O Centro Espírita Assistencial Nossa Senhora da Glória (Ceansg) celebrou 60 anos de atividades, destacando sua resiliência e planos de expansão social, como a criação de uma creche. A instituição, reconhecida pelo Iphan-DF, promove caridade e combate à intolerância religiosa.

O Centro Espírita Assistencial Nossa Senhora da Glória (Ceansg), fundado em 15 de agosto de 1965, é o terreiro mais antigo em funcionamento no Distrito Federal. Recentemente, a instituição celebrou seu aniversário e o dia de Iemanjá, reunindo médiuns e frequentadores. O Ceansg, que recebe cerca de 300 pessoas em dias de atendimento, destaca sua resiliência ao longo de seis décadas, incluindo a manutenção de suas atividades durante a pandemia.
Edinho da Silva, ogã-chefe do centro, enfatiza a importância de manter as portas abertas, mesmo em tempos difíceis. Ele relembra que a instituição nunca fechou, nem mesmo durante a pandemia. O Ceansg foi fundado pelo casal Jorge da Costa Faria e Jurema Pituba Faria, sendo Jurema a atual presidente espiritual, conhecida como Mãe Jurema. Em setembro, o centro realizará uma celebração especial em homenagem aos 100 anos de nascimento de Pai Jorge.
O Ceansg é reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan-DF) e faz parte de um grupo de 26 terreiros inventariados no Distrito Federal. Ao longo de sua história, a instituição enfrentou desafios, como a proibição de crianças nas atividades durante a ditadura. Para contornar essa situação, o centro começou a realizar giras de criança durante o dia.
Edinho também aborda a questão da intolerância religiosa, destacando que, apesar de alguns episódios de discriminação, o Ceansg nunca enfrentou situações graves como invasões ou incêndios. Ele ressalta a necessidade de respeito às manifestações religiosas e critica a expressão "intolerância", preferindo falar em respeito às garantias constitucionais.
Dentro do Ceansg, a Sociedade Assistencial Recanto da Mãe Jurema (Sarema) atua há 30 anos, oferecendo assistência social sem distinção de raça ou classe social. Gilberto Marcos, presidente da Sarema, explica que a entidade realiza doações de cestas básicas, remédios e roupas, além de prestar assistência espiritual. A Sarema planeja expandir seus serviços, incluindo a criação de uma creche, mas aguarda apoio do governo para concretizar o projeto.
O nome do Ceansg homenageia Nossa Senhora da Glória, celebrada em 15 de agosto, e também se relaciona com a comemoração de Iemanjá, evidenciando o sincretismo religioso. O centro realiza giras de caridade e giras festivas, oferecendo consultas individuais com guias espirituais. A união da comunidade em torno de iniciativas sociais pode ser fundamental para apoiar projetos que visam ajudar os menos favorecidos e promover a inclusão social.

O Instituto Carioca de Cão Guia enfrenta risco de suspensão das atividades devido à falta de recursos. Com uma campanha de crowdfunding, busca R$ 40 mil mensais para entregar dez cães-guia anualmente.

Jojó de Olivença fundou o Projeto Ondas, que atende crianças em vulnerabilidade social no Guarujá, oferecendo aulas de surfe, reforço escolar e educação ambiental. A iniciativa visa formar cidadãos melhores, promovendo saúde e respeito à natureza.

Uma pesquisa revelou que 52% dos brasileiros costumam ajudar instituições que cuidam de animais em desastres. Mulheres e pessoas com maior escolaridade são os principais doadores, enquanto jovens e menos escolarizados tendem a não contribuir.

A Sky High Farm, de Dan Colen, lançará a bienal “TREES NEVER END AND HOUSES NEVER END” em junho, com mais de 50 artistas contribuindo para arrecadar fundos para comunidades carentes. O evento, que ocorrerá em um armazém histórico em Germantown, marca a mudança da fazenda para uma nova propriedade de 560 acres e busca redefinir modelos de arrecadação no mundo da arte.

Ticiana Rolim Queiroz, ex-herdeira de uma construtora no Ceará, abandonou sua carreira para fundar a Somos Um, ONG dedicada ao empreendedorismo social e ao apoio a mulheres vulneráveis. A iniciativa visa promover impacto social e democratizar o acesso ao crédito no Nordeste.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) do Distrito Federal lança campanha de doação de livros para enriquecer bibliotecas prisionais e promover remição de pena por leitura em 2026. A ação, parte da iniciativa Ler Liberta, visa a educação e ressocialização dos detentos. As doações podem ser feitas durante visitas às unidades prisionais ou em postos do Na Hora. Os livros devem estar em bom estado e passarão por triagem. Cada obra lida pode garantir até quatro dias de remição, conforme lista oficial da Seape.