A III Jornada de Triagem Neonatal no Distrito Federal destacou a importância do Teste do Pezinho, que identifica 62 doenças, e premiou profissionais que contribuem para a saúde infantil. O evento reforçou a referência do DF na América Latina.

Gestores, profissionais e estudantes da saúde, além de pacientes e familiares, participaram da III Jornada de Triagem Neonatal do Distrito Federal, realizada nos dias cinco e seis de junho. O evento, em formato de simpósio, contou com a presença de especialistas de instituições brasileiras e internacionais, que discutiram os avanços na triagem neonatal de forma multidisciplinar. Os participantes debateram inovações técnico-científicas, impactos na saúde pública e as perspectivas futuras para o Teste do Pezinho, que é a coleta de sangue no calcanhar dos recém-nascidos para identificar doenças metabólicas, genéticas e infecciosas.
A intervenção precoce por meio do Teste do Pezinho é fundamental para reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida dos bebês. O Dia Nacional do Teste do Pezinho é comemorado em seis de junho. No primeiro dia do evento, oito profissionais receberam o Prêmio Heróis da Triagem Neonatal Ampliada, que visa reconhecer e incentivar ações que aprimoram o serviço de triagem neonatal. Entre os homenageados, estava a médica Maria Teresinha de Oliveira Cardoso, pioneira na implementação do Teste do Pezinho na rede pública.
A vice-governadora Celina Leão, presente na abertura da jornada, destacou a importância do trabalho de Teresinha, afirmando que sua visão transformadora fez do DF uma referência em triagem neonatal na América Latina. Teresinha, por sua vez, atribuiu o sucesso do programa ao esforço coletivo, ressaltando que o Distrito Federal se destacou no Brasil devido ao trabalho conjunto de todos que buscam uma saúde melhor para as crianças.
No Distrito Federal, o Teste do Pezinho na rede pública identifica sessenta e duas doenças, sendo a única unidade da federação a oferecer essa gama de diagnósticos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Gerson Carvalho, chefe do Programa de Triagem Neonatal do Hospital de Apoio de Brasília, expressou satisfação pelo reconhecimento do trabalho realizado, que serve de modelo para outros estados, e enfatizou a importância de ouvir o corpo técnico para construir um modelo eficaz de administração pública.
O evento culminou com uma visita técnica ao Serviço de Referência de Doenças Raras e de Triagem Neonatal do Distrito Federal, localizado na Unidade de Genética do Hospital de Apoio de Brasília. Mais de trinta representantes de serviços de triagem neonatal de outras unidades da federação participaram dos dois dias de atividades, reforçando a troca de experiências e conhecimentos na área.
Iniciativas como a III Jornada de Triagem Neonatal são essenciais para promover melhorias na saúde infantil. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem a ampliação e a eficácia desses serviços, garantindo um futuro mais saudável para as crianças.

Luciane Mendonça, de 48 anos, gestou sua neta Hadassa como barriga solidária, após a filha Jéssica Bernardes, de 29 anos, ser diagnosticada com esclerodermia sistêmica, impossibilitando-a de engravidar.

A Aço Verde do Brasil (AVB) lançou o Instituto AVB, unificando ações sociais que já beneficiaram mais de 54 mil pessoas e formaram 1,5 mil jovens em parceria com Sesi e Senai. A iniciativa visa ampliar o impacto social nas comunidades do Maranhão e Piauí, promovendo educação, saúde, cultura, esporte e assistência social.

Cresce a preocupação com cursos de baixa qualificação para formação de terapeutas no Brasil, em meio ao aumento de doenças mentais e à proposta de regulamentação da prática terapêutica. Profissionais alertam para os riscos de atendimentos inadequados.

O Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo até outubro de 2025 para o Congresso regulamentar a licença-paternidade, enquanto empresas como Rhodia e will bank já oferecem até 180 dias de licença parental.

O Brasil avança na regulamentação de parques eólicos offshore, com a primeira licença prévia emitida pelo Ibama para um projeto no Rio Grande do Norte, enquanto 103 complexos aguardam licenciamento.

A prorrogação da nova NR-1 para 2026 resultou em um congelamento de iniciativas de saúde mental no trabalho, apesar do aumento de afastamentos por transtornos mentais. A urgência deve ser pela saúde, não por multas.