Uma carreta atropelou 14 capivaras no Lago Sul, em Brasília, resultando na morte de 13 animais. O filhote sobrevivente foi resgatado e o condutor identificado. A Dema investiga o caso.

Na madrugada de quinta-feira, 10 de agosto, uma carreta atropelou quatorze capivaras na região do Lago Sul, em Brasília. O acidente resultou na morte de treze animais, com apenas um filhote sobrevivendo. O Batalhão de Polícia Militar Ambiental do Distrito Federal (BPMA) informou que o filhote foi resgatado e levado ao Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre (Hfaus), onde recebe cuidados médicos.
Imagens de segurança mostram o condutor acelerando o veículo ao perceber os animais na pista. Ao serem atingidas, algumas capivaras se assustaram e tentaram fugir para outra via. O BPMA foi acionado por volta das 5h40, após um solicitante relatar o atropelamento, mas não forneceu informações sobre o veículo.
Após a análise das imagens, a Polícia Militar Ambiental confirmou a identificação do condutor e do veículo envolvidos no acidente. A Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente (Dema) dará continuidade às investigações para apurar as responsabilidades e possíveis consequências legais para o motorista.
A nota do BPMA destaca que, embora o batalhão atue na preservação e resgate da fauna silvestre, a investigação criminal é de competência da Polícia Civil, especificamente pela Dema. Essa situação ressalta a importância de ações efetivas para proteger a fauna urbana, especialmente em áreas onde a convivência entre animais silvestres e humanos é mais intensa.
O incidente levanta preocupações sobre a segurança dos animais em áreas urbanas e a necessidade de conscientização sobre a preservação da fauna. A proteção de espécies como as capivaras é essencial para manter o equilíbrio ecológico e a biodiversidade local.
Vítimas do acidente podem precisar de ajuda na recuperação desse incidente, e iniciativas da sociedade civil podem fazer a diferença. Projetos voltados para a proteção da fauna e educação ambiental são fundamentais para evitar tragédias como essa no futuro.

As economias emergentes, como Brasil e Índia, lideram a transição energética com inovações em biocombustíveis, mas enfrentam um déficit de US$ 2,2 trilhões em investimentos. O futuro depende de tecnologia e infraestrutura.

A Corte Interamericana de Direitos Humanos publicou a Opinião Consultiva 32, exigindo que Estados protejam direitos humanos frente às mudanças climáticas, com foco em grupos vulneráveis e participação cidadã.

O consórcio Genômica da Biodiversidade Brasileira sequenciou 23 genomas completos, destacando a bioeconomia como motor de desenvolvimento sustentável no Brasil. A união entre ciência e indústria é crucial para a Amazônia.

O Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) intensifica o uso de aeronaves no combate a incêndios florestais, realizando 65 voos em 2025 e lançando 134,5 mil litros de água em diversas operações. Com pilotos experientes, o CBMDF atua em áreas de difícil acesso, destacando missões em estados como Bahia e Amazonas. A colaboração da população é essencial para prevenir incêndios e garantir a segurança ambiental.

O Rio Grande do Sul enfrenta temporais e queda brusca de temperatura nesta quarta-feira, com previsão de neve na Serra e ressaca no litoral. A Defesa Civil alerta para riscos de chuvas intensas e ventos fortes.

Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental, solicita ao presidente Lula que vete o Projeto de Lei 2.159/2021, que altera o licenciamento ambiental, alertando para riscos climáticos e sociais. O PL propõe um licenciamento autodeclaratório, permitindo que empreendedores assumam responsabilidades sem critérios rigorosos, o que pode levar a um retrocesso ambiental e à especulação econômica. A proposta ignora a emergência climática e compromete biomas essenciais, afetando a segurança alimentar e hídrica no Brasil.