Idosos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) por deficiência não precisarão mais passar por perícia médica ao completar 65 anos, beneficiando cerca de 150 mil pessoas. A nova regra, estabelecida pela Portaria Conjunta nº 33, também isenta pessoas com deficiência permanente de reavaliação por dois anos.

A partir de hoje, idosos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) por deficiência não precisarão mais passar por perícia médica ao completarem 65 anos. Essa mudança, estabelecida pela Portaria Conjunta nº 33, publicada no Diário Oficial da União, deve beneficiar aproximadamente 150 mil pessoas. É importante ressaltar que essa nova regra se aplica apenas aos beneficiários do BPC por deficiência, excluindo aqueles que recebem o BPC por idade.
O BPC é um auxílio assistencial do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) destinado a pessoas com deficiência e a idosos com 65 anos ou mais que comprovem baixa renda familiar, que deve ser de até um quarto do salário mínimo por pessoa. Para ter acesso ao benefício, não é necessário ter contribuído para a Previdência Social.
Além da isenção para os idosos, a portaria também estabelece que pessoas com deficiência cuja condição foi considerada permanente, irreversível ou irrecuperável em avaliações anteriores estão dispensadas de reavaliação por um período de dois anos. Essa medida visa simplificar o processo para aqueles que já possuem um diagnóstico consolidado.
Para os beneficiários que ainda precisam passar pela revisão, o processo será realizado em duas etapas. A reavaliação biopsicossocial tem como objetivo verificar a persistência da deficiência e seu impacto na participação social da pessoa. As perícias podem ser realizadas presencialmente ou por meio de telemedicina, enquanto a avaliação social pode ocorrer por videoconferência.
Essas mudanças representam um avanço significativo na desburocratização do acesso ao BPC, proporcionando maior segurança e comodidade para os beneficiários. A dispensa de perícia médica para idosos e a isenção de reavaliação para pessoas com deficiência permanente são passos importantes para garantir que esses grupos vulneráveis tenham acesso aos seus direitos sem obstáculos adicionais.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a garantir seus direitos e a dignidade que merecem. Projetos que visam apoiar essas mudanças e promover a inclusão social devem ser incentivados pela sociedade civil, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário.

Os pagamentos do Bolsa Família de julho de 2025 iniciam em 18 de julho, com valores a partir de R$ 600 e auxílio-gás para famílias de baixa renda. O cronograma se estende até 30 de julho.

Após o vídeo do youtuber Felipe Bressanim Pereira, o Felca, 32 projetos de lei foram apresentados na Câmara dos Deputados para combater a exploração de crianças na internet. As propostas incluem restrições à monetização e exigências para plataformas digitais.

O Conselho Curador do FGTS aprovou a "Faixa 4" do Minha Casa, Minha Vida, ampliando o teto de renda familiar para R$ 12 mil e beneficiando 120 mil novas famílias. A medida, que deve ser implementada em maio, é um movimento do governo para atender a classe média, com R$ 15 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal sendo direcionados ao programa. Além disso, ajustes nos limites de aquisição de imóveis foram aprovados, aumentando os tetos em municípios menores e permitindo que famílias com renda de até R$ 4,7 mil acessem imóveis da Faixa 3.

Os pagamentos do Bolsa Família de agosto de 2025 iniciam em 18 de agosto, com beneficiários de NIS final 1 recebendo primeiro. Municípios em emergência climática terão pagamentos antecipados.

A repressão policial contra ambulantes no Brás, São Paulo, intensificou-se após o assassinato de Ngagne Mbaye, com relatos de violência e extorsão sistemática. O Centro Gaspar Garcia documentou 23 casos de abusos desde 2023, evidenciando um padrão de racismo institucional.

A Justiça reconheceu o direito de Tokinho, um cão agredido por seu ex-tutor, a ser indenizado por danos morais, estabelecendo um importante precedente para a proteção dos direitos dos animais. Essa decisão reforça a senciência animal e a necessidade de respeitar seus interesses, promovendo uma visão mais inclusiva nas relações interespécies.