Soníria Campos Rocha D'Assunção foi escolhida como a primeira mulher desembargadora do TJDFT, após a morte de um magistrado, em uma lista exclusivamente feminina, promovendo a equidade de gênero no Judiciário.

A magistrada Soníria Campos Rocha D'Assunção foi escolhida como a nova desembargadora do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) em uma votação unânime realizada no dia oito de julho. A vaga foi aberta após o falecimento do desembargador J.J. Costa Carvalho. A escolha de Soníria é significativa, pois ocorreu por meio de uma lista exclusivamente feminina, em conformidade com a Resolução 525/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que busca aumentar a presença feminina no Judiciário.
Antes da promoção de Soníria, o TJDFT havia sido criticado por não seguir a norma do CNJ, ao eleger um juiz homem para a mesma posição em uma sessão anterior. A decisão de promover Soníria foi vista como um passo importante para a equidade de gênero no Judiciário, embora o tribunal tenha inicialmente defendido sua autonomia em relação à resolução do CNJ.
Soníria, que possui uma carreira de trinta anos na magistratura, expressou sua emoção ao receber a promoção. Desde a infância, ela sonhava em ser juíza, inspirada por filmes sobre tribunais. Formada em Direito em Brasília, a nova desembargadora já ocupou diversas funções, incluindo juíza titular da Vara Criminal do Gama e juíza auxiliar em varas cíveis.
Durante sua trajetória, Soníria desenvolveu um olhar sensível para as histórias por trás dos processos judiciais. Ela enfatizou a importância de ver além dos papéis e números, reconhecendo a responsabilidade que os juízes têm em suas decisões. Sua experiência inclui a implementação de práticas premiadas de conciliação, que ajudaram a reduzir o acervo de processos na Vara de Execução Fiscal do DF.
Soníria também compartilhou que sua busca por justiça tem raízes pessoais, tendo crescido em um lar com pais separados. Ela se sente honrada em representar outras mulheres que poderiam ocupar sua posição e acredita que a equidade de gênero não deve ser vista como uma disputa, mas como uma oportunidade de construção conjunta.
O corregedor da Justiça do DF, Mario-Zam Belmiro Rosa, elogiou a atuação de Soníria, destacando seu compromisso com a justiça e sua habilidade em lidar com todos, independentemente de suas condições sociais. A presença de mais mulheres na magistratura é vista como um passo fundamental para garantir a igualdade de gênero e promover julgamentos mais justos. Nesse contexto, iniciativas que apoiem a inclusão e a representatividade no Judiciário são essenciais para fortalecer a justiça em nossa sociedade.

O Vale do Café, no Sul Fluminense, revive a cultura do café arábica com produção orgânica e gourmet, atraindo turismo e formando a Associação de Cafeicultores do Vale do Café. A reintrodução do cultivo, iniciada em 2018, já conta com mais de cinquenta propriedades e um aumento significativo na produção, refletindo o interesse crescente por cafés especiais.

A Secretaria de Estado da Mulher do Rio de Janeiro lançou um protocolo para prevenir a violência contra mulheres em estádios, em parceria com clubes locais. O aumento de 23,7% nas ameaças durante jogos motivou essa ação.

Jaillson Fernandes lança "Entre cicatrizes e borboletas", obra que retrata sua infância marcada pela pobreza e violência, utilizando o alter ego Kaynã. O evento ocorre neste sábado, 16 de agosto, em Águas Claras.

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou de mutirão no Hospital Universitário de Brasília, onde foram realizadas 28 cirurgias e inaugurados novos equipamentos de diagnóstico, ampliando o acesso ao SUS.

A revisão da Lei de Cotas em 2023 ampliou o acesso de estudantes quilombolas e priorizou cotistas vulneráveis, refletindo mudanças significativas na inclusão no ensino superior. A presença de grupos historicamente excluídos aumentou, com desempenho similar ao de não cotistas, embora a discriminação persista.

Pesquisadoras da Universidade de Iowa e da Universidade do Kansas desenvolveram o programa "Mudança de linguagem" para combater o tratamento infantilizado a idosos, reduzindo resistência e uso de medicamentos antipsicóticos.