A Fundación Mujeres de Mar foi criada para apoiar mulheres na pesca artesanal no Chile, promovendo a conservação da biodiversidade e a equidade de gênero. A organização busca valorizar o trabalho dessas mulheres em um setor historicamente dominado por homens.

A pesca artesanal é uma atividade econômica vital para o Chile, que possui um extenso litoral de seis mil quatrocentos e cinquenta quilômetros. No entanto, essa prática enfrenta desafios significativos, como a perda da biodiversidade marinha e o esgotamento dos recursos pesqueiros, afetando especialmente as comunidades litorâneas. As mulheres desempenham um papel crucial nesse setor, contribuindo com sua experiência e dedicação na valorização dos produtos do mar.
A Fundación Mujeres de Mar foi criada para apoiar mulheres envolvidas em diversas atividades pesqueiras, como a pesca, coleta de mariscos e algas, e processamento de frutos do mar. Localizada na região de Valparaíso, a fundação é composta por um grupo interdisciplinar que busca promover o desenvolvimento social e sustentável, além de garantir a equidade de gênero. A coordenadora de projetos, Ignacia Borgeaud Núñez, destaca a importância do conhecimento e das práticas tradicionais das mulheres para a conservação da biodiversidade e o fortalecimento das economias locais.
Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), as mulheres representam metade da força de trabalho global nos setores pesqueiro e aquícola, mas ocupam apenas quinze por cento das funções de captura. Em contrapartida, elas são responsáveis por noventa por cento das atividades de processamento. Essa desigualdade evidencia a necessidade de reconhecimento do trabalho das mulheres no setor, que muitas vezes não é valorizado adequadamente.
As mulheres não apenas contribuem para a cadeia de valor da pesca artesanal, mas também assumem responsabilidades significativas em suas famílias. Elas são as principais cuidadoras e responsáveis pelas tarefas domésticas, o que torna sua contribuição ainda mais valiosa. Além disso, muitas delas participam de iniciativas de conservação e monitoramento dos recursos pesqueiros, demonstrando seu comprometimento com a sustentabilidade da indústria.
Essas mulheres são guardiãs de um rico patrimônio biocultural, transmitindo conhecimentos e práticas tradicionais de geração em geração. A pesca artesanal no Chile é uma expressão cultural que reflete a memória coletiva e as tradições das comunidades. Apesar do aumento da visibilidade da participação feminina, ainda há uma carência de dados que evidenciem sua contribuição, o que dificulta a implementação de políticas públicas que promovam a igualdade de gênero.
O trabalho da Fundación Mujeres de Mar é sustentado por doações e parcerias institucionais. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar essas iniciativas, garantindo que as mulheres pescadoras e coletoras recebam o reconhecimento e os recursos necessários para continuar suas atividades. Assim, a valorização do trabalho feminino na pesca artesanal pode ser um passo importante para a preservação da biodiversidade e o fortalecimento das comunidades litorâneas.

O 2° Censo da População em Situação de Rua do Distrito Federal revelou que 3.521 pessoas vivem nas ruas, com um aumento de 19,4% em relação a 2022, mas ainda abaixo de outras capitais. O censo destacou uma queda de 59% no número de crianças e adolescentes nessa situação.

A Fundação Darcy Vargas (FDV) abre inscrições para curso gratuito de manicure, destinado a mulheres em vulnerabilidade social, com 30 vagas disponíveis para julho. A formação, em parceria com a L’Oréal, oferece aulas teóricas e práticas, além de alimentação e material completo. As interessadas devem se inscrever até 2 de julho.

O Mercadão de Madureira, um símbolo cultural do Rio de Janeiro, lança um marketplace digital e investe em sustentabilidade, enquanto preserva tradições e saberes ancestrais. A união entre passado e futuro fortalece a comunidade.

A ONG Luz de Sophia, que atende crianças com doenças raras e deficiências, completa dez anos sem apoio governamental e enfrenta uma fila de espera com mais de 100 crianças. Com apenas R$ 10 mensais, você pode ajudar nas terapias e atendimentos.

O Espro disponibiliza duas mil vagas em cursos gratuitos de capacitação profissional para jovens de 14 a 22 anos, com foco em habilidades técnicas e socioemocionais. As inscrições são online.

A Aiken, primeira fundação da Argentina e América Latina dedicada ao apoio a famílias em luto, enfrenta desafios financeiros e busca sustentabilidade por meio de doações e capacitações. Com uma equipe de mais de 30 profissionais, a fundação atende cerca de 200 pacientes, oferecendo suporte integral a crianças e adultos em luto.