A casa de Beth Carvalho, localizada na Praia de Cordeirinho, será transformada em um museu interativo. O projeto, anunciado em seu aniversário, envolve investimento de R$ 10 milhões e lançamento de livro sobre a artista.

Uma das residências da cantora Beth Carvalho, que faleceu em 2019, será transformada em um museu interativo. Localizada na Praia de Cordeirinho, em Maricá, no Rio de Janeiro, a casa era utilizada pela artista para passar férias e agora abrigará exposições, oficinas, rodas de samba e um acervo significativo da carreira da cantora.
O anúncio do projeto ocorreu no último domingo, 5 de agosto, data em que Beth completaria 78 anos. A casa foi adquirida pela Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar) por R$ 1,4 milhão e passará por reformas que custarão aproximadamente R$ 10 milhões.
Durante o evento de lançamento, também foi apresentado o livro "Casa Beth Carvalho em Maricá: O Samba é Aqui", escrito por Gringo e Luiz Antônio Simas. A obra resulta de pesquisas realizadas para a criação do museu e promete enriquecer a experiência dos visitantes.
O museu terá como objetivo preservar a memória de Beth Carvalho, uma das maiores representantes do samba, e promover a cultura local. As atividades planejadas visam não apenas homenagear a artista, mas também incentivar a participação da comunidade em eventos culturais.
A transformação da casa em um museu representa uma oportunidade valiosa para a cidade de Maricá, que poderá atrair turistas e amantes do samba. Além disso, o projeto pode servir como um modelo para iniciativas semelhantes em outras regiões, destacando a importância da cultura na formação da identidade local.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode contribuir para a valorização da cultura e da história. A união em torno de projetos culturais pode fazer a diferença na preservação do legado de artistas como Beth Carvalho, garantindo que suas contribuições continuem a inspirar futuras gerações.

Leandro de Souza, bailarino e coreógrafo, apresenta "Eles Fazem Dança Contemporânea" na Mostra Paralela do Festival de Avignon, abordando racismo e a representação do corpo negro na dança. A obra, que questiona a percepção do corpo negro, destaca a intersecção entre dança e artes plásticas, promovendo uma reflexão profunda sobre identidade e expressão.
Netflix investe R$ 5 milhões na modernização da Sala Oscarito da Cinemateca Brasileira, promovendo acessibilidade e preservação do cinema nacional. A parceria destaca a importância cultural do espaço.

Em 2025, o Brasil celebra os setenta anos da morte de Carmen Miranda com o Festival Carmen Miranda, que ocorrerá nos dias 30 e 31 de agosto no Parque Carmen Miranda. O evento homenageará a artista com gastronomia, moda, música e cinema, destacando sua influência cultural.

O show "Com o coração na boca", de Cida Moreira e Rodrigo Vellozo, estreou em abril de 2024, unindo teatro e música em uma performance ousada. O álbum homônimo apresenta oito faixas, destacando a conexão entre os artistas.

Bares tradicionais da Asa Norte, Baóbar e Pardim, tiveram seus alvarás para música ao vivo cassados pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) devido a reincidências em poluição sonora. Artistas e frequentadores reagem com indignação, considerando a ação uma repressão cultural. O Baóbar, que promove o projeto Samba Nosso, e o Pardim, famoso por suas rodas de MPB, enfrentam restrições severas, enquanto alegam seguir normas de volume. Ambos aguardam desdobramentos legais.

Tamara Klink, a primeira mulher a invernar sozinha no Ártico, leu até setenta livros durante sua jornada, incluindo "Grande Sertão: Veredas", e prepara novo livro com seus diários.