Caroline Queiroz, influenciadora digital com nanismo, denunciou um ato de zombaria em Niterói, gerando apoio nas redes sociais e destacando o crime de capacitismo.
A influenciadora digital Caroline Queiroz, conhecida por seu canal no YouTube, Gatinha das Artes, denunciou um incidente ocorrido em Niterói, onde um homem saltou sobre ela e filmou a ação, zombando de sua deficiência. O episódio aconteceu na quarta-feira, 2 de abril, enquanto Caroline caminhava de volta da escola. Ela expressou sua indignação nas redes sociais, afirmando que se sentiu humilhada e que a situação foi uma tentativa de ridicularizá-la.
No vídeo que circulou nas redes sociais, Caroline relatou que o homem pediu a outra pessoa para filmar a ação, criando uma "plateia" para rir dela. Ela enfatizou que essa atitude não é uma brincadeira, mas sim uma demonstração de desrespeito. "Aquilo não é brincadeira. É vergonhoso, é humilhante, é desrespeitoso comigo", disse a influenciadora, que também alertou sobre as consequências do capacitismo, que é a discriminação contra pessoas com deficiência.
Caroline destacou que a postagem do homem teve repercussão entre escolas de Niterói, resultando em mais zombarias direcionadas a ela. "Zoar a deficiência de uma pessoa e invadir o seu espaço nunca será engraçado", afirmou. Ela lembrou que o capacitismo é um crime grave, equiparado ao racismo, e que atitudes como essa devem ser denunciadas.
A influenciadora também mencionou que sua família está tomando as providências necessárias para lidar com a situação. A repercussão do caso gerou uma onda de solidariedade nas redes sociais, com internautas expressando apoio a Caroline. Comentários como "Estamos com você e não vamos descansar enquanto não for punido!" demonstram a mobilização em torno do tema.
O capacitismo é considerado crime no Brasil, conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) 13.146/2015. Essa legislação proíbe discriminação e assédio moral, além de garantir acessibilidade e inclusão. Casos de bullying e ofensas verbais relacionadas à deficiência devem ser denunciados a órgãos competentes, como Ouvidorias de Direitos Humanos e delegacias de polícia.
Essa situação evidencia a necessidade de um olhar mais atento e respeitoso para com as pessoas com deficiência. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a inclusão e o respeito. Projetos que visem a conscientização sobre o capacitismo e a defesa dos direitos das pessoas com deficiência merecem ser incentivados e apoiados por todos nós.

Em junho, o Teatro Rival Petrobras e o Queerioca celebram a diversidade, enquanto a mostra "QUEM QUER QUEER?" no Estação Net de Cinema exibe mais de 30 filmes representativos da comunidade LGBTQIAPN+.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a ausência do governador Tarcísio de Freitas em evento na Favela do Moinho, onde lançou ação habitacional para quase 900 famílias. Lula questionou a tentativa de remoção das famílias e destacou a importância do governo federal no apoio à comunidade. Enquanto isso, o governo enfrentou uma derrota no Congresso com a derrubada de um decreto sobre o IOF, mas o ministro Márcio Macêdo minimizou a situação, afirmando que a verdadeira perda é para o país.

Desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais suspenderam lei de Belo Horizonte que restringia banheiros para pessoas trans em instituições religiosas, considerando-a discriminatória. A decisão foi celebrada pelo Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual e Identidade de Gênero, que destacou a importância da dignidade e inclusão.

A vereadora Benny Briolly lançou a caravana “Libera meu xixi” em Petrópolis, protestando contra a proibição do uso de banheiros por pessoas trans, e acionou o Ministério Público. O projeto é considerado inconstitucional.

O pagamento do Bolsa Família de maio incluirá a última parcela do Benefício Extraordinário de Transição (BET), atendendo 166 mil famílias. O programa segue sem redução de renda até junho de 2025.

Brasília celebrou 28 anos de respeito ao pedestre, com redução de 69% nas mortes por atropelamento. A cultura de respeito à faixa foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial.