Os pagamentos do Bolsa Família em maio de 2025 começam no dia 19 e vão até o dia 30, com valores variados conforme a situação familiar. O cumprimento de requisitos de saúde e educação é essencial para a continuidade do benefício.

Os pagamentos do programa Bolsa Família em maio de 2025 terão início no dia dezenove e se estenderão até o dia trinta. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome divulgou que os depósitos ocorrerão de forma escalonada, conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) do beneficiário. O calendário completo, que inclui as condições para permanência no programa, está disponível para consulta.
Os repasses serão realizados nos dez últimos dias úteis do mês, com exceção de dezembro, quando os depósitos começam no dia dez e terminam antes do Natal. O cronograma de pagamentos para maio é o seguinte: NIS final 1: 19 de maio; NIS final 2: 20 de maio; NIS final 3: 21 de maio; NIS final 4: 22 de maio; NIS final 5: 23 de maio; NIS final 6: 26 de maio; NIS final 7: 27 de maio; NIS final 8: 28 de maio; NIS final 9: 29 de maio; NIS final 0: 30 de maio.
Além de maio, o calendário de pagamentos para o ano de 2025 já está definido. Em janeiro, os repasses ocorrerão de 20 a 31; em fevereiro, de 17 a 28; em março, de 18 a 31; em abril, de 15 a 30; em junho, de 16 a 30; em julho, de 18 a 31; em agosto, de 18 a 29; em setembro, de 17 a 30; em outubro, de 20 a 31; em novembro, de 14 a 28; e em dezembro, de 10 a 23.
O Bolsa Família oferece diferentes tipos de auxílio financeiro, que variam conforme a situação de cada família. Os benefícios incluem a Renda de Cidadania (BRC), que é de R$ 142,00 por integrante; o Complementar (BCO), que assegura um mínimo de R$ 600,00 por núcleo familiar; e o Primeira Infância (BPI), que concede R$ 150,00 para cada criança menor de sete anos, entre outros.
Para continuar recebendo os benefícios, as famílias devem cumprir compromissos nas áreas de saúde e educação. Isso inclui manter crianças e adolescentes de quatro a dezessete anos matriculados e com frequência escolar regular, realizar acompanhamento pré-natal das gestantes, garantir monitoramento nutricional de crianças até sete anos e manter a carteira de vacinação atualizada conforme o calendário do Sistema Único de Saúde (SUS).
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença para apoiar as famílias em vulnerabilidade. Projetos que visam ajudar essas famílias a manterem-se no programa e a cumprirem as exigências podem ser fundamentais para garantir um futuro melhor. A solidariedade é essencial para transformar realidades e promover a inclusão social.

Idosos com renda de até dois salários mínimos têm direito a passagens interestaduais gratuitas ou com 50% de desconto, conforme a Lei nº 10.741/2003. É essencial planejar a viagem e apresentar documentos.

Cacica Jamopoty Tupinambá reivindica devolução do manto sagrado ao seu povo na Bahia. O Museu Nacional do Rio de Janeiro não avançou nas negociações, apesar do apoio do governo.

A procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal e do Tocantins, Paula de Ávila, homenageou os trabalhadores em vídeo, destacando a luta pelos direitos trabalhistas e o combate a abusos. A mensagem reforça o compromisso do MPT com a justiça social e a dignidade no trabalho.

O Conselho Curador do FGTS aprovou a "Faixa 4" do Minha Casa, Minha Vida, ampliando o teto de renda familiar para R$ 12 mil e beneficiando 120 mil novas famílias. A medida, que deve ser implementada em maio, é um movimento do governo para atender a classe média, com R$ 15 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal sendo direcionados ao programa. Além disso, ajustes nos limites de aquisição de imóveis foram aprovados, aumentando os tetos em municípios menores e permitindo que famílias com renda de até R$ 4,7 mil acessem imóveis da Faixa 3.

A Escola Classe Kanegae, no Riacho Fundo, foi premiada no 13º Concurso de Desenho e Redação da CGU, destacando a cidadania digital com cinco alunos reconhecidos. A diretora enfatizou a importância da ética online.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) tornou obrigatória a assistência jurídica da Defensoria Pública para mulheres vítimas de violência doméstica, garantindo representação automática no processo. Essa decisão, que amplia a proteção já prevista na Lei Maria da Penha, assegura que as vítimas tenham apoio legal desde a abertura do processo, sem depender de iniciativa própria. A medida também se aplica a casos de feminicídio, permitindo que a família da vítima seja representada no tribunal do júri. A defensora Thais Lima destacou que essa mudança é histórica e essencial para garantir os direitos das mulheres em situações de violência.