O Circo di SóLadies | Nem SóLadies celebra uma década de palhaçaria feminista com a Conferência "10 Anos de Palhaçaria Feminista", marcada para 30 de abril de 2025, em São Paulo. O evento, que contará com a participação de grupos artísticos de todo o Brasil, também lançará um e-book com reflexões sobre a trajetória do grupo e o futuro da palhaçaria com viés feminista.

O Circo di SóLadies | Nem SóLadies, um dos grupos pioneiros na palhaçaria feminista, celebra dez anos de atuação com um evento especial. No dia 30 de abril de 2025, das 19h às 22h, a Conferência "10 Anos de Palhaçaria Feminista" será realizada no Espaço Cultural Circo di SóLadies, localizado na Vila Anglo, em São Paulo. A entrada é gratuita e o evento também será transmitido online, permitindo que mais pessoas participem dessa celebração.
A conferência tem como objetivo revisitar a trajetória do grupo e discutir aprendizados e expectativas para o futuro da palhaçaria com viés feminista. O evento contará com a presença de artistas e ativistas comprometidos com a questão de gênero, além de grupos de várias regiões do Brasil, como a Companhia CabarElas, a Cia Fundo Mundo e a Trupe Tropeço, entre outros. Essas iniciativas têm rompido barreiras na palhaçaria tradicional, promovendo reflexões sobre gênero e identidade.
Durante a conferência, será lançado o e-book "10 Anos de Palhaçaria Feminista: Encontros, Afetos e Reflexões". Esta publicação reúne entrevistas realizadas ao longo da temporada de 2024/2025 do programa Inter.Viu, disponível no canal do YouTube do Circo di SóLadies. O e-book é uma compilação importante de ideias e experiências que fortalecem a palhaçaria feminista.
O Circo di SóLadies | Nem SóLadies, formado por Kelly Lima, Verônica Mello e Theo Oliveira, utiliza a palhaçaria como uma ferramenta de transformação social. O grupo busca desconstruir normas e estereótipos de gênero, promovendo um espaço de acolhimento e resistência. A palhaçaria feminista é vista como uma ação política e cultural que visa reverter dinâmicas históricas de opressão.
As ações do grupo fazem parte do projeto "Dez Anos de Palhaçaria Feminista", contemplado pelo edital Lei Paulo Gustavo, viabilizado pelo Governo do Estado de São Paulo e outras instituições. O evento é uma oportunidade para refletir sobre a importância da arte com viés feminista e as lições aprendidas ao longo da última década.
Essa celebração é um chamado à união em prol de iniciativas que promovam a diversidade e a igualdade de gênero. A participação da sociedade civil é fundamental para fortalecer projetos que buscam transformar a realidade e apoiar a palhaçaria feminista, contribuindo para um futuro mais inclusivo e justo.

A pesquisa recente destaca a implementação de políticas habitacionais em Fortaleza, abordando avanços e desafios na promoção da igualdade urbana nas duas primeiras décadas do século 21. A luta pela reforma urbana busca garantir moradia e infraestrutura de qualidade para diversas classes sociais.

Ordem de serviço de R$ 491,3 milhões foi assinada para duplicar a capacidade de bombeamento no Eixo Norte do Projeto de Integração do São Francisco, beneficiando 237 municípios e 8,1 milhões de pessoas. O presidente Lula e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, destacaram a importância da água para a produção e a vida no sertão.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto que impede agressores com medida protetiva de se aproximarem das vítimas, mesmo com consentimento. A proposta, que altera a Lei Maria da Penha, visa reforçar a proteção das mulheres e coibir a violência psicológica. A relatora, deputada Rogéria Santos, destaca que a mudança busca proteger as mulheres em situação de hipervulnerabilidade. O projeto agora aguarda análise no Senado Federal.

Neste domingo (4), a Orquestra Sinfônica da Bahia homenageará Mãe Stella de Oxóssi, com um concerto que celebra seu centenário e o lançamento do Instituto Mãe Stella de Oxóssi, promovendo cultura e educação.

Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que a solidão causou cerca de 871 mil mortes anuais entre 2014 e 2019, afetando especialmente os jovens e gerando ações governamentais em diversos países.

Cuidadores de pessoas com demência no Brasil são, em sua maioria, mulheres, enfrentando exaustão emocional e falta de apoio. Apenas 183 centros-dia atendem essa demanda crescente. É urgente a ação do governo.