Nicole Kidman reafirmou seu compromisso com a igualdade de gênero no cinema durante o jantar Women in Motion em Cannes, onde anunciou ter trabalhado com 27 diretoras nos últimos oito anos. A diretora brasileira Marianna Brennand foi premiada como talento emergente, destacando a necessidade de mais representatividade feminina, já que apenas 13,6% dos filmes de sucesso têm mulheres na direção.

A atriz australiana Nicole Kidman reafirmou seu compromisso com a igualdade de gênero no cinema durante o jantar Women in Motion, realizado em Cannes. O evento, que contou com a presença de diversas celebridades, como Charli XCX e Paul Mescal, é parte da iniciativa da Kering, criada em 2015 para apoiar mulheres na indústria cinematográfica. Kidman, vencedora do Oscar, destacou que seu trabalho com diretoras começou em 2017 e que, desde então, colaborou com 27 delas.
Em sua fala, Kidman enfatizou a importância de criar um ambiente de apoio para as mulheres no setor. "Parte disso é proteger e cercar as mulheres com algo como um campo de força de proteção e apoio", afirmou. O evento também homenageou a diretora brasileira Marianna Brennand, que recebeu o prêmio de talento emergente, incluindo uma bolsa de € 50 mil para seu próximo projeto.
Apesar dos avanços, a participação de mulheres diretoras em filmes de sucesso ainda é alarmantemente baixa. Dados recentes mostram que apenas 13,6% dos filmes de maior bilheteira nos Estados Unidos entre 2015 e 2024 foram dirigidos por mulheres, um aumento modesto em relação a 7,5% anteriormente. Kidman e outras figuras presentes no evento, como Dakota Johnson e Julianne Moore, expressaram a necessidade de mudanças significativas na indústria.
A diretora francesa Coralie Fargeat, que também participou do jantar, comentou sobre a estagnação dos números e a urgência de promover transformações reais, não apenas superficiais. "Realmente precisamos continuar fazendo mudanças enormes e não mudanças cosméticas", disse ela, ressaltando a importância de ações concretas para aumentar a representação feminina.
O evento Women in Motion, que ocorre anualmente em Cannes, tem se tornado um espaço vital para discutir e promover a igualdade de gênero no cinema. Este ano, sete dos 22 filmes em competição foram dirigidos por mulheres, incluindo uma obra de Julia Ducournau, uma das poucas mulheres a ganhar a Palma de Ouro.
Iniciativas como essa são essenciais para fomentar a diversidade e a inclusão na indústria cinematográfica. A união da sociedade civil pode ser um catalisador para apoiar projetos que visem a igualdade de gênero e a valorização de talentos emergentes. O apoio a essas causas pode fazer a diferença na construção de um futuro mais justo e igualitário no cinema.

Trinta enfermeiros da Secretaria de Saúde do Distrito Federal participaram do 2º Workshop de Atualização em Suporte Básico e Avançado de Vida, focando em RCP e atendimento humanizado. A capacitação, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, visa aprimorar o atendimento em emergências e será replicada por participantes em suas unidades.

O Censo Demográfico do IBGE revelou que 2,4 milhões de brasileiros têm diagnóstico de autismo, com maior incidência entre homens de 5 a 9 anos. Dados indicam desigualdades educacionais e demográficas.

João Carlos Martins, maestro e pianista, enfrenta um câncer agressivo na próstata, mas mantém sua agenda de apresentações e planeja um legado na educação musical. Ele se sente preparado para a morte e busca inspirar novas gerações.

O Ministério da Saúde destinará R$ 561 milhões para pesquisas científicas em 2025, cinco vezes mais que no governo anterior, priorizando Saúde da Mulher e Oncologia, com 49,4% dos projetos liderados por mulheres.

Carolina Arruda, 28, realizará uma infusão de cetamina na Santa Casa de Alfenas para tratar a neuralgia do trigêmeo, buscando alívio para dores intensas após múltiplos tratamentos. O procedimento requer monitoramento em UTI devido a possíveis efeitos colaterais.

Cresce a pejotização no Brasil, afetando especialmente mulheres grávidas, que enfrentam demissões sem direitos trabalhistas. O STF suspendeu processos sobre a legalidade dessa prática, gerando insegurança e precarização.