Dois homens foram flagrados descartando entulho no Parque Natural Municipal de Jacarenema, em Vila Velha. A Guarda Municipal optou por orientação em vez de multa, gerando polêmica nas redes sociais.
Dois homens foram flagrados descartando entulho em uma área de preservação ambiental em Vila Velha, Espírito Santo. A abordagem ocorreu na Estrada do Dique, dentro do Parque Natural Municipal de Jacarenema (PNMJ), no final de junho. Apesar do flagrante, a dupla não recebeu multa, pois a Guarda Municipal de Vila Velha priorizou a orientação e conscientização. A penalidade para descarte irregular pode alcançar R$ 4 mil, mas a prefeitura optou por um enfoque educativo.
O incidente ganhou destaque nas redes sociais, especialmente após o prefeito Arnaldinho Borgo comentar sobre a situação. Ele expressou indignação com o descarte irregular em uma área de preservação, enfatizando a necessidade de conscientização sobre o tema. Um dos agentes da Guarda Municipal relatou que a equipe acompanhou o veículo e fez com que os homens recolhessem o entulho que haviam jogado.
A prefeitura informou que os gastos com limpeza de pontos de descarte irregular na cidade somam cerca de R$ 90 mil mensais, uma redução significativa em comparação aos R$ 223 mil gastos em anos anteriores. Para evitar esse tipo de situação, a administração municipal recomenda que resíduos volumosos sejam levados aos ecopontos disponíveis na cidade.
Os ecopontos, localizados em Cocal, Vila Garrido e Divino Espírito Santo, permitem a entrega voluntária de até 2 metros cúbicos de resíduos, como entulho e móveis inservíveis, de forma gratuita. Além disso, a população pode agendar a coleta de materiais através dos serviços de Catamóvel, Catatreco e Catagalho.
O Parque Natural Municipal de Jacarenema abrange uma área de 346,27 hectares e é rico em biodiversidade, incluindo diversas espécies de fauna e flora. A preservação desse espaço é crucial, não apenas para a natureza, mas também para a qualidade de vida da população local.
Outras prefeituras da Grande Vitória enfrentam desafios semelhantes com o descarte irregular de lixo. A situação exige uma mobilização da sociedade civil para promover ações que incentivem a preservação ambiental. Nessa luta, a união da comunidade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que visem a conscientização e a proteção dos nossos recursos naturais.

Em 2024, o Brasil registrou queimadas em 30 milhões de hectares, com a Amazônia sendo a mais afetada, totalizando 15,6 milhões de hectares queimados, um aumento alarmante de 117% em relação à média histórica. O Relatório Anual do Fogo (RAF) do MapBiomas revela que a degradação florestal, impulsionada por ações humanas e secas severas, pode levar à savanização da região.

O Ibama transferiu 19 papagaios-do-mangue ao IPMA para reabilitação e reintrodução na Mata Atlântica, reforçando a conservação da biodiversidade local. A ação é resultado de colaboração entre diversas instituições.

Um novo projeto de energia solar foi lançado, prometendo aumentar a capacidade de geração em cinquenta por cento na região e criar mil empregos até o final do ano. A iniciativa surge em um contexto de crescente foco em energias renováveis para combater as mudanças climáticas.

A Associação de Moradores e Amigos da Freguesia (Amaf) realizará um passeio pela mata no primeiro domingo de junho, promovendo a campanha Floresta em Pé Jacarepaguá. O evento visa sensibilizar a população sobre a importância da preservação ambiental e a criação de uma nova unidade de conservação na região. A concentração será às 8h, com trilha de 1,5 km, e a caminhada será adiada em caso de chuva. A iniciativa segue um estudo técnico que confirma a viabilidade do projeto, que será apresentado em audiência pública.

A cheia do Rio Negro em Manaus atinge 29,04 metros, afetando 40 municípios do Amazonas. A prefeitura constrói pontes e distribui cestas básicas para mitigar os impactos da situação.

O PL 2.159, aprovado no Senado, facilita o licenciamento ambiental por autodeclaração, levantando preocupações sobre dados imprecisos e riscos ambientais, segundo especialistas. A falta de governança e fiscalização pode impactar negativamente as exportações brasileiras.