O presidente da Câmara, Hugo Motta, apoia a urgência do projeto de lei de Alessandro Vieira, que visa combater a adultização e a exploração de menores nas redes sociais, após vídeo do youtuber Felca. A proposta busca regular conteúdos digitais e proteger crianças e adolescentes, com votação prevista para os próximos dias.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, manifestou apoio à urgência do projeto de lei do senador Alessandro Vieira, que visa combater a adultização e a exploração de crianças e adolescentes nas redes sociais. A proposta surge após um vídeo do youtuber Felca, que alertou sobre a exploração infantil na internet e o papel dos algoritmos na facilitação desses crimes.
A proposta de Vieira estabelece mecanismos para combater conteúdos de exploração sexual de menores em ambientes digitais e regula o uso de redes sociais e jogos online por crianças. Motta se reuniu com deputados e organizações da sociedade civil para discutir a tramitação do projeto, que será apresentado na reunião de líderes.
O projeto já conta com forte apoio de partidos do Centrão e do governo, que assinaram um requerimento de urgência. A votação da urgência está prevista para o dia dezenove de agosto, enquanto o mérito será analisado no dia vinte. Durante a reunião, Motta foi sensibilizado por relatos da juíza Vanessa Cavalieri, que compartilhou casos de crimes contra menores.
O vídeo de Felca, que compila denúncias sobre influenciadores que abusam da imagem de crianças, teve grande impacto na discussão. O influenciador também entrevistou uma psicóloga para discutir os riscos da exposição nas redes sociais. O projeto já foi aprovado no Senado e tem a relatoria do deputado Jadyel Alencar, que fez ajustes para atender às preocupações da oposição.
Apesar do apoio, a oposição expressa preocupações sobre possíveis implicações de censura nas redes sociais. O deputado Nikolas Ferreira criticou a proposta, especialmente em relação à forma como as plataformas devem lidar com denúncias. O texto exige que as empresas retirem conteúdos ofensivos assim que forem informadas, o que gera receios de denúncias arbitrárias.
A tramitação do projeto ocorre em paralelo a um grupo de trabalho criado por Motta, que visa apresentar uma proposta legislativa avançada em defesa das crianças e adolescentes nas redes. A participação de deputados e especialistas da sociedade civil está prevista. A mobilização da sociedade é crucial para garantir a proteção das crianças e adolescentes, e iniciativas que promovam essa causa podem fazer a diferença.

O filme "Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá", de Sueli Maxakali, destaca a busca pela identidade indígena e a luta dos Maxakali, sendo uma ferramenta de resistência cultural. A obra, premiada no Festival de Brasília, revela a complexidade do contato entre culturas e a importância do cinema na autodefinição dos povos indígenas.

Neste sábado, a Defensoria Pública do Rio de Janeiro realizará 200 exames de DNA gratuitos no Estádio de São Januário, facilitando o reconhecimento de paternidade. A ação, parte da campanha “Meu Pai Tem Nome”, permitirá que o nome do pai seja incluído na certidão de nascimento no mesmo dia, com suporte do 9º Registro Civil de Pessoas Naturais. A expectativa é atender até 600 pessoas, promovendo um processo mais ágil e acolhedor para as famílias.

Cerca de 30 idosos da UBS 1 de Vicente Pires participaram da ação "Mentes em Movimento", visitando o Complexo Cultural da República, promovendo saúde e socialização. A iniciativa, parte da Terapia Comunitária Integrativa, fortalece vínculos e amplia horizontes culturais.

O Hospital Israelita Albert Einstein lançou o programa "Raízes do Futuro", capacitando jovens de Paraisópolis para promover a transformação socioambiental até 2025, visando um legado sustentável. A iniciativa busca preparar novas gerações para enfrentar desafios climáticos e de saúde, promovendo ações concretas na comunidade.

Levantamento da Umane revela que 1,6 milhão de internações no SUS em 2024 poderiam ser evitadas com melhor atenção primária à saúde, destacando a urgência de fortalecer a prevenção, especialmente para idosos.

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, anunciou que a União irá ressarcir aposentados e pensionistas vítimas de fraudes no INSS, com um total de R$ 6,3 bilhões em investigação. O governo garantiu que todos os prejudicados serão compensados, mas a restituição será restrita a quem realmente sofreu perdas.