A Câmara dos Deputados aprovou projeto que impede agressores com medida protetiva de se aproximarem das vítimas, mesmo com consentimento. A proposta, que altera a Lei Maria da Penha, visa reforçar a proteção das mulheres e coibir a violência psicológica. A relatora, deputada Rogéria Santos, destaca que a mudança busca proteger as mulheres em situação de hipervulnerabilidade. O projeto agora aguarda análise no Senado Federal.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que proíbe agressores com medida protetiva de se aproximarem das vítimas, mesmo que haja consentimento. A proposta agora segue para análise no Senado Federal. A alteração na Lei Maria da Penha visa garantir a segurança das mulheres, impedindo que os infratores se aproximem de suas residências, locais de trabalho ou outros locais determinados por decisão judicial.
A relatora do projeto, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), destacou que a mudança reforça o compromisso do Estado com a repressão à violência contra a mulher. Segundo ela, a medida também atua na prevenção da violência psicológica, protegendo as mulheres em situações de hipervulnerabilidade.
O projeto foi aprovado em um momento em que a sociedade brasileira busca formas mais eficazes de combater a violência doméstica. A proposta é vista como um avanço nas políticas públicas de proteção às mulheres, que frequentemente enfrentam dificuldades em se livrar de relacionamentos abusivos.
Além de proibir a aproximação dos agressores, a nova legislação poderá facilitar o acesso a serviços de apoio e proteção às vítimas. A expectativa é que, com a aprovação no Senado, as medidas protetivas se tornem mais rigorosas e efetivas, contribuindo para a redução dos índices de violência.
Essa mudança legislativa é um passo importante para garantir que as mulheres se sintam seguras e protegidas em suas vidas cotidianas. A proposta reflete uma crescente conscientização sobre a necessidade de um ambiente seguro para todas as mulheres, livre de ameaças e violência.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar vítimas de violência e promover a conscientização sobre a importância da proteção às mulheres devem ser incentivados. A mobilização da comunidade é essencial para transformar essa realidade e oferecer suporte às que mais precisam.

O Instituto Aliança está com inscrições abertas para cursos gratuitos de formação profissional, incluindo o Rotas e Travessias, com 110 vagas para jovens de 17 a 24 anos em seis cidades paulistas. Os cursos, que têm duração de três meses e carga horária de 200 horas, visam desenvolver habilidades socioemocionais e tecnológicas, além de oferecer suporte na busca por emprego. As inscrições vão até 1º de julho no site da instituição.

Bancos de leite humano do Distrito Federal promovem atividades em maio, em apoio ao Dia Mundial de Doação de Leite Humano, com coleta em hospitais regionais para ajudar bebês prematuros e de baixo peso. A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano oferece suporte ao aleitamento materno e facilita o cadastro para doação.

Relatório da OPAS projeta que doenças não transmissíveis e problemas de saúde mental custarão US$ 7,3 trilhões à América do Sul até 2050, com o Brasil liderando as perdas. Investimentos em saúde são urgentes.

O horto botânico do Museu Nacional, em São Cristóvão, será revitalizado com uma rota acessível de 307 metros, inaugurada em 10 de junho, e visitas escolares que promovem educação ambiental. A obra, iniciada em 2023, busca melhorar a segurança e acessibilidade, mas enfrenta desafios financeiros para concluir o restauro do gradil.

O Brasil está desenvolvendo uma rede de hospitais privados focados em reabilitação, visando atender a demanda crescente por suporte a pacientes em recuperação. Essa mudança é crucial para aliviar a sobrecarga dos hospitais gerais e oferecer cuidados personalizados.

Conceição Evaristo, linguista e escritora, destacou na Flip a escrita como espaço de libertação para mulheres negras, incentivando novas vozes literárias. Sua fala enfatiza a importância da produção textual como afirmação do corpo feminino em uma sociedade que o marginaliza.