O Circo Vox reestreia gratuitamente o espetáculo "Curta a Temporada" de 26 de julho a 31 de agosto de 2025, celebrando 20 anos de sua criação e lançando o projeto social Anti-Curso para jovens. A nova montagem promete encantar com humor e acrobacias, enquanto amplia o acesso cultural na Vila Anastácio.

O Circo Vox, uma das principais referências em circo no Brasil, anunciou a reestreia gratuita do espetáculo Curta a Temporada. A apresentação ocorrerá entre os dias 26 de julho e 31 de agosto de 2025, na sede da companhia, localizada na Vila Anastácio, zona oeste de São Paulo. As sessões estão programadas para os sábados, às 20h30, e aos domingos, às 19h.
A reestreia celebra duas décadas desde a primeira apresentação de Curta a Temporada, que marcou a inauguração da lona do Circo Vox em 2004. O espetáculo combina humor, interação com o público e uma variedade de números circenses, incluindo canto, malabarismo, acrobacia, contorcionismo, mágica e tecido aéreo. Os palhaços Bobí, Judite e Ziraber são os protagonistas, proporcionando momentos de riso e poesia.
Além das apresentações, o Circo Vox dará início ao projeto social Anti-Curso, que visa capacitar quinze adolescentes de baixa renda da região. O objetivo é oferecer formação circense, promovendo a convivência e a troca de saberes, ampliando as oportunidades para esses jovens.
A reestreia de Curta a Temporada faz parte do Projeto Inimigos do Fim, contemplado pelo Edital ProAC nº 38/2024, que visa a manutenção e modernização de espaços culturais. Com esse incentivo, o Circo Vox implementou uma nova arquibancada retrátil, garantindo uma programação contínua e acessível durante um ano e meio, com um total de 48 apresentações.
O elenco conta com artistas como Elena Cerântola, Gallo Cerello, Biah Carfig e Pedro Freitas, sob a direção do coletivo Circo Vox. A temporada é recomendada para famílias e crianças a partir de cinco anos, promovendo uma experiência cultural enriquecedora para a comunidade.
Iniciativas como essa são fundamentais para fortalecer a cultura local e proporcionar novas oportunidades a jovens em situação de vulnerabilidade. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para projetos que visam transformar vidas e promover a arte como ferramenta de inclusão.

O ator Humberto Carrão mobiliza apoio nas redes sociais para transformar o antigo prédio do Dops, no Rio, em um espaço de memória e direitos humanos, já com mais de 7.500 assinaturas. A ação visa reparar a história e promover reflexão sobre a repressão da ditadura militar.

Governo e Justiça intensificam ações de memória sobre a ditadura militar no Brasil, com mapeamento de locais de repressão e renomeação de ruas. Especialistas destacam a importância dessas iniciativas para a sociedade.

O grafite no Distrito Federal se destaca como expressão cultural, com artistas como Iasmim Kali e Travis Bomb promovendo identidade e crítica social. A arte urbana transforma espaços e gera inclusão.

Durante o feriado da Semana Santa, o programa "Lazer Para Todos" do GDF atraiu 30.400 visitantes ao Zoológico e 9.569 ao Jardim Botânico, promovendo educação ambiental. O acesso gratuito, que se estendeu de quinta a segunda-feira, incentivou famílias e turistas a explorarem os espaços ao ar livre de Brasília. O diretor-presidente do Zoológico destacou a importância da iniciativa para a conservação das espécies ameaçadas.

O Eixão do Lazer em Brasília se destaca aos domingos com música ao vivo e cultura. O Choro no Eixo e o Axé no Eixo atraem um público diversificado, promovendo um ambiente acessível e democrático. Músicos locais, como Breno Alves e Cláudio Lopes, celebram a rica tradição musical da cidade, unindo pessoas de diferentes origens em um espaço de lazer vibrante.

A Casa França-Brasil se tornará Casa Brasil a partir de 27 de junho, promovendo a arte nacional e abrindo acesso à Orla Conde. O projeto é patrocinado pela Petrobras e inclui uma chamada para projetos artísticos.