O BNDES lançou um novo ciclo do programa BNDES Garagem, que irá selecionar até 100 startups até 2026, oferecendo prêmios de até R$ 160 mil e priorizando diversidade e inclusão. A iniciativa visa impulsionar soluções para desafios nacionais, como sustentabilidade e geração de emprego.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou, no dia 11 de agosto, o lançamento de um novo ciclo do programa BNDES Garagem, que oferece apoio a empreendedores e startups de impacto. Este ciclo, que terá início em novembro, selecionará até 100 startups focadas em áreas estratégicas, como economia verde, educação, saúde, periferias e economia azul, com prêmios que podem chegar a R$ 160 mil.
O programa será dividido em dois módulos: Criação, destinado a empresas em fase inicial, e Tração, voltado para startups em crescimento. Cada módulo irá acelerar 50 startups, totalizando cem negócios até 2026. Os dez negócios mais destacados ao longo do processo receberão prêmios que variam entre R$ 32 mil e R$ 160 mil, dependendo do módulo em que estão inseridos.
Uma das novidades deste ciclo é o Prêmio Mais Brasil, que tem como objetivo apoiar startups das regiões Norte e Nordeste, além de negócios voltados para as periferias. Os prêmios para essas categorias variam de R$ 20 mil em Criação a R$ 30 mil em Tração. A Quintessa será a aceleradora responsável por proporcionar mentorias, conexões com investidores e conteúdos voltados à inovação e ao empreendedorismo de impacto.
O BNDES Garagem já possui um histórico de sucesso, tendo acelerado mais de 300 startups em ciclos anteriores. Na edição de 2024, o programa recebeu 1,84 mil inscrições e apoiou 100 startups, resultando em um total de R$ 720 mil em prêmios e mais de R$ 21 milhões em valor movimentado, além de 21 novos contratos e mais de 600 conexões estratégicas entre empreendedores e investidores.
O novo ciclo do programa também prioriza a diversidade, exigindo que 40% das startups selecionadas sejam sediadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além de refletirem a diversidade racial e de gênero do país. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que o BNDES Garagem é um compromisso estratégico do banco com o futuro do Brasil, visando fomentar soluções para desafios nacionais como geração de emprego e redução das desigualdades.
A nova chamada pública já está aberta, e as startups interessadas podem acessar mais informações no site do BNDES Garagem. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união em torno de iniciativas que promovem a inovação e o desenvolvimento pode transformar realidades e criar oportunidades para muitos.

A Copa do Brasil feminina retorna após nove anos, reunindo 32 equipes em um formato mata-mata. A CBF investe na competitividade e visibilidade do futebol feminino no Brasil, com foco na representatividade.

Casos de violência contra crianças e adolescentes, como os de Paula e Letícia, evidenciam a importância da Lei Henry Borel, que garante proteção e medidas urgentes para as vítimas.

A Prefeitura de São Paulo ampliou o Serviço de Atendimento Móvel (Samu) com 60 novas motolâncias e o primeiro heliponto de resgate na marginal Tietê, visando agilidade no atendimento de emergências. As motolâncias, agora totalizando 80, são operadas por equipes de enfermagem e equipadas para estabilização de pacientes em situações críticas. O investimento foi de R$ 2,4 milhões, enquanto o heliponto recebeu R$ 1,035 milhão, otimizando o socorro e evitando interrupções no trânsito.

Muitos adultos autistas permanecem sem diagnóstico, enfrentando desafios emocionais e sociais. A psicoterapeuta Tatiana Perecin destaca a urgência de inclusão e formação adequada para profissionais de saúde.

Fernando Magrin, fundador do bloco MinhoQueens, reflete sobre sua trajetória aos 60 anos, enfrentando homofobia e etarismo, e destaca a Parada do Orgulho LGBT+ de 2025, que abordará o envelhecimento na comunidade.

O conceito de doulas do fim da vida está se expandindo no Brasil, oferecendo suporte emocional e prático a pacientes terminais e suas famílias, apesar da falta de regulamentação da profissão. Essas profissionais, muitas vezes com formação em saúde, atuam em três fases: pré-morte, morte e pós-morte, promovendo uma passagem mais humanizada e respeitosa. A presença das doulas é crescente, inspirada em modelos de países como Portugal e Estados Unidos, e busca garantir dignidade e acolhimento nos momentos finais da vida.