Cemaden lança questionário para avaliar a preparação de municípios para desastres climáticos. A iniciativa visa fortalecer a resposta a eventos extremos, como chuvas e secas, com prazo até 1º de julho.

O Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) lançou um questionário on-line para avaliar a capacidade dos governos municipais em se preparar para eventos climáticos extremos, como chuvas intensas e inundações. A iniciativa faz parte do projeto “Capacidades Organizacionais de Preparação para Eventos Extremos (COPE)”, financiado pela FAPESP, e o prazo para participação é até 1º de julho.
Durante o lançamento, realizado por meio de uma transmissão ao vivo no YouTube, a diretora substituta do Cemaden, Regina Alvalá, ressaltou a relevância da pesquisa para apoiar ações de governos e comunidades. “A partir do diagnóstico, será possível melhorar os sistemas de alertas e a preparação para os eventos extremos e seus impactos em todas as regiões do país”, afirmou Alvalá.
O pesquisador Victor Marchezini, que lidera a iniciativa, explicou que o questionário deve ser respondido por um gestor de defesa civil municipal, com uma única resposta por município. Os resultados da pesquisa servirão para subsidiar políticas públicas que fortaleçam as capacidades organizacionais e municipais diante de desastres naturais.
O questionário é dividido em cinco seções: Apresentação, Estrutura do Órgão Municipal de Defesa Civil, Capacidades, Comunicação e Governança. A expectativa é que as respostas ajudem a aprofundar o diagnóstico sobre a preparação dos governos municipais para eventos extremos no Brasil.
O tempo estimado para preencher o questionário é de quinze minutos. Os governos municipais interessados podem acessar o formulário on-line e realizar um breve cadastro para participar da pesquisa. Essa iniciativa é fundamental para entender e aprimorar a resposta a desastres naturais no país.
Em um cenário onde eventos climáticos extremos se tornam cada vez mais frequentes, a união da sociedade civil pode ser decisiva para apoiar ações que visem a mitigação dos impactos desses desastres. A mobilização em torno de projetos que fortaleçam a preparação e a resposta a esses eventos é essencial para a construção de comunidades mais resilientes.

O Brasil enfrenta uma drástica redução de seu rebanho de jumentos, com uma perda de 94% desde 1996, impulsionada pela crescente demanda por pele para gelatina medicinal na China. Especialistas alertam sobre a extinção e maus-tratos.

O desmatamento na Amazônia aumentou 92% em maio, totalizando 960 km², o segundo pior resultado desde 2016, alarmando especialistas sobre a reversão da queda nos índices anteriores.

Um estudo do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) revela que quatro Regiões Administrativas (RAs) se destacam em sustentabilidade, enquanto a Estrutural apresenta desempenho regular. A análise abrange 35 RAs e será monitorada até 2026.

A COP30 será realizada em Belém, Brasil, apesar das críticas sobre preços altos de hospedagem. O governo busca soluções acessíveis antes do prazo da ONU em 11 de agosto. André Corrêa do Lago e Ana Toni, líderes da conferência, reafirmaram a escolha da sede, enfrentando preocupações logísticas e a possibilidade de boicotes de nações participantes.

A Universidade de Brasília (UnB) se prepara para a "Feira de Oportunidades — Vem pra UnB", de 27 a 29 de agosto, visando acolher novos alunos e discutir a greve dos servidores. A reitora Rozana Naves destacou a importância do Instituto Nacional do Cerrado, que será criado em conexão com a COP-30, ressaltando a necessidade de proteger esse bioma vital.

O projeto de naturalização da Lagoa Rodrigo de Freitas, liderado pelo biólogo Mario Moscatelli, busca transformar áreas alagadas em espaços de lazer e ecoturismo, com obras iniciando em agosto e conclusão prevista para o fim do ano. A iniciativa, apoiada pela Prefeitura do Rio e pelo vereador Flávio Valle, visa restaurar a riqueza ecológica da lagoa e melhorar a drenagem local.