O Prevfogo Amazonas capacita brigadistas federais com um Curso de Motosserrista, visando melhorar a segurança e eficiência no combate a incêndios florestais. O treinamento inclui uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI) e técnicas de prevenção.

Manaus/AM (13 de agosto de 2025) – A Coordenação do Prevfogo Amazonas está oferecendo o Curso de Motosserrista para brigadistas federais do estado. Este treinamento tem como foco o manejo seguro e eficiente da motosserra em atividades de prevenção e combate a incêndios florestais em áreas federais. O uso do uniforme laranja pelos brigadistas indica que estão capacitados para operar motosserras.
O principal objetivo do curso é aprimorar a atuação das brigadas em situações críticas, como a remoção de árvores caídas que bloqueiam o acesso das equipes e a abertura de caminhos para conter a propagação das chamas. O treinamento enfatiza a segurança no uso do equipamento, assegurando que apenas brigadistas qualificados operem motosserras no âmbito do Prevfogo.
Durante as aulas, os participantes recebem Equipamento de Proteção Individual (EPI) específico, incluindo fardamento laranja e roupão feito com várias camadas de material metálico. Esse reforço é essencial para evitar ferimentos em caso de acidentes com a lâmina da motosserra. Além do combate direto ao fogo, o trabalho dos brigadistas motosserristas é crucial nas ações de prevenção, como a abertura de aceiros, que são faixas de solo limpo que funcionam como barreiras contra o avanço do incêndio.
A região central do Amazonas conta com três brigadas federais do Prevfogo: a Brigada São Félix, em Autazes; a Brigada Curupira, em Nova Olinda do Norte; e a Brigada Andirá, em Barreirinha. Todas essas brigadas atuam em territórios indígenas, realizando atividades que vão além do combate a incêndios, incluindo educação ambiental e plantio de árvores nativas.
No sul do estado, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) mantém outras cinco brigadas, distribuídas nos municípios de Humaitá, Apuí e Lábrea. Essa estratégia amplia a presença da força-tarefa contra incêndios florestais em áreas críticas, reforçando a importância da atuação integrada na proteção do meio ambiente.
Iniciativas como o Curso de Motosserrista são fundamentais para fortalecer a capacidade de resposta a incêndios florestais. A mobilização da sociedade civil pode contribuir significativamente para apoiar esses projetos, garantindo que as brigadas estejam sempre preparadas para enfrentar os desafios da preservação ambiental e do combate a incêndios.

Especialistas reavaliam o experimento Biosfera 2, destacando suas lições sobre ecologia e a complexidade de recriar sistemas naturais, além de seu valor na pesquisa sobre mudanças climáticas. O projeto, que custou cerca de US$ 150 milhões, revelou a dificuldade de sustentar a vida humana fora da Terra e a importância de proteger nosso planeta.

Um novo projeto de usina solar de grande escala será implementado, com previsão de operação em 2025, fornecendo energia para mais de 100 mil residências. A iniciativa reforça o compromisso com energias renováveis e a luta contra as mudanças climáticas.

A bactéria Bacillus subtilis, isolada no Ceará, originou o inoculante Hydratus, que protege lavouras da seca e aumenta a produtividade, com testes em soja e aprovação iminente para milho. Desenvolvido pela Embrapa em parceria com a Bioma, o produto promete reduzir a dependência de fertilizantes importados e aumentar a segurança alimentar no Brasil.

Desastres climáticos custaram ao Brasil mais de R$ 730 bilhões em 12 anos, segundo Maria Netto, do Instituto Clima e Sociedade. Ela defende que o agronegócio deve ser parte da solução climática e destaca a urgência de financiamento para adaptação.

Brigadistas indígenas e quilombolas estão sendo capacitados para pilotar drones no combate a incêndios florestais, com apoio do Ibama e da Fundação Bunge, visando aumentar a eficiência nas operações. Essa parceria inovadora busca integrar conhecimento tradicional e tecnologia para enfrentar os desafios das queimadas na Amazônia.

Estudo revela que macacos-pregos no Parque Estadual de Águas da Prata dependem da alimentação humana, com riscos de doenças e dependência alimentar. A pesquisa, liderada pela bióloga Natascha Kelly Alves Scarabelo, observou 26 indivíduos.