O CAMP Mangueira, em parceria com Evelyn Bastos, promove uma roda de conversa em homenagem a Preta Gil no Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, destacando vivências e conquistas. O evento contará com a participação de Maru2D e um bate-papo mediado por Bastos com convidadas influentes, reforçando o compromisso com a representatividade e o combate ao racismo estrutural.

Em 25 de julho, o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha será celebrado com uma roda de conversa promovida pelo CAMP Mangueira, em parceria com a gestora cultural Evelyn Bastos. O evento visa discutir as vivências, desafios e conquistas das mulheres negras, promovendo um diálogo sobre identidade, cultura e representatividade entre os jovens atendidos pela instituição.
A programação inclui uma homenagem à artista Preta Gil, que será reconhecida por seu legado de luta e arte. Durante a manhã, a cantora e compositora Maru2D, da produtora Nadamal, compartilhará sua trajetória como mulher negra no rap feminino, além de suas experiências como mãe e recém-formada em odontologia.
No período da tarde, Evelyn Bastos, rainha de bateria da Estação Primeira de Mangueira e diretora cultural da LIESA, mediará um bate-papo com três convidadas influentes. Participarão a historiadora Carolina Morais, cofundadora da The African Pride; a médica ginecologista e obstetra Thays Braga; e a professora e ativista Bárbara Rachel.
O evento ocorrerá na sede do CAMP Mangueira e é exclusivo para os jovens da instituição. Essa iniciativa reforça o compromisso com a formação cidadã e o combate ao racismo estrutural, promovendo um espaço de reflexão e aprendizado.
Além de celebrar as conquistas das mulheres negras, a roda de conversa busca inspirar ações que promovam a igualdade e a inclusão. A participação da comunidade é fundamental para fortalecer essas iniciativas e garantir que vozes diversas sejam ouvidas e valorizadas.
Projetos como este devem ser apoiados pela sociedade civil, pois a união em torno de causas sociais e culturais pode fazer a diferença na vida de muitos. O engajamento da comunidade é essencial para fomentar a luta por justiça e equidade.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs uma parceria global para combater doenças e aumentar investimentos em saúde e energia durante a cúpula do Brics no Rio de Janeiro. Ele destacou a importância de ações para reduzir desigualdades sociais e a necessidade de triplicar energias renováveis. Lula também criticou o financiamento de combustíveis fósseis, enfatizando que o Sul Global deve liderar um novo modelo de desenvolvimento.

O Festival Cultural Nuestro Encontro ocorrerá nos dias 6, 7 e 10 de maio, no Teatro dos Bancários, com shows e oficinas gratuitas de canto e percussão. O evento, apoiado pelo Ministério da Cultura, visa democratizar o acesso à arte. Ingressos disponíveis mediante doação de 1 quilo de alimento.

O Sesc Santo Amaro promove o Drag King Pocket Show em 1º de junho, reunindo sete drag kings e um concurso, visando combater preconceitos e mapear essa arte no Brasil. A iniciativa busca ampliar a visibilidade e acolhimento das performances drag, desafiando estigmas e promovendo inclusão.

O GLOBO promove debate gratuito sobre "Cultura em movimento" no dia 2 de julho, reunindo líderes culturais e políticos para discutir o impacto econômico da cultura no Rio de Janeiro. O evento, que contará com a participação de Danielle Barros, Clara Paulino e outros, destaca a importância da cultura na geração de empregos e no fortalecimento da identidade fluminense.

A previdência social no Brasil enfrenta um desequilíbrio crescente, com mais aposentados do que contribuintes previsto para 2050. Ângela Assis, CEO da Brasilprev, enfatiza a relevância da previdência privada e inovações para democratizar o acesso.

Mirtes Renata Santana de Souza, mãe de Miguel Otávio, busca justiça após a morte do filho em 2020, enquanto enfrenta racismo no Judiciário e luta por uma pena maior para a patroa Sarí Corte Real. O Tribunal de Justiça de Pernambuco negou o pedido de Mirtes para aumentar a pena de Sarí para 12 anos, enquanto a defesa recorre ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mirtes, quase advogada, critica a seletividade do sistema judicial e busca reparação pela tragédia.