A Câmara dos Deputados aprovou regime de urgência para projeto que visa combater a adultização infantil nas redes sociais, gerando protestos e mobilização após vídeo viral de influenciador. A proposta inclui controle parental e limitações à publicidade infantil.

A Câmara dos Deputados aprovou, em sessão realizada na terça-feira, dia dezenove de agosto, o regime de urgência para um projeto de lei que estabelece regras para combater a adultização e a exposição precoce de crianças nas redes sociais. A aprovação foi simbólica e rápida, permitindo que o texto seja votado diretamente no plenário, sem passar por comissões. Essa celeridade gerou protestos da oposição, que questionou a falta de discussão sobre os riscos à liberdade de expressão.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, negou o pedido de registro nominal dos votos feito por parlamentares do Partido Novo, alegando que a solicitação ocorreu após a aprovação. O deputado Eli Borges, do PL, criticou a decisão, ressaltando a necessidade de debater os riscos envolvidos na proposta, que visa proteger as crianças na internet.
A mobilização em torno do tema ganhou força após a divulgação de um vídeo pelo influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca. No vídeo, que alcançou mais de quarenta milhões de visualizações, ele denuncia o influenciador Hytalo Santos por suposta exploração de menores, alertando sobre os perigos da exposição infantil nas plataformas digitais. Desde então, ao menos trinta e dois projetos foram apresentados na Câmara sobre o assunto.
O presidente Hugo Motta afirmou que o combate à adultização infantil será a principal pauta da Câmara nesta semana. Uma comissão geral está agendada para quarta-feira, dia vinte, onde especialistas e parlamentares discutirão os impactos das redes sociais na infância. O projeto, que já foi aprovado no Senado em dois mil e vinte e quatro, inclui medidas como controle parental obrigatório e limitação de publicidade infantil.
Apesar do apoio a essas medidas, parte da oposição expressa preocupações sobre a possibilidade de censura e intervenção excessiva do Estado no conteúdo digital. O debate sobre a proteção das crianças nas redes sociais se intensifica, refletindo a urgência de ações efetivas para garantir a segurança dos menores na internet.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a proteção das crianças e adolescentes. Projetos que promovam a conscientização e a educação digital são essenciais para enfrentar os desafios impostos pela adultização nas redes sociais.

Reunião entre ONU e Secretaria da COP30 foi adiada para 14 de setembro, visando discutir hospedagem em Belém, onde tarifas elevadas geraram ações contra especulação de preços. A expectativa é que a capacidade de hospedagem atenda os 50 mil participantes.

A Universidade Católica de Brasília lança o projeto 'Lab Metaverse UCB: O Futuro é Ancestral' em 15 de maio, unindo saberes indígenas e tecnologias como realidade virtual e inteligência artificial. O evento contará com a presença de líderes indígenas e proporcionará experiências imersivas, destacando a cultura Pataxó e Yawanawá.

O Museu Kuahí dos Povos Indígenas do Oiapoque reabre após doze anos, com reformas e um acervo digitalizado na plataforma Tainacan, promovendo a cultura indígena e atraindo turistas. A iniciativa visa fortalecer a identidade cultural e as relações entre indígenas e visitantes.

A psicóloga Mayara Massa, cadeirante e com osteogênese imperfeita, denunciou desrespeito e falta de acessibilidade no show da banda System of a Down em São Paulo. Ela chegou à área destinada a pessoas com deficiência após o início do evento, enfrentando superlotação e riscos à sua segurança. Mayara relatou que a produção do show não garantiu a acessibilidade adequada, colocando sua vida e a de outros em perigo. A situação gerou indignação e destaca a necessidade urgente de melhorias na acessibilidade em eventos.

Uma revisão publicada no British Journal of Sports Medicine confirma que exercícios físicos são eficazes na redução de efeitos colaterais do tratamento do câncer e na melhoria da qualidade de vida. Pesquisadores do Hospital Shengjing, na China, analisaram dados de oitenta estudos, revelando que a atividade física diminui complicações como cardiotoxicidade e melhora o bem-estar psicológico. Além disso, a prática regular pode reduzir o risco de câncer metastático em até setenta e dois por cento, conforme evidenciado por estudos de instituições renomadas. A adesão a diretrizes de atividade física pode resultar em economias significativas para o Sistema Único de Saúde (SUS) no futuro.

Nos últimos dez anos, o Brasil registrou mais de 22 mil internações e 5,8 mil amputações devido ao câncer de pênis, destacando a necessidade urgente de prevenção e tratamento precoce. A Sociedade Brasileira de Urologia alerta que a má higiene íntima e o HPV são fatores de risco significativos. Campanhas de conscientização e mutirões de cirurgias estão programados para intensificar a prevenção.