A CBF promoverá um treinamento para mais de 100 médicos sobre emergências cardíacas no futebol, em resposta à morte de Juan Izquierdo, visando prevenir casos de morte súbita em campo. O evento, em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, ocorrerá em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, abordando práticas de atendimento e uso de desfibriladores.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) realizará um treinamento para mais de cem médicos, focando no atendimento a emergências cardíacas no futebol. A iniciativa surge um ano após a morte do jogador uruguaio Juan Izquierdo, que faleceu em campo devido a uma arritmia durante uma partida contra o São Paulo. O evento, que ocorrerá nesta segunda e terça-feira, reunirá 105 médicos de clubes das Séries A, B, C e A1 (feminino) do Campeonato Brasileiro, além de representantes das 27 federações filiadas à CBF e das seleções de base.
O treinamento será realizado em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia. O objetivo é capacitar os profissionais para reconhecer e atuar em casos de morte súbita durante eventos esportivos, especialmente no futebol. O presidente da Comissão Médica e de Combate à Dopagem da CBF, Jorge Pagura, destacou a importância da qualificação para evitar tragédias como a de Izquierdo.
O programa incluirá tanto informações teóricas quanto práticas, com uma parte dedicada ao uso correto do desfibrilador externo automatizado (DEA) em um laboratório especializado. Pagura enfatizou que a capacitação visa preparar os médicos para o atendimento a paradas cardiorrespiratórias súbitas durante os jogos, um problema que pode ser fatal se não tratado rapidamente.
Além de melhorar a resposta a emergências médicas, a CBF busca conscientizar sobre a importância do atendimento imediato em situações críticas. A morte súbita no esporte é uma realidade que preocupa, e a formação contínua dos profissionais de saúde é fundamental para garantir a segurança dos atletas.
A iniciativa da CBF reflete um compromisso com a saúde e o bem-estar dos jogadores, promovendo um ambiente mais seguro nos campos. A mobilização de médicos para esse treinamento é um passo significativo para a prevenção de incidentes semelhantes no futuro.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, apoiando projetos que visem a melhoria do atendimento médico em emergências esportivas e a conscientização sobre a saúde dos atletas. A sociedade civil pode desempenhar um papel crucial na promoção de iniciativas que garantam a segurança no esporte.

O projeto Restaurando Sorrisos já atendeu 1.777 mulheres em situação de vulnerabilidade no DF, com 15.921 procedimentos realizados. A meta é alcançar 7 mil atendimentos até o fim do ano.

A Universidade de São Paulo (USP) reafirma sua relevância ao desenvolver respiradores e vacinas durante a pandemia, promovendo inclusão e permanência de estudantes de escolas públicas e grupos minoritários. A instituição busca garantir recursos e valorizar seus profissionais, enfrentando desafios econômicos para manter sua excelência.

O Flamengo firmou um contrato de patrocínio com a Betano, avaliado em R$ 268,5 milhões por temporada até 2028, e implementou medidas antirracistas em seu estatuto. A parceria, aprovada por 654 votos a favor, visa ampliar o alcance internacional do clube e inclui penalidades severas para atos discriminatórios.

Barbarhat Sueyassu, influencer de 29 anos, se assume como parda e organiza o evento "Pele Plural" em São Paulo, promovendo orgulho e liberdade para pessoas com vitiligo e outras condições de pele.

Deputado Reimont solicita à PGR investigação sobre vídeos que sexualizam mulheres com síndrome de Down em redes sociais, visando a remoção dos conteúdos e responsabilização dos autores. A ação busca proteger a dignidade e os direitos fundamentais das pessoas com deficiência.

Donald Trump impôs uma tarifa de 50% sobre o açaí brasileiro, tornando o fruto um artigo de luxo nos EUA e ameaçando 300 mil empregos no Pará, maior produtor e exportador do Brasil. A medida pode agravar desigualdades sociais e comprometer a sustentabilidade econômica das comunidades amazônicas.