TAP cancelou voo após recusar embarque de cão de serviço, Tedy, que auxilia criança autista. A família enfrenta crise de ansiedade e busca justiça em audiência na próxima semana.

O cão de serviço Tedy, que auxilia uma criança autista, foi impedido de embarcar em um voo da TAP, resultando no cancelamento da viagem. A situação ocorreu no último sábado, quando a companhia aérea desconsiderou uma decisão judicial que autorizava o transporte do animal na cabine. A família de Alice, a criança que depende de Tedy, já havia enfrentado problemas semelhantes em voos anteriores, levando-os a entrar com um processo judicial contra a empresa.
O advogado da família, Arthur Lontra Costa, destacou que Tedy já havia viajado com Alice em outras ocasiões, incluindo uma viagem à Disney em Orlando. Ele enfatizou a importância do cão, que é treinado especificamente para ajudar a criança, e os riscos associados ao transporte no bagageiro, como estresse e ansiedade, que podem comprometer a saúde do animal e a função que ele exerce junto à menina.
Alice está sem o auxílio de Tedy há um mês e meio, o que tem gerado crises de ansiedade. O pai da menina, que trabalha em Portugal, relatou que a situação afetou gravemente a saúde emocional da filha. A TAP, por sua vez, alegou que o cancelamento do voo foi necessário para garantir a segurança a bordo, citando que o transporte do animal não estava em conformidade com suas normas operacionais.
O voo que partia do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, estava programado para decolar às 15h40, mas foi cancelado após a recusa da TAP em embarcar Tedy. A companhia ofereceu alternativas que não foram aceitas pela família, que já havia adquirido passagens para o transporte do cão. A validade do Certificado Veterinário Internacional (CVI) do animal expirou no dia seguinte ao cancelamento.
O conflito entre a TAP e a família teve início em abril, quando a companhia também impediu o embarque de Tedy. Após uma decisão judicial favorável, a TAP ainda não cumpriu a ordem, levando a família a buscar novos recursos legais. Uma nova audiência está marcada para a próxima semana no Fórum de Niterói.
Essa situação evidencia a necessidade de apoio a famílias que enfrentam desafios semelhantes. A união da sociedade pode ser fundamental para ajudar aqueles que dependem de animais de serviço, garantindo que seus direitos sejam respeitados e que possam viajar com segurança e dignidade.

Neste sábado (26/7), o Museu Nacional da República receberá a quinta edição do encontro do coletivo Julho das Pretas que Escrevem no DF, com o tema “Escrever o afrofuturol”. O evento, parte do Festival Latinidades, homenageia mulheres negras e inclui sarau, rodas de conversa e venda de livros. A inscrição é gratuita e aberta a todas as mulheres que desejam escrever, promovendo a inclusão e o fortalecimento de suas vozes.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto que criminaliza a aproximação do agressor à vítima sob medida protetiva, mesmo com consentimento. A proposta visa fortalecer a proteção às mulheres e já segue para o Senado.

Projeto de Lei Complementar 9/2025 ameaça a carreira de pesquisadores em São Paulo, propondo um modelo precarizado que compromete a estabilidade e a qualidade da pesquisa científica. A comunidade científica se mobiliza contra a proposta, que ignora o diálogo e desvaloriza décadas de avanços em saúde e meio ambiente.

Wagner Moura e Kléber Mendonça Filho foram premiados no Festival de Cannes 2025, destacando a arte brasileira e a recuperação do setor audiovisual após crises políticas. Thomás Aquino e Marco Ricca ressaltaram a importância desses prêmios para a visibilidade cultural do Brasil, evidenciando um renascimento no cinema nacional após períodos de estagnação.

Adriana Kairos, escritora da Maré e deficiente visual, lança seu primeiro romance, "Maré", em maio, após residência literária com o Bando Editorial Favelofágico, destacando a literatura nas periferias.

A luta contra o alcoolismo é desafiadora, mas a autora compartilha sua jornada de recuperação, destacando apoio emocional, exercícios físicos e a importância de ser gentil consigo mesmo. A experiência em Alcoólicos Anônimos foi fundamental, mostrando que a solidariedade e a compreensão são essenciais para enfrentar essa doença.