A borra de café, rica em nutrientes como potássio, fósforo e nitrogênio, é um excelente aditivo para o solo, beneficiando plantas como rosas, hortênsias, orquídeas, manjericão e tomateiros. Essa prática sustentável melhora o crescimento e a resistência das plantas, tornando-as mais saudáveis e produtivas.

O uso de borra de café na jardinagem tem se mostrado uma prática benéfica para diversas plantas. Esse resíduo, rico em nutrientes como potássio, fósforo e nitrogênio, pode ser um aliado no cultivo de flores e hortaliças. Recentemente, especialistas destacaram que a borra pode favorecer o crescimento de plantas como rosas, hortênsias, orquídeas, manjericão e tomateiros, proporcionando um solo mais fértil e saudável.
As roseiras, conhecidas por sua beleza, se beneficiam do nitrogênio presente na borra, que fortalece folhas e caules. A aplicação moderada desse resíduo ajuda na retenção de umidade e nutrição do solo, resultando em flores mais abundantes e duradouras. Assim, a borra de café se torna uma aliada importante para quem deseja cultivar rosas saudáveis.
As hortênsias, famosas por suas flores exuberantes, também se beneficiam da borra de café. O resíduo contribui para acidificar o solo, favorecendo a formação de flores azuis. Além disso, o nitrogênio presente estimula o desenvolvimento das folhas e a intensidade da floração, tornando as plantas mais vibrantes e cheias.
As orquídeas, conhecidas por suas flores delicadas, prosperam em solos levemente ácidos e bem nutridos. A borra de café, quando utilizada com moderação, ajuda a manter o pH adequado e fornece nutrientes essenciais que fortalecem as raízes e estimulam a floração, além de manter a umidade do substrato por mais tempo.
O manjericão, uma erva amplamente utilizada na culinária, também responde positivamente ao uso de borra de café. O nitrogênio estimula a produção de folhas mais verdes e aromáticas, enquanto outros minerais fortalecem o caule. O aroma intenso do manjericão, combinado ao uso da borra, ajuda a repelir insetos indesejados na horta.
Por fim, o tomateiro é uma das hortaliças que mais se beneficiam da borra de café. Ao ser incorporada ao solo, ela fornece nutrientes que aceleram o crescimento e intensificam o sabor dos frutos. A borra também pode atuar como uma barreira natural contra pragas, como lesmas e caracóis. Projetos que incentivem o uso de resíduos orgânicos na jardinagem podem ter um impacto significativo na sustentabilidade e na saúde das plantas.

A pesquisa do Ideia Instituto de Pesquisa revela que a sociedade brasileira vê o hidrogênio de baixa emissão como solução para a mobilidade, com 26% acreditando que o Brasil pode ser referência global. A descarbonização da navegação é urgente e necessária.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, discute na França o Balanço Ético Global, que será apresentado na COP 30 em Belém, visando uma avaliação ética da crise climática. A iniciativa busca mobilizar ações efetivas diante da inação global.

A inauguração da usina de etanol de milho da Inpasa em Balsas, Maranhão, promete impulsionar a produção de biocombustíveis no Nordeste, com capacidade para gerar 925 milhões de litros anualmente. O evento destaca a crescente inovação no setor, com foco em matérias-primas sustentáveis como agave e macaúba, além do milho. O Banco do Nordeste e a Embrapa também apoiam essa transformação, que visa diversificar a matriz energética e fortalecer a infraestrutura regional.

Ibama promoveu a ação "Sala Verde EducaPantanal Itinerante" em escolas ribeirinhas, envolvendo 96 crianças em atividades sobre incêndios florestais e plantio de mudas nativas, fortalecendo a educação ambiental na região.

Empresas em Belém, como o restaurante Ver-o-Pesinho e o Caco Estúdio, estão adotando práticas sustentáveis em preparação para a COP30, que ocorrerá em novembro. A iniciativa inclui redução de plásticos e reaproveitamento de materiais.

O projeto do novo Centro de Treinamento do Santos, financiado pelo pai do jogador Neymar, ameaça 90 mil m² de vegetação nativa da Mata Atlântica e enfrenta forte oposição de moradores e ONGs. A construção, que não possui licenciamento ambiental, é vista como um retrocesso à preservação do bioma, já que a área é remanescente do Parque Estadual Xixová-Japuí. A resistência da comunidade e a falta de consulta pública levantam preocupações sobre os impactos ambientais.