A prefeitura de Niterói investirá R$ 15 milhões no programa Recomeço, que visa apoiar a população em situação de rua com serviços integrados e acolhimento humanizado. Críticas sobre abordagens truculentas em ações anteriores surgem, destacando a necessidade de respeito e dignidade.

A prefeitura de Niterói anunciou um investimento de R$ 15 milhões no programa Recomeço, que visa apoiar a população em situação de rua. O lançamento está previsto para a segunda quinzena deste mês e será coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária (Smases). O programa busca integrar políticas públicas nas áreas de assistência social, saúde, habitação, educação e geração de renda. Atualmente, cerca de 350 pessoas vivem nas ruas de Niterói, sendo que aproximadamente 75% não são naturais da cidade.
Uma das principais iniciativas do Recomeço é a criação de uma Central de Recepção, que terá capacidade para realizar até 27 mil atendimentos anuais. O local oferecerá serviços como alimentação, atendimento ambulatorial, assessoria jurídica, emissão de documentos e atividades culturais. A Central deve iniciar suas operações ainda este mês, embora o endereço ainda não tenha sido divulgado. Além disso, um Centro Terapêutico será inaugurado para acolher pessoas com problemas relacionados ao uso de álcool e drogas.
A política de habitação também será abordada com a implementação do modelo Housing First no Jardim das Paineiras, no Badu. A primeira fase prevê a entrega de 40 unidades habitacionais em agosto, priorizando famílias chefiadas por mulheres. Até julho de 2026, outras 60 famílias devem ser atendidas, totalizando cerca de 300 pessoas. Cada núcleo receberá acompanhamento especializado para promover a autonomia dos beneficiários.
O programa Recomeço também foca na autonomia econômica, estabelecendo parcerias com entidades como Ademi, Firjan, Sesi e Senac. O objetivo é aumentar a oferta de cursos profissionalizantes e facilitar o acesso ao mercado de trabalho. Em junho, dez pessoas em situação de rua foram contratadas, e a prefeitura planeja reservar vagas em contratos de serviços públicos para esse público.
Entretanto, o programa enfrenta críticas em relação a abordagens anteriores, que foram consideradas truculentas. Moradores em situação de rua relataram ações agressivas por parte de agentes municipais, incluindo a retirada de pertences pessoais. O deputado estadual Flávio Serafini (PSOL) denunciou essas práticas ao Ministério Público, destacando a necessidade de um acolhimento mais humanizado e respeitoso.
O secretário de Assistência Social e Economia Solidária, Elton Teixeira, defendeu que as equipes recebem orientações para atuar com respeito, apesar das dificuldades. Ele ressaltou que a gestão atual tem ampliado a rede de proteção social. Em um contexto onde a população em situação de rua enfrenta desafios significativos, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a dignidade e a reinserção social.

A Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro comemora 40 anos com um concerto da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem no Theatro Municipal nesta terça-feira (27). Os ingressos custam de R$ 5 a R$ 30. Sob a regência de Anderson Alves, o repertório inclui obras de grandes compositores como Bach, Villa-Lobos e Mozart. A Pastoral, atuando desde 1984, oferece suporte a crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, com mais de 10 mil atendimentos mensais.

A Abrace e o Centro Universitário do Distrito Federal lançam jogos para conscientizar e entreter crianças com câncer, refletindo a evolução da assistência social no Brasil e o papel das ONGs.

A governadora em exercício do DF, Celina Leão, lançou o programa Acolhe DF para apoiar pessoas em situação de rua e anunciou melhorias na saúde e atividades no Zoológico de Brasília durante as férias.

Silveira, o cão da UFSM, foi "nomeado" como "pró-reitor de assuntos caninos", atraindo 20 mil novos seguidores em um dia. A brincadeira gerou grande repercussão nas redes sociais e reforçou o projeto Zelo.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) busca famílias voluntárias para o Projeto Cães nas Escolas de Gestão Compartilhada, que treinará cães de assistência para crianças com Transtorno do Espectro Autista e deficientes visuais. As famílias cuidarão dos animais por cerca de oito meses, recebendo suporte da equipe do CBMDF, enquanto os cães serão preparados para promover inclusão e autonomia.

A Abramed e o ITpS uniram forças para aprimorar a vigilância epidemiológica no Brasil, compartilhando dados laboratoriais sobre doenças como dengue e Covid-19. Essa colaboração visa fornecer informações cruciais para decisões de saúde pública.