A borra de café, rica em nutrientes como potássio, fósforo e nitrogênio, é um excelente aditivo para o solo, beneficiando plantas como rosas, hortênsias, orquídeas, manjericão e tomateiros. Essa prática sustentável melhora o crescimento e a resistência das plantas, tornando-as mais saudáveis e produtivas.

O uso de borra de café na jardinagem tem se mostrado uma prática benéfica para diversas plantas. Esse resíduo, rico em nutrientes como potássio, fósforo e nitrogênio, pode ser um aliado no cultivo de flores e hortaliças. Recentemente, especialistas destacaram que a borra pode favorecer o crescimento de plantas como rosas, hortênsias, orquídeas, manjericão e tomateiros, proporcionando um solo mais fértil e saudável.
As roseiras, conhecidas por sua beleza, se beneficiam do nitrogênio presente na borra, que fortalece folhas e caules. A aplicação moderada desse resíduo ajuda na retenção de umidade e nutrição do solo, resultando em flores mais abundantes e duradouras. Assim, a borra de café se torna uma aliada importante para quem deseja cultivar rosas saudáveis.
As hortênsias, famosas por suas flores exuberantes, também se beneficiam da borra de café. O resíduo contribui para acidificar o solo, favorecendo a formação de flores azuis. Além disso, o nitrogênio presente estimula o desenvolvimento das folhas e a intensidade da floração, tornando as plantas mais vibrantes e cheias.
As orquídeas, conhecidas por suas flores delicadas, prosperam em solos levemente ácidos e bem nutridos. A borra de café, quando utilizada com moderação, ajuda a manter o pH adequado e fornece nutrientes essenciais que fortalecem as raízes e estimulam a floração, além de manter a umidade do substrato por mais tempo.
O manjericão, uma erva amplamente utilizada na culinária, também responde positivamente ao uso de borra de café. O nitrogênio estimula a produção de folhas mais verdes e aromáticas, enquanto outros minerais fortalecem o caule. O aroma intenso do manjericão, combinado ao uso da borra, ajuda a repelir insetos indesejados na horta.
Por fim, o tomateiro é uma das hortaliças que mais se beneficiam da borra de café. Ao ser incorporada ao solo, ela fornece nutrientes que aceleram o crescimento e intensificam o sabor dos frutos. A borra também pode atuar como uma barreira natural contra pragas, como lesmas e caracóis. Projetos que incentivem o uso de resíduos orgânicos na jardinagem podem ter um impacto significativo na sustentabilidade e na saúde das plantas.

A concessionária Águas do Rio iniciou a recuperação do Rio Maracanã, reduzindo em 25 milhões de litros mensais o esgoto despejado, com intervenções que visam despoluir a Baía de Guanabara. A primeira fase já mapeou dez quilômetros do rio e a próxima etapa focará na instalação de coletores para captar esgoto nas redes de drenagem.

O Innova Summit 2025, em Brasília, destaca inovações em sustentabilidade com projetos de compostagem, restauração do Cerrado e técnicas de plantio sustentável, promovendo impacto social positivo. Empreendedores como Micael Cobelo, Nathaly Maas e a dupla Alexandre Nogales e Matheus Destro apresentam soluções que transformam resíduos em adubo, restauram ecossistemas e capacitam comunidades rurais.

Ambientalistas, liderados por Isabelle de Loys, denunciam o plantio irregular de espécies invasoras no Parque do Flamengo, patrimônio tombado pelo Iphan e reconhecido pela Unesco, exigindo ações da prefeitura.

O consórcio Genômica da Biodiversidade Brasileira sequenciou 23 genomas completos, destacando a bioeconomia como motor de desenvolvimento sustentável no Brasil. A união entre ciência e indústria é crucial para a Amazônia.

Transpetro firmou acordo de R$ 24,47 milhões para reparar danos ambientais causados por vazamento de petróleo em 2015, além de doar embarcações ao Corpo de Bombeiros e Samu. O investimento visa a recuperação da baía de Ilha Grande.

Anitta defende a demarcação de terras indígenas, ressaltando seu papel crucial na economia e os riscos do desmatamento e exploração mineral. Celebridades e líderes indígenas apoiam a causa.