A Polícia Militar do Distrito Federal resgatou quatro pássaros da espécie baiano em Riacho Fundo II, autuando o responsável por crime ambiental. As aves serão reabilitadas para possível soltura.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), resgatou quatro pássaros da espécie baiano (Sporophila nigricollis) que estavam sendo mantidos ilegalmente em cativeiro. A operação ocorreu no dia seis de junho, em Riacho Fundo II, após uma denúncia sobre a guarda irregular das aves.
No local indicado, os policiais encontraram os quatro exemplares da espécie, que são protegidos pela legislação ambiental. O responsável pela guarda dos pássaros foi autuado em flagrante e responderá por crime ambiental, conforme o artigo 29, caput, inciso III, da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98), que proíbe a posse irregular de animais silvestres.
As aves apreendidas serão encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS/Ibama), onde receberão cuidados veterinários e passarão por um processo de reabilitação. O objetivo é garantir que, após a recuperação, os pássaros possam ser reintegrados ao seu habitat natural.
Essa ação da PMDF é parte de um esforço contínuo para combater a criação ilegal de aves silvestres e proteger a fauna local. A prática de manter animais silvestres em cativeiro não apenas infringe a lei, mas também prejudica a biodiversidade e o equilíbrio ecológico.
Além do resgate dos pássaros, a PMDF tem intensificado suas operações para coibir outras práticas ilegais que ameaçam a fauna do Distrito Federal. A conscientização da população sobre a importância da preservação ambiental é fundamental para o sucesso dessas iniciativas.
Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam a proteção da fauna e a reabilitação de animais silvestres merecem apoio e incentivo, pois contribuem para a preservação do meio ambiente e o bem-estar dos animais.

O Brasil busca apoio de países amazônicos para um fundo de US$ 125 bilhões, que será discutido na cúpula da OTCA em Bogotá, visando a conservação das florestas. Lideranças indígenas pedem a interrupção da exploração de petróleo na região.

A partir de 2027, companhias aéreas brasileiras devem reduzir em 1% suas emissões de carbono, aumentando para 10% até 2037. O Brasil, com tecnologia e biomassa, investe R$ 28 bilhões em combustíveis sustentáveis para aviação.

O fórum “COP30 – O que o Brasil deve entregar ao mundo em Belém” reunirá especialistas em São Paulo para discutir sustentabilidade e desafios climáticos, com foco na Conferência das Nações Unidas de 2025. O evento, promovido por VEJA e VEJA NEGÓCIOS, contará com a presença do governador do Pará, Helder Barbalho, e abordará temas como agronegócio, preservação de florestas, transição energética e financiamento da economia verde.

Homem é multado em R$ 7,5 mil por perseguir elefante-marinho-do-sul em Criciúma, SC. O Ibama destaca a importância de respeitar a fauna migratória e as consequências legais para atos de molestamento.

A Korin, especializada em ovos e frangos orgânicos, planeja dobrar sua produção de bioinsumos, atualmente em 1,3 milhão de litros, visando crescimento no Brasil antes da internacionalização. A empresa, sob a liderança de Sérgio Homma, investe em pesquisa e desenvolvimento, com 16% a 17% do faturamento anual direcionados a essa área. O biofertilizante Bokashi é seu principal produto, representando 80% da receita. Apesar da alta nos custos, a Korin projeta um crescimento de 5% a 10% na safra atual e uma expansão significativa até 2027.

Pesquisadoras do Viva Instituto Verde Azul avistaram uma baleia-azul jovem em Ilhabela, São Paulo, um evento inédito que gera preocupações sobre sua saúde e os impactos ambientais que pode enfrentar.