A Polícia Militar do Distrito Federal resgatou quatro pássaros da espécie baiano em Riacho Fundo II, autuando o responsável por crime ambiental. As aves serão reabilitadas para possível soltura.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), resgatou quatro pássaros da espécie baiano (Sporophila nigricollis) que estavam sendo mantidos ilegalmente em cativeiro. A operação ocorreu no dia seis de junho, em Riacho Fundo II, após uma denúncia sobre a guarda irregular das aves.
No local indicado, os policiais encontraram os quatro exemplares da espécie, que são protegidos pela legislação ambiental. O responsável pela guarda dos pássaros foi autuado em flagrante e responderá por crime ambiental, conforme o artigo 29, caput, inciso III, da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98), que proíbe a posse irregular de animais silvestres.
As aves apreendidas serão encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS/Ibama), onde receberão cuidados veterinários e passarão por um processo de reabilitação. O objetivo é garantir que, após a recuperação, os pássaros possam ser reintegrados ao seu habitat natural.
Essa ação da PMDF é parte de um esforço contínuo para combater a criação ilegal de aves silvestres e proteger a fauna local. A prática de manter animais silvestres em cativeiro não apenas infringe a lei, mas também prejudica a biodiversidade e o equilíbrio ecológico.
Além do resgate dos pássaros, a PMDF tem intensificado suas operações para coibir outras práticas ilegais que ameaçam a fauna do Distrito Federal. A conscientização da população sobre a importância da preservação ambiental é fundamental para o sucesso dessas iniciativas.
Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam a proteção da fauna e a reabilitação de animais silvestres merecem apoio e incentivo, pois contribuem para a preservação do meio ambiente e o bem-estar dos animais.

Três juristas propõem a criação de um Tribunal Ambiental Internacional na COP30, em Belém, para investigar crimes ambientais transnacionais, destacando a urgência da proteção ambiental. A proposta visa fortalecer a jurisdição global e a defesa do meio ambiente, considerando-o um direito humano essencial do século 21.

Mais da metade das ciclovias de São Paulo não atende às larguras mínimas recomendadas, segundo levantamento do gabinete da vereadora Renata Falzoni. A gestão municipal busca aprimorar a infraestrutura cicloviária.

O PL 2.159, aprovado no Senado, facilita o licenciamento ambiental por autodeclaração, levantando preocupações sobre dados imprecisos e riscos ambientais, segundo especialistas. A falta de governança e fiscalização pode impactar negativamente as exportações brasileiras.

A pesquisa da Esalq revela que a vida útil das florestas secundárias na Mata Atlântica está em declínio, impactada pela expansão agrícola e lacunas na legislação de proteção. O estudo destaca a necessidade urgente de políticas eficazes para garantir a permanência dessas florestas e seus serviços ecossistêmicos.

Chuvas intensas e riscos de alagamentos afetam 18 estados brasileiros. O Inmet alerta para precipitações de até 100 mm/dia e ventos fortes. A população deve evitar áreas de risco e seguir orientações de segurança.

Grupo Águas do Brasil recolheu mais de 255 mil litros de óleo desde 2019, evitando a poluição de 6,3 bilhões de litros de água. Em 2025, o número de pontos de coleta cresceu de 82 para quase 700, refletindo um impacto significativo.