Célia e Celso, um casal que superou barreiras sociais e familiares, vive uma nova fase em Saquarema, frequentando o Centro Dia, que promove dignidade e atividades para idosos. A história deles é um exemplo de amor e inclusão.

O amor de Célia e Celso, que começou na infância em um internato no Rio de Janeiro, resiste ao tempo e aos desafios. Hoje, aos setenta e sete e oitenta e um anos, respectivamente, eles vivem em Saquarema e frequentam o Centro Dia, um espaço que oferece suporte e atividades para idosos. Todas as manhãs, o casal se arruma e caminha de mãos dadas até o centro, onde encontram acolhimento e oportunidades de convivência.
Célia, filha de imigrantes italianos, e Celso, um menino negro do subúrbio carioca, enfrentaram barreiras desde jovens. Ambos nasceram com cegueira, uma condição que Célia herdou de sua família. O casal se conheceu no Instituto Benjamin Constant, onde aprenderam a lidar com suas limitações e desenvolveram uma forte cumplicidade que se transformou em amor. Apesar da oposição da mãe de Célia, que não aceitava a relação por conta da cor da pele de Celso, o amor deles prevaleceu.
Após mais de vinte anos em Nova Iguaçu, onde criaram cinco filhos com muito esforço, Célia e Celso decidiram recomeçar a vida em Saquarema. A mudança foi motivada pela saudade da filha mais velha, que se mudou para a cidade. No novo lar, o casal encontrou no Centro Dia um espaço essencial para o bem-estar e a socialização. Célia destaca que, quando estão lá, sentem-se vivos e felizes, participando de diversas atividades que estimulam a criatividade e a convivência.
O Centro Dia, mantido pela Prefeitura de Saquarema, oferece oficinas de artesanato, rodas de conversa e acompanhamento psicológico, além de promover um envelhecimento ativo e digno. O espaço, conhecido como "creche do vovô", acolhe idosos em situação de vulnerabilidade social, proporcionando uma rotina estruturada e suporte contínuo. Célia e Celso, que ainda mantêm sua independência, valorizam as interações e o cuidado que recebem no centro.
Aos setenta e sete e oitenta e um anos, Célia e Celso continuam ativos, cuidando de suas tarefas diárias e mantendo contato constante com a família. Eles acreditam que a inclusão e as políticas públicas podem transformar vidas, como a deles. Célia afirma que, com apoio e oportunidades, é possível viver com dignidade e felicidade em qualquer idade.
A história de Célia e Celso é um exemplo inspirador de superação e amor. Projetos que promovem o bem-estar de idosos e a inclusão social merecem ser apoiados pela sociedade. A união em torno de causas como essa pode fazer a diferença na vida de muitos, garantindo que mais pessoas tenham acesso a serviços que promovam qualidade de vida e dignidade na terceira idade.

Pagamentos do Bolsa Família iniciam em 15 de abril, com depósitos até 30 de abril. Programa inclui 113 mil novas famílias e mantém valor mínimo de R$ 600 por mês.

A Secretaria de Saúde do DF lançou o curso “Nós na Rede” para capacitar 225 profissionais em saúde mental, com foco em cuidados a pessoas com transtornos mentais e em privação de liberdade. A formação, que se estenderá até fevereiro de 2026, é uma parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e busca aprimorar a atuação das equipes na Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

A Boehringer Ingelheim, com 70 anos no Brasil, destaca-se em responsabilidade social ao capacitar hospitais e realizar espirometrias, além de obter certificação carbono neutro em sua planta. A farmacêutica, por meio dos programas ANGELS e Abraçar, busca melhorar o acesso à saúde e prevenir zoonoses, refletindo um compromisso contínuo com a sustentabilidade e a transformação social.

Cíntia Chagas leiloa vestido de noiva para apoiar vítimas de violência doméstica. A influenciadora, cujo casamento com Lucas Bove durou apenas três meses e foi marcado por acusações de agressão, busca ressignificar sua dor e gerar apoio. A iniciativa gerou reações mistas nas redes sociais, com elogios e críticas sobre a exposição do gesto.

De 19 a 22 de agosto, o Complexo Cultural de Samambaia será palco da 4ª edição do Teatro é Popular, promovido pelo grupo Mamulengo Fuzuê, com apresentações gratuitas e acessibilidade. O evento, que já impactou 7 mil pessoas, inclui a exposição "Mamulengo, Patrimônio Brasileiro" e sessões voltadas a estudantes de escolas públicas e EJA.

Transporte público no Rio de Janeiro é criticado por falta de acessibilidade para idosos, conforme destaca o gerontólogo Alexandre Kalache. Recentemente, 1.542 cidades em 51 países, incluindo 34 no Brasil, foram reconhecidas como "amigas do idoso" pela OMS.