Número de cavalos mortos após ingestão de ração contaminada chega a 284, levando à revogação da autorização da Nutratta para produção de rações. Investigação continua em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas.

Sobe para duzentos e oitenta e quatro o número de cavalos mortos após ingerirem ração contaminada por substâncias tóxicas, conforme informou o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O caso, que já vitimou animais nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas, está sendo investigado desde o recebimento da primeira denúncia, em 26 de maio. Todas as propriedades analisadas apresentaram equinos que adoeceram ou faleceram após consumirem produtos da empresa Nutratta.
Os Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) detectaram a presença de alcaloides pirrolizidínicos, substâncias altamente tóxicas para os animais. A investigação revelou que a contaminação se deu por falhas no controle da matéria-prima, que continha resíduos de plantas do gênero crotalaria, responsáveis pela toxicidade. O Mapa aguarda ainda os resultados de análises de outros lotes de ração e matérias-primas para definir os próximos passos da investigação.
Além do aumento no número de mortes, a decisão judicial que permitia à fabricante Nutratta Nutrição Animal Ltda a produção e comercialização de rações foi revogada. A suspensão cautelar imposta pelo Ministério volta a valer até que a empresa comprove a correção das irregularidades apontadas pela fiscalização, que, até o momento, não foram sanadas.
A nota oficial da Nutratta, divulgada em 11 de julho, expressa solidariedade aos criadores e proprietários afetados, ressaltando a importância dos animais para o setor e suas famílias. A empresa afirma que está colaborando com as autoridades e revisando seus protocolos de produção, além de ter suspendido lotes e reforçado a rastreabilidade da cadeia de suprimentos.
O comunicado também destaca que a Nutratta possui tecnologia patenteada para a nutrição animal, com resultados superiores à média do mercado. A empresa assegura que suas linhas de nutrição equina e bovina são desenvolvidas de forma independente, sem evidências de contaminação nos produtos destinados à bovinocultura, que continuam a ser utilizados sem intercorrências.
Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença na recuperação e apoio aos afetados. Projetos que visem ajudar os criadores e seus animais podem ser fundamentais para mitigar os impactos dessa tragédia e promover a segurança alimentar no setor equestre. A mobilização da comunidade é essencial para garantir que todos tenham acesso a informações e recursos necessários para superar esse desafio.

Mulher de 57 anos é indiciada pela Polícia Civil do Distrito Federal por maus-tratos a animais, resultando em mortes de gatos e mutilações graves. Prisão preventiva solicitada.

Programa Sinpatinhas, lançado por Luiz Inácio Lula da Silva, registra pets. Iniciativa gratuita gera RG Animal e facilita localização em caso de desaparecimento.

O levantamento PetCenso 2025 da Petlove confirma que os vira-latas (SRDs) são os preferidos dos brasileiros, com 26% entre cães e 86% entre gatos, evidenciando a valorização da adoção no país.

A Vigilância Ambiental do DF promove o Julho Dourado, destacando a importância do controle de zoonoses e oferecendo vacinação antirrábica gratuita, além de 32 cães para adoção responsável. Ações visam proteger a saúde pública.

O Núcleo Regional de Vigilância Ambiental em Saúde do Guará vacinou sessenta e três animais em Vicente Pires, destacando a vacinação itinerante para facilitar o acesso à imunização. A ação, realizada em um lar temporário, atende a solicitações de tutores que não podem deslocar seus pets. A campanha de vacinação antirrábica ocorre anualmente em setembro, mas a Secretaria de Saúde do DF oferece o imunizante durante todo o ano em seus núcleos. A vacinação é essencial para a saúde pública, prevenindo a raiva, uma doença grave e fatal.

Kenya, a última elefanta em cativeiro da Argentina, chegou ao Santuário de Elefantes Brasil, onde foi recebida com frutas e água de coco, após um longo processo de adaptação. A elefanta, que estava no Ecoparque de Mendoza desde 1984, agora se junta a outros seis elefantes no santuário, incluindo Pupy, que chegou em abril. A equipe do santuário destacou que Kenya está bem e já tomou sua primeira água de coco, simbolizando sua nova vida no Brasil.