energia elétrica e gás natural cresce. O agronegócio apresenta um cenário misto, e o varejo se beneficia com vendas de produtos de inverno. O turismo também é afetado, com migração de turistas para regiões mais quentes.