O vídeo do influenciador Felca sobre exploração infantil online impulsionou a apresentação de mais de dez projetos de lei no Congresso para proteger menores na internet. O presidente da Câmara, Hugo Motta, planeja pautar as propostas, destacando a urgência do tema.

O influenciador Felca gerou grande repercussão ao publicar um vídeo sobre a exploração infantil na internet, o que impulsionou discussões no Congresso Nacional sobre a proteção de menores no ambiente virtual. O presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou que projetos relacionados à adultização na internet serão pautados nesta semana. Apesar da urgência, ainda não há definição sobre quais propostas serão levadas a votação, com a palavra final a cargo do colégio de líderes que se reunirá em breve.
Nos últimos dias, mais de dez projetos de lei foram apresentados, muitos deles visando a criminalização da adultização. Um dos textos com maior chance de ser votado é o PL 2628/2022, de autoria do senador Alessandro Vieira, que já foi aprovado no Senado. Este projeto propõe a criação de mecanismos para verificar a idade dos usuários em redes sociais e exige supervisão dos responsáveis sobre o uso da internet por crianças e adolescentes.
Além disso, o PL 2628/2022 estabelece obrigações para provedores de internet e fornecedores de produtos, incluindo a criação de sistemas de notificação de abuso sexual e configurações de privacidade mais rigorosas. O projeto também visa impedir o uso de produtos e serviços tecnológicos por menores que não sejam adequados a eles, além de prevenir práticas como bullying e exploração sexual.
A discussão sobre a regulação das redes sociais foi reacendida após a morte de uma criança em um desafio viral no TikTok. Um projeto apresentado por Dani Cunha e Silas Câmara, que visa responsabilizar plataformas digitais, também ganhou destaque. A proposta inclui a identificação de usuários e ações de prevenção contra crimes como exploração infantil e disseminação de desinformação.
O vídeo de Felca já acumula mais de 28 milhões de visualizações e destaca a exploração de imagens de menores, como o caso de uma jovem que teve sua imagem utilizada de forma sensual. A repercussão do vídeo levou a uma série de novos projetos de lei, como o PL 3867/2025, que estabelece regras para a participação de crianças na produção de conteúdo digital, e o PL 3852/2025, que propõe a criação da Lei Felca, focada na prevenção da adultização infantil.
Essas iniciativas refletem a urgência de proteger crianças e adolescentes na internet. A mobilização da sociedade civil é essencial para apoiar projetos que visem a segurança e o bem-estar dos menores. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença na luta contra a exploração e a adultização digital, promovendo um ambiente virtual mais seguro para todos.

Ariadna Arantes, primeira mulher transexual no Big Brother Brasil, compartilhou suas experiências dolorosas com silicone industrial em conversa com Maya Massafera, destacando a pressão social sobre mulheres trans.

O Grupo Mac Laren investirá US$ 50 milhões na construção de um dique flutuante em Niterói, gerando 1.500 empregos diretos e 6.000 indiretos. A operação está prevista para 2026 e visa fortalecer a indústria naval brasileira.

Estudo da revista "Nature Medicine" revela que instabilidade política, poluição do ar e desigualdade social aceleram o envelhecimento, com dados de 160 mil pessoas em 40 países, incluindo o Brasil. Pesquisadores destacam a necessidade de priorizar a redução das desigualdades sociais para um envelhecimento mais saudável.

Cerca de 27 meninos e homens são vítimas de estupro diariamente no Brasil, mas a subnotificação é alarmante devido à cultura que minimiza essa violência. Especialistas destacam a urgência de discutir e prevenir esses abusos.

Edejan Heise de Paula, docente da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal, foi premiado por sua pesquisa sobre a testagem RT-PCR na rede pública de saúde, destacando a eficiência do Lacen-DF na detecção de vírus respiratórios. O estudo comparou custos e eficácia entre a rede pública e privada, revelando uma economia significativa e a capacidade de identificar múltiplos vírus a um custo médio de R$ 81,14. O Lacen-DF se destaca como um pilar essencial para o diagnóstico rápido e preciso, contribuindo para a saúde pública e manejo clínico.

O Flamengo votará em uma emenda estatutária antirracista, visando punir atos de racismo e promover inclusão, após críticas por não assinar ofício da Conmebol sobre o tema. Sanções severas estão previstas.