O governo Lula lança um Programa Nacional de Segurança de Motociclistas para reduzir mortes no trânsito, com foco em fiscalização e conscientização. Medidas visam proteger os 13.521 motociclistas mortos em 2023.

A ajudante de produção Flávia Martins de Souza, de 39 anos, faleceu em um acidente de moto em Jundiaí, São Paulo, no dia 17 de julho. Ela estava na garupa de uma motocicleta solicitada por aplicativo quando o condutor colidiu com outra moto. Este trágico evento destaca a crescente preocupação com a segurança dos motociclistas, que representam quase 40% das mortes no trânsito em 2023 no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde.
Em resposta a essa situação alarmante, o governo Lula está implementando o Programa Nacional de Segurança de Motociclistas, uma versão adaptada do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). O programa, que será discutido em conferências em Brasília, busca reduzir a letalidade entre motociclistas por meio de medidas de fiscalização e engenharia de trânsito, além de promover a primeira Semana Nacional de Prevenção a Acidentes com Motociclistas, sancionada em outubro de 2024.
Os dados são preocupantes: em 2023, 13.521 ocupantes de motos perderam a vida em acidentes, um aumento significativo em relação aos anos anteriores. O crescimento da frota de motocicletas também é notável, passando de 22,7 milhões em junho de 2019 para mais de 29 milhões em 2023, o que representa um aumento na proporção de motos em relação ao total de veículos nas ruas.
O titular da Secretaria Nacional de Trânsito, Adrualdo de Lima Catão, afirma que o programa visa criar uma estratégia de governança e comunicação semelhante à da Lei Seca, que reduziu em 24% as mortes no trânsito relacionadas ao consumo de álcool. O objetivo é aumentar o uso de capacetes padronizados entre os motociclistas, especialmente em áreas onde essa prática é menos comum.
Além disso, o programa abordará a falta de habilitação entre os motociclistas, já que cerca de 53,8% dos proprietários de motocicletas não possuem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Medidas de engenharia de trânsito, como a redução da velocidade máxima em vias com grande circulação de motos e a implementação de faixas exclusivas, também estão em discussão.
Com o aumento das mortes de motociclistas, é essencial que a sociedade se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a segurança no trânsito. Vítimas de acidentes podem precisar de ajuda na recuperação desse incidente, e projetos que visem a conscientização e a educação no trânsito devem ser estimulados pela sociedade civil. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença na vida de muitos.

A artista Castiel Vitorino Brasileiro apresenta a exposição "Eterno Vulnerável" no Solar dos Abacaxis, com 40 obras que refletem sua busca por liberdade e cura, ligadas à memória de sua mãe desaparecida. A mostra, que celebra o décimo aniversário do espaço, explora a temporalidade e a relação com a ancestralidade, destacando a fragilidade da liberdade. A visitação é gratuita, de quarta a sábado, até 1 de novembro.

No segundo dia da Flip 2025, Neige Sinno e Anabela Mota Ribeiro discutiram luto e violência sexual, apresentando suas obras e abordagens únicas sobre esses temas impactantes. Sinno, com "Triste tigre", e Ribeiro, com "O quarto do bebê", exploraram experiências profundas e reflexões sobre dor e superação.

A Prefeitura de São Paulo, com apoio do BID, iniciou um projeto para mapear e revitalizar escadarias em Sapopemba, visando melhorar a mobilidade e segurança da comunidade. A iniciativa busca integrar moradores e promover acessibilidade em áreas vulneráveis.

A farmacêutica Renata R. M. Zuvela Pera lançou "Frontiers of Healing", que discute a acessibilidade a tratamentos médicos e propõe uma abordagem multidisciplinar para combater desigualdades no acesso a medicamentos.

O Ministério das Cidades atualizou os limites de renda do programa Minha Casa, Minha Vida e introduziu uma nova linha de financiamento para a classe média. Agora, famílias com renda mensal de até R$ 12 mil podem financiar imóveis de até R$ 500 mil, com juros de 10% ao ano. As faixas de renda 1, 2 e 3 também tiveram seus limites ajustados, visando beneficiar cerca de 100 mil famílias com taxas menores.

Tribunais de 13 estados, incluindo a Bahia, não estão cumprindo o prazo de 48 horas para analisar medidas protetivas da Lei Maria da Penha, com demoras que chegam a 16 dias, comprometendo a segurança das vítimas.