O Congresso Internacional de Sustentabilidade para Pequenos Negócios (Ciclos) ocorrerá em Brasília nos dias 7 e 8 de maio, com foco em práticas sustentáveis e preparação para a COP-30. O evento contará com especialistas renomados e será transmitido ao vivo.

O Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS) realizará a sexta edição do Congresso Internacional de Sustentabilidade para Pequenos Negócios (Ciclos) em Brasília, nos dias 7 e 8 de maio. O evento tem como objetivo preparar pequenas empresas para atuar no combate às mudanças climáticas, especialmente em vista da Conferência das Partes (COP-30), que ocorrerá em novembro em Belém, no Pará. A programação inclui transmissão ao vivo pelo canal do CSS no YouTube.
Durante o Ciclos, serão discutidos temas relevantes como adaptação climática, financiamento climático, práticas para mitigar emissões e compensação da pegada de carbono. O foco será nos desafios e oportunidades que as empresas enfrentam nesse contexto, promovendo um ambiente de aprendizado e troca de experiências.
Entre os palestrantes confirmados estão o cientista José Antonio Marengo Orsini, membro da Academia Brasileira de Ciências; Linda Murasawa, diretora da Fractal Consultoria; Pedro Prata, gerente de políticas e instituições para a América Latina da Fundação Ellen McArthur; e Carla Tennenbaum, fundadora da Ideia Circular. Esses especialistas trarão insights valiosos sobre como as pequenas empresas podem se adaptar e prosperar em um cenário de mudanças climáticas.
Além de Brasília, o Ciclos será realizado em outras capitais brasileiras, como Macapá, Florianópolis, Boa Vista e Cuiabá, como parte da preparação para a COP-30. Essa iniciativa visa ampliar o alcance das discussões sobre sustentabilidade e engajar mais empresas na busca por soluções inovadoras e sustentáveis.
A participação no evento é uma oportunidade para que os pequenos empresários se atualizem sobre as melhores práticas e se conectem com especialistas e outros empreendedores. O Ciclos representa um passo importante para fortalecer a rede de negócios sustentáveis no Brasil, contribuindo para um futuro mais responsável e consciente.
Iniciativas como essa podem inspirar a sociedade civil a se unir em prol de causas ambientais. O apoio a projetos que promovem a sustentabilidade é fundamental para garantir que as pequenas empresas possam se adaptar e prosperar em tempos desafiadores. Juntos, podemos fazer a diferença e apoiar um futuro mais sustentável para todos.

Oito pessoas foram presas em Duque de Caxias, RJ, durante operação do Ibama e da Polícia Civil contra o tráfico de fauna, resultando na apreensão de 313 caranguejos, 6 saguis e outros animais. Um sagui e uma jiboia morreram devido a maus-tratos.

Uma baleia-azul foi avistada em Ilhabela, São Paulo, em um evento raro que levanta preocupações sobre sua saúde e a aproximação à costa. O Instituto Verde Azul investiga as causas desse fenômeno.

Em 2024, 44% das instituições financeiras no Brasil relataram impactos diretos do clima, um aumento alarmante em relação aos anos anteriores, refletindo um "novo normal" de riscos climáticos. Eventos como enchentes e secas intensificaram a preocupação com a inadimplência no agronegócio, setor altamente exposto. A Confederação Nacional das Seguradoras estima indenizações anuais entre R$ 4 bilhões e R$ 4,5 bilhões em seguros rurais, evidenciando a crescente frequência de desastres naturais.

O projeto de capacitação em manejo florestal sustentável na Amazônia foi encerrado, formando mais de 180 servidores de órgãos ambientais. A iniciativa, financiada pela União Europeia, promoveu troca de experiências e fortalecimento da governança.

Entre 20 e 29 de maio de 2025, o Ibama, em parceria com a Cetesb e a Marinha do Brasil, conduziu a Operação Inventário no Porto de Santos e Guarujá, inspecionando 36 terminais para aprimorar a resposta a emergências ambientais. A iniciativa visa fortalecer a cultura de prevenção e garantir a eficácia na resposta a vazamentos de óleo, com a participação de equipes de diversos estados e a elaboração de relatórios para regularização de inadequações.

A negação dos riscos das mudanças climáticas entre brasileiros aumentou de 5% para 9% entre junho de 2024 e abril de 2025, segundo pesquisa do Datafolha. Apesar disso, 53% ainda percebem riscos imediatos, refletindo uma preocupação crescente com a crise climática.