A prefeitura de São Paulo avança na instalação de câmeras e jardins de chuva no Minhocão, visando melhorar a segurança e a estética da área. A iniciativa, parte do programa Smart Sampa, busca transformar o espaço urbano.

A prefeitura de São Paulo avançou na instalação de câmeras de videomonitoramento no Minhocão, com a implementação de 35 das 70 unidades planejadas. As câmeras, que fazem parte do programa Smart Sampa, possuem tecnologia de reconhecimento facial e estão localizadas ao longo dos 3,5 quilômetros do elevado, entre a praça Roosevelt e o largo Padre Péricles. A expectativa é que as restantes estejam operacionais até o final deste mês, contribuindo para a segurança urbana na região.
Além do monitoramento, a prefeitura está finalizando a construção de jardins de inverno sob o Minhocão, com previsão de conclusão para a próxima segunda-feira, dia 21. Esses jardins visam embelezar a área e melhorar a qualidade de vida dos moradores, que enfrentam problemas como a presença de pessoas em situação de rua e o uso de drogas em espaços públicos. A iniciativa busca transformar um espaço degradado em um ambiente mais acolhedor.
Os jardins de chuva, que também estão sendo implantados, fazem parte da segunda fase de requalificação da rua Amaral Gurgel. Esses espaços são projetados para captar e armazenar água da chuva, evitando alagamentos e promovendo a drenagem natural. Atualmente, a cidade conta com 420 jardins de chuva, com a meta de alcançar mil até 2028, conforme informações da Secretaria Municipal das Subprefeituras.
As estruturas dos jardins de chuva são compostas por três camadas, incluindo um poço de infiltração, pedras e solo, além de uma camada superior com flores. Essa abordagem sustentável visa não apenas a estética, mas também a funcionalidade, contribuindo para a gestão das águas pluviais na região. A prefeitura já finalizou os jardins de chuva entre as ruas Cunha Horta e Santa Isabel e está trabalhando na última seção entre as ruas Santa Isabel e Jaguaribe.
Recentemente, a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) também anunciou a criação de vagas de estacionamento sob o Minhocão, uma medida que visa combater o acúmulo de lixo na área. No entanto, o projeto enfrentou críticas e não avançou conforme o planejado. A proposta inicial incluía a criação de bolsões para táxi, mas a implementação das vagas de estacionamento se tornou um tema controverso.
Com as melhorias em andamento, a comunidade local pode se beneficiar de um ambiente mais seguro e agradável. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a requalificação e o cuidado com espaços públicos, promovendo um futuro melhor para todos. Projetos que buscam transformar a realidade urbana merecem ser incentivados e apoiados por todos nós.

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) e do Instituto Fraunhofer IVV desenvolveram um substituto de carne à base de farinha de girassol, rico em proteínas e minerais. O produto, com sabor neutro e sem modificação genética, atende à crescente demanda por alternativas vegetais sustentáveis.

A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a reurbanização da Orla Burle Marx, transformando uma área subutilizada em um novo espaço verde até junho de 2026. O projeto, orçado em R$ 10,4 milhões, visa revitalizar 20 mil metros quadrados nas proximidades do Museu de Arte Moderna (MAM) e inclui melhorias no acesso a equipamentos culturais.

Ibama intensifica fiscalização no Porto de Santos para combater tráfico de biodiversidade. A Operação Travessia visa proteger espécies nativas em navios de cruzeiro rumo à Europa.

A América Latina encerrou todos os planos para novas usinas termelétricas a carvão, com o cancelamento de projetos no Brasil e Honduras, segundo a Global Energy Monitor. Essa mudança sinaliza um avanço em direção a fontes de energia mais limpas.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, enfrenta resistência no Congresso após o veto de 63 dispositivos da nova lei de licenciamento ambiental pelo presidente Lula, que propõe um novo projeto. A ministra busca convencer os parlamentares sobre a importância de integrar avanços conceituais, mantendo a proteção ambiental e a agilidade no processo.

A terceira Conferência da ONU sobre os Oceanos (UNOC3) em Nice resultou em 19 novas ratificações do Tratado do Alto-Mar, totalizando 50 países, mas não avançou em mineração em águas profundas. Apesar do progresso na proteção dos oceanos, a falta de ações concretas em temas críticos gerou frustração entre ambientalistas. A expectativa é que a COP30, em novembro, aborde essas questões.