A Campanha do Agasalho da Editora UnB, que arrecada roupas para pessoas em vulnerabilidade social, foi antecipada e ocorrerá até a próxima sexta-feira, com pontos de coleta em todos os câmpus. A ONG da Rua também iniciará sua arrecadação em maio, visando atender as necessidades de pessoas em situação de rua.

Com a chegada das baixas temperaturas e chuvas na capital federal, a Editora UnB realiza anualmente a Campanha do Agasalho, que neste ano foi antecipada e ocorrerá até a próxima sexta-feira. O objetivo é arrecadar roupas e agasalhos para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A campanha conta com pontos de coleta em todos os câmpus da universidade, incluindo locais como a Livraria UnB e a Biblioteca Central.
A diretora do projeto, Sofia Rosa, destacou que a iniciativa já arrecadou um número crescente de peças ao longo dos anos, passando de 457 em 2019 para 651 em 2023. No entanto, no último ano, a arrecadação caiu para 216 peças devido à mobilização nacional em apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A diretora enfatiza a importância de sensibilizar a comunidade sobre a situação das pessoas em vulnerabilidade social.
Além da Editora UnB, a ONG da Rua também iniciará sua campanha de arrecadação em 30 de maio, com término em 30 de junho. A presidente da ONG, Anna Carolina dos Santos de Sant'Anna, afirmou que o foco será atender as necessidades de pessoas em situação de rua, especialmente na Asa Norte. A ONG pretende distribuir kits com cobertores, casacos e itens de higiene, visando minimizar os impactos do frio.
Os pontos de coleta da ONG estarão espalhados por diversas regiões, incluindo Guará, Cruzeiro e Taguatinga. Anna Carolina ressaltou a importância de doar roupas em bom estado, sem furos ou manchas, para garantir que as doações sejam úteis. A campanha da ONG busca alcançar cerca de duzentas pessoas que vivem nas ruas da região da Colina na Asa Norte.
O meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Olívio Bahia, informou que as temperaturas já começaram a cair, tornando a campanha do agasalho ainda mais relevante neste período. A mobilização da sociedade civil é fundamental para garantir que as doações cheguem a quem realmente precisa, especialmente em tempos de frio intenso.
Iniciativas como a Campanha do Agasalho da Editora UnB e da ONG da Rua são exemplos de como a comunidade pode se unir para ajudar os menos favorecidos. A solidariedade e o apoio a essas campanhas são essenciais para melhorar a qualidade de vida de quem enfrenta dificuldades. A união de esforços pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas vulneráveis.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) do Distrito Federal lança campanha de doação de livros para enriquecer bibliotecas prisionais e promover remição de pena por leitura em 2026. A ação, parte da iniciativa Ler Liberta, visa a educação e ressocialização dos detentos. As doações podem ser feitas durante visitas às unidades prisionais ou em postos do Na Hora. Os livros devem estar em bom estado e passarão por triagem. Cada obra lida pode garantir até quatro dias de remição, conforme lista oficial da Seape.

O Ministério do Trabalho, sob Luiz Marinho, aumentou convênios com ONGs de R$ 25 milhões para R$ 132 milhões em 2023, com investigações por fraudes em entidades como Unisol e Instituto Brasil Digital.

A Coopemapi inicia um novo ciclo de exportações com o envio de 20 toneladas de mel silvestre para a Bélgica, parte de um total de 60 toneladas negociadas. A ação fortalece a apicultura e a agricultura familiar no Brasil.

Uma pesquisa revelou que 52% dos brasileiros costumam ajudar instituições que cuidam de animais em desastres. Mulheres e pessoas com maior escolaridade são os principais doadores, enquanto jovens e menos escolarizados tendem a não contribuir.

Uma jaguatirica macho foi resgatada em Trajano de Moraes, RJ, com mais de 20 ferimentos por projéteis e uma pata quebrada. O animal, tratado pelo Instituto BW, passará por nova cirurgia para remoção de um projétil.

Zeca Pagodinho, que considera Xerém seu verdadeiro lar, recebeu Ney Matogrosso em seu sítio, onde promove atividades culturais e equoterapia para crianças. O local é um refúgio de paz e natureza.