A borra de café, rica em nutrientes como potássio, fósforo e nitrogênio, é um excelente aditivo para o solo, beneficiando plantas como rosas, hortênsias, orquídeas, manjericão e tomateiros. Essa prática sustentável melhora o crescimento e a resistência das plantas, tornando-as mais saudáveis e produtivas.

O uso de borra de café na jardinagem tem se mostrado uma prática benéfica para diversas plantas. Esse resíduo, rico em nutrientes como potássio, fósforo e nitrogênio, pode ser um aliado no cultivo de flores e hortaliças. Recentemente, especialistas destacaram que a borra pode favorecer o crescimento de plantas como rosas, hortênsias, orquídeas, manjericão e tomateiros, proporcionando um solo mais fértil e saudável.
As roseiras, conhecidas por sua beleza, se beneficiam do nitrogênio presente na borra, que fortalece folhas e caules. A aplicação moderada desse resíduo ajuda na retenção de umidade e nutrição do solo, resultando em flores mais abundantes e duradouras. Assim, a borra de café se torna uma aliada importante para quem deseja cultivar rosas saudáveis.
As hortênsias, famosas por suas flores exuberantes, também se beneficiam da borra de café. O resíduo contribui para acidificar o solo, favorecendo a formação de flores azuis. Além disso, o nitrogênio presente estimula o desenvolvimento das folhas e a intensidade da floração, tornando as plantas mais vibrantes e cheias.
As orquídeas, conhecidas por suas flores delicadas, prosperam em solos levemente ácidos e bem nutridos. A borra de café, quando utilizada com moderação, ajuda a manter o pH adequado e fornece nutrientes essenciais que fortalecem as raízes e estimulam a floração, além de manter a umidade do substrato por mais tempo.
O manjericão, uma erva amplamente utilizada na culinária, também responde positivamente ao uso de borra de café. O nitrogênio estimula a produção de folhas mais verdes e aromáticas, enquanto outros minerais fortalecem o caule. O aroma intenso do manjericão, combinado ao uso da borra, ajuda a repelir insetos indesejados na horta.
Por fim, o tomateiro é uma das hortaliças que mais se beneficiam da borra de café. Ao ser incorporada ao solo, ela fornece nutrientes que aceleram o crescimento e intensificam o sabor dos frutos. A borra também pode atuar como uma barreira natural contra pragas, como lesmas e caracóis. Projetos que incentivem o uso de resíduos orgânicos na jardinagem podem ter um impacto significativo na sustentabilidade e na saúde das plantas.

Em 2024, o Brasil enfrentou um aumento alarmante nas queimadas, com a Amazônia queimando 15,6 milhões de hectares, um recorde histórico. O Cerrado e a Amazônia juntos representam 86% das áreas afetadas.
O desmatamento no Brasil, responsável por 46% das emissões de gases de efeito estufa, teve uma queda de 30% em 2023, resultando na maior redução de emissões em 15 anos. Contudo, queimadas em 2024 agravam a situação.

Pesquisadores da Unesp e Embrapa criaram uma ferramenta de inteligência artificial para monitorar o estresse do tambaqui, melhorando o bem-estar animal e a seleção genética. A inovação pode transformar práticas na aquicultura.

O Distrito Federal enfrenta um período de seca, com temperaturas entre 24°C e 25°C e umidade que pode cair para 25%, aumentando os riscos de saúde e queimadas. A meteorologista Lady Custódio alerta sobre os perigos da baixa umidade e a necessidade de cuidados.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência hídrica em 126 cidades do Piauí, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. A situação crítica da seca afeta a população local.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante o Fórum sobre Oceanos em Mônaco, pediu mais financiamento internacional para a proteção marinha e criticou a redução de recursos para o desenvolvimento sustentável. Ele destacou a importância dos oceanos, que movimentam US$ 2,6 trilhões anualmente, e anunciou que priorizará o tema em sua presidência no G20 e na COP30. Lula também mencionou iniciativas como o Bolsa Verde e investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na economia azul.