As águas do Rio São Francisco chegaram ao Rio Piranhas, trazendo esperança renovada para agricultores e pescadores em Jardim de Piranhas (RN), com investimentos do governo em infraestrutura hídrica. O Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) promete transformar a realidade da região, garantindo segurança hídrica e desenvolvimento para milhares de famílias que enfrentam a seca.

As águas do Rio São Francisco chegaram ao Rio Piranhas, trazendo esperança renovada para agricultores e pescadores em Jardim de Piranhas, no Rio Grande do Norte. Este marco histórico ocorre após anos de espera, com a água do Projeto de Integração do São Francisco (PISF) seguindo para barragens que beneficiarão a região. O agricultor Sebastião Raimundo, de sessenta e oito anos, expressou sua alegria ao ver a água chegando, afirmando que isso representa um renascimento para sua comunidade, que há gerações enfrenta a seca.
O Rio Piranhas, com pouco mais de treze mil habitantes, é a porta de entrada do Velho Chico no sertão potiguar. A chegada das águas emocionou a população local, que agora vislumbra um futuro mais promissor. Sebastião relembra o sofrimento das estiagens, mas acredita que a nova realidade permitirá o cultivo e a criação de animais sem o temor de perdas. Para ele, a água é sinônimo de dignidade e esperança para as próximas gerações.
José Carlos, pescador da região, também compartilha sua expectativa. Ele destaca a importância de ensinar os jovens a cuidar do rio, enfatizando que "água é vida". A integração promovida pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), visa beneficiar milhares de pessoas, garantindo abastecimento humano e fortalecendo a agricultura familiar.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao assumir o mandato em 2023, retomou os investimentos em segurança hídrica, revitalizando as bombas do Eixo Norte do PISF, que estavam quebradas. O ministro Waldez Góes destacou que, com o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), foram destinados cerca de R$ 500 milhões para a recuperação e ampliação do Eixo Norte, beneficiando aproximadamente oito milhões de pessoas em diversos estados.
A iniciativa Caminho das Águas, do MIDR, tem como objetivo acompanhar e divulgar as principais ações de segurança hídrica no Brasil. Desde maio, o projeto promove visitas técnicas e diálogos com gestores locais, reforçando a transparência na gestão dos recursos hídricos. O presidente Lula participou da assinatura da ordem de serviço para a duplicação das estações de bombeamento, um passo importante para garantir a continuidade dos investimentos na região.
O encontro das águas do São Francisco com o Rio Piranhas simboliza uma nova etapa para o Seridó potiguar, onde a convivência com a seca pode dar lugar a um futuro de esperança. A união da sociedade civil em apoio a projetos de desenvolvimento e infraestrutura pode ser fundamental para garantir que essa transformação se mantenha, beneficiando comunidades que há décadas enfrentam a escassez de água.

Pesquisadores no arquipélago de Trindade e Martim Vaz agora contam com energia limpa, graças à instalação de uma usina solar com 480 placas, substituindo o gerador a diesel. A usina, monitorada remotamente pela Itaipu, promete eficiência e sustentabilidade em um dos locais mais isolados do Brasil.

A New Fortress Energy avança na construção de termelétricas em Barcarena (PA) e enfrenta controvérsias sobre fracking em Mato Grosso, onde o governador vetou uma lei que proibia a técnica. A empresa importou 233 mil toneladas de gás natural em 2024, com foco na Amazônia, enquanto a ANP leiloou áreas para exploração de petróleo e gás, incluindo blocos que podem envolver fracking. O ministro de Minas e Energia defende a exploração local, destacando o potencial econômico, apesar das críticas sobre os riscos ambientais.

Estudo da UFRJ revela que 90% das áreas adequadas para o boto-cinza no estuário de Sepetiba e Ilha Grande estão sob pressão de atividades humanas. A pesquisa pede ações integradas para a conservação da espécie ameaçada.

Belém se prepara para a COP30, enfrentando a urgência de obras de drenagem devido ao aumento de desastres climáticos, que cresceram 222% entre 2020 e 2023, refletindo a falta de resiliência do Brasil.

Desde janeiro de 2023, 84% dos recifes tropicais enfrentam calor crítico, resultando na mais grave crise de branqueamento de corais já registrada. Iniciativas científicas no Brasil e no mundo buscam monitorar e restaurar esses ecossistemas ameaçados.

Ibama intensifica combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé, destruindo estruturas clandestinas e registrando 1.814 detecções de atividades nocivas ao meio ambiente e à cultura Nambikwara.